Analista Judiciário, Tribunal de Justiça - AL (TJAL)
O edital de Analista Judiciário do Tribunal de Justiça - AL (TJAL) (banca CESPE/CEBRASPE) cobra 11 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.
Remuneração inicial: Varia por estado: ~R$ 8 mil a ~R$ 18 mil (Analista Judiciário de Tribunal de Justiça estadual; o valor muda por estado, confira o edital)Base: Tabelas de vencimentos dos TJs estaduais (portais de transparência), referência 2026. Confira o edital vigente.
O Analista Judiciário da Área Judiciária do TJAL é o bacharel em Direito que faz o processo andar por dentro, e a aprovação se decide nos blocos de maior peso somados à legislação própria de Alagoas.
Oito das 80 questões cobram leis próprias do estado: Código de Organização Judiciária (Lei 6.564/2005), Plano de Cargos do Judiciário (Lei 7.889/2017), Regime Jurídico Único dos servidores (Lei 5.247/1991) e a Constituição do Estado de Alagoas. É conteúdo seco, de baixa concorrência editorial e altíssimo retorno por hora estudada. Quem ignora esse bloco perde ponto fácil para quem decorou.
O que você vai fazer no cargo
O Analista Judiciário da Área Judiciária do TJAL é o servidor de nível superior que faz o processo andar por dentro. É função privativa de bacharel em Direito e o dia a dia gira em torno de tarefas técnico-jurídicas:
- Impulsionar o processamento de feitos: triagem, conclusão, cumprimento de despachos e decisões, controle de prazos e movimentação no sistema processual eletrônico.
- Elaborar minutas, informações, pareceres e laudos jurídicos para subsidiar magistrados e a secretaria da vara.
- Atuar na aplicação dos métodos consensuais de solução de conflitos (conciliação e mediação) e dar suporte qualificado a gabinetes e cartórios.
Na prática, você é a "engenharia jurídica" da unidade: quem entende o rito e garante que cada ato cumpra a lei e o prazo.
A banca e o perfil da prova
O concurso de 2017/2018 foi organizado pela FGV, e o novo certame (com comissão já formada) deve manter o padrão de prova da banca. O perfil FGV é conhecido: enunciados longos, casos concretos, pegadinhas de literalidade da lei e cobrança de jurisprudência. Não é prova de decorar palavra-chave, é prova de ler com calma e aplicar.
A seleção para Analista costuma ter três etapas:
- Prova objetiva (80 questões de múltipla escolha, nível superior).
- Prova discursiva (no certame anterior, 2 questões de Conhecimentos Específicos valendo 10 pontos cada).
- Avaliação de títulos (só para o cargo de Analista).
Matérias de maior peso e prioridade
No edital FGV de 2018, a distribuição das 80 questões deixou claro onde está o jogo. Use isto para priorizar:
- Língua Portuguesa: 20 questões. É o maior bloco isolado, então não dá para tratar como secundária.
- Direito Constitucional: 10 questões.
- Direito Processual Civil: 9 e Direito Processual Penal: 9. Juntos somam 18 e definem o resultado da área judiciária.
- Direito Administrativo: 8 e Legislação Estadual de Alagoas: 8.
- Direito Civil: 5 e Direito Penal: 4.
Tradução prática da prioridade: Português, os dois Processuais e Constitucional carregam a maior parte da nota objetiva, e ainda alimentam a discursiva.
A legislação local que separa quem passa
Aqui está o que é próprio do TJAL e o que costuma decidir vagas, porque pouca gente estuda direito. O bloco de Legislação Específica do Estado cobra:
- Código de Organização Judiciária do Estado de Alagoas (Lei Estadual nº 6.564/2005) e alterações.
- Plano de Cargos, Carreiras e Salários do Judiciário de Alagoas (Lei Estadual nº 7.889/2017).
- Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis de Alagoas (Lei Estadual nº 5.247/1991).
- Constituição do Estado de Alagoas, com foco nos capítulos do Poder Judiciário, das funções essenciais à justiça e dos direitos da família, criança, idoso e pessoa com deficiência.
São oito questões "de casa": conteúdo seco, de pouca concorrência editorial, e que rende muito por hora de estudo.
Nível, remuneração e estabilidade
É cargo de nível superior com exigência de bacharelado em Direito. A remuneração inicial fica na faixa dos seis mil reais, com progressão funcional prevista no plano de cargos que eleva bastante o vencimento ao longo da carreira (topo na casa das dezenas de milhares). É serviço público estadual estável, com estágio probatório de 36 meses e validade do concurso de dois anos, prorrogável por igual período.
Matérias do edital
| # | Matéria | Questões no acervo |
|---|---|---|
| 1 | Português | 113.268 |
| 2 | Raciocínio Lógico | 19.866 |
| 3 | Direito Constitucional | 45.442 |
| 4 | Direito Administrativo | 65.476 |
| 5 | Direito Civil | 15.999 |
| 6 | Direito Processual Civil | 11.190 |
| 7 | Direito Penal | 16.427 |
| 8 | Informática | 40.187 |
| 9 | Direito Processual Penal | 11.310 |
| 10 | Direito da Crianca e do Adolescente | 6.738 |
| 11 | Direitos Humanos | 3.160 |
Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.
Continue por aqui
Perguntas frequentes
Quanto ganha o Analista Judiciário?
Varia por estado: ~R$ 8 mil a ~R$ 18 mil, Analista Judiciário de Tribunal de Justiça estadual; o valor muda por estado, confira o edital. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.
Quais matérias caem no concurso Tribunal de Justiça - AL (TJAL) para Analista Judiciário?
Pelo edital, o cargo de Analista Judiciário cobra 11 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Penal, Informática, Direito Processual Penal, Direito da Crianca e do Adolescente, Direitos Humanos.
Qual a banca do concurso Tribunal de Justiça - AL (TJAL)?
A banca do cargo de Analista Judiciário é a CESPE/CEBRASPE.
Por onde começar a estudar para Analista Judiciário?
Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.
Onde treinar questões para o concurso Tribunal de Justiça - AL (TJAL)?
No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.
Precisa ser formado em Direito para o cargo de Analista Judiciário - Área Judiciária do TJAL?
Sim. É cargo de nível superior e a área judiciária exige bacharelado em Direito, já que as atribuições (pareceres, laudos, informações jurídicas e impulso processual) são privativas de bacharel. Diploma e, quando exigido, registro são checados na posse.
Qual banca organiza o concurso do TJAL e como é o estilo da prova?
O certame anterior (2017/2018) foi da FGV, e o novo concurso, com comissão já formada, deve seguir esse padrão. A FGV usa enunciados longos, casos concretos, cobrança de literalidade da lei e jurisprudência. Para Analista há prova objetiva, discursiva e avaliação de títulos.
Quais matérias têm mais peso na prova objetiva?
No edital FGV de 2018 foram 80 questões: Língua Portuguesa (20), Direito Constitucional (10), Processual Civil (9), Processual Penal (9), Administrativo (8), Legislação Estadual de Alagoas (8), Civil (5) e Penal (4). Português e os dois Processuais concentram a maior parte da nota.
Concursos relacionados
Juiz Substituto
Tribunal de Justiça - AL (TJAL)
Titular de Serviços Notariais e de Registro (Cartórios) (Outorga por Provimento)
Tribunal de Justiça - AL (TJAL)
Titular de Serviços Notariais e de Registro (Cartórios) (Outorga por Remoção)
Tribunal de Justiça - AL (TJAL)
Procurador Federal
Advocacia-Geral da União (AGU)
Procurador da Fazenda Nacional
Advocacia-Geral da União (AGU)
Advogado da União
Advocacia-Geral da União (AGU)