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Juiz Substituto, Tribunal de Justiça - RN (TJRN)

O edital de Juiz Substituto do Tribunal de Justiça - RN (TJRN) cobra 12 matérias. As de maior peso são Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Magistratura estadual do Rio Grande do Norte: prova ampla, ENAM como porta de entrada e Cebraspe no comando.

Matérias
12
Banca histórica
Cebraspe (ex-CESPE)
Porta de entrada
ENAM obrigatório
Subsídio inicial
Faixa de R$ 34 mil
Sem ENAM você nem se inscreve

Desde a Resolução CNJ 75/2009 atualizada, o Exame Nacional da Magistratura virou etapa prévia e obrigatória para qualquer concurso de juiz, inclusive o do TJRN. Você precisa do certificado de aprovação no ENAM (em regra 70% de acerto, ou 50% para cotistas e PcD), com validade de dois anos prorrogável uma vez, antes mesmo de disputar a vaga estadual. Na prática, a preparação para o TJRN começa garantindo essa habilitação nacional. Sem ela, a inscrição no certame do Rio Grande do Norte nem é aceita.

O que faz um juiz substituto no TJRN

O juiz de direito substituto é o magistrado em início de carreira no Poder Judiciário potiguar. Na prática você entra julgando: instrui processos, profere sentenças, conduz audiências e decide liminares, atuando onde o tribunal precisar dentro do estado.

  • Assume varas e comarcas do interior do RN, cobrindo titulares e suprindo carência de magistrados.
  • Decide causas de qualquer natureza conforme a competência da unidade (cível, criminal, família, fazenda pública).
  • Conduz audiências de instrução, conciliação e custódia, além do plantão judiciário.
  • É o primeiro degrau: com tempo e merecimento, promove a juiz titular e, depois, a desembargador.

A banca e o perfil da prova

O concurso da magistratura do RN foi historicamente organizado pela Cebraspe (antiga CESPE/UnB), banca conhecida pelo estilo certo-errado com pegadinhas de literalidade da lei e jurisprudência. Quem disputa magistratura estadual precisa dominar texto de lei seco, súmulas e teses dos tribunais superiores.

  • Estilo Cebraspe: itens objetivos que punem o chute, exigindo leitura precisa de cada palavra.
  • Prova de fôlego: a objetiva do último certame teve 100 questões em 5 horas.
  • Cobrança de jurisprudência atualizada do STF e do STJ, não só doutrina.
  • Nível alto e concorrência forte, típico de carreira jurídica de topo.

Matérias de maior peso e o recorte potiguar

No último concurso a objetiva veio dividida em três blocos. O peso se concentra nos grandes ramos do direito, mas há um diferencial local que separa o candidato genérico do bem preparado.

  • Bloco I: Civil, Processo Civil, Consumidor e Criança e Adolescente (ECA).
  • Bloco II: Penal, Processo Penal, Constitucional e Eleitoral.
  • Bloco III: Empresarial, Tributário, Ambiental e Administrativo.
  • Recorte do RN: Código de Divisão e Organização Judiciárias do estado (LC 643/2018) e o Regimento Interno do TJRN, além da Lei Orgânica da Magistratura (LOMAN). É a parte que muita gente negligencia e que costuma decidir a aprovação.

Nível e remuneração

O cargo exige bacharelado em Direito e, no mínimo, três anos de atividade jurídica comprovada após a colação de grau, requisito verificado na inscrição definitiva. É carreira de nível superior com uma das maiores remunerações do serviço público.

  • Subsídio inicial na faixa dos R$ 34 mil mensais, reajustado em 2025.
  • Acréscimo de vantagens próprias da magistratura conforme a LOMAN.
  • Progressão na carreira por antiguidade e merecimento até desembargador.

As etapas do concurso

Seguindo a Resolução CNJ 75/2009, o certame da magistratura potiguar se desenvolve em cinco etapas sucessivas, cada uma exigindo aprovação na anterior, sem TAF (não há teste físico em concurso de juiz).

  • 1a etapa: prova objetiva seletiva, eliminatória e classificatória.
  • 2a etapa: duas provas escritas (discursivas e elaboração de sentença), eliminatórias.
  • 3a etapa: sindicância da vida pregressa, investigação social, exames de saúde e psicotécnico.
  • 4a etapa: prova oral perante a banca examinadora, eliminatória.
  • 5a etapa: avaliação de títulos, classificatória. O tribunal pode ainda exigir curso de formação inicial.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Direito Constitucional45.442
2Direito Administrativo65.476
3Direito Civil15.999
4Direito Processual Civil11.190
5Direito Penal16.427
6Direito Processual Penal11.310
7Direito Tributário14.382
8Direito Empresarial5.144
9Direito da Crianca e do Adolescente6.738
10Direito do Consumidor3.499
11Direitos Humanos3.160
12Direito Ambiental8.847

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quais matérias caem no concurso Tribunal de Justiça - RN (TJRN) para Juiz Substituto?

Pelo edital, o cargo de Juiz Substituto cobra 12 matérias: Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Tributário, Direito Empresarial, Direito da Crianca e do Adolescente, Direito do Consumidor, Direitos Humanos, Direito Ambiental.

Por onde começar a estudar para Juiz Substituto?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Tribunal de Justiça - RN (TJRN)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Preciso fazer o ENAM antes do concurso do TJRN?

Sim. Desde a atualização da Resolução CNJ 75/2009, o Exame Nacional da Magistratura é etapa prévia e obrigatória. Você precisa do certificado de aprovação (em regra 70% de acerto, 50% para cotistas e PcD), válido por dois anos e prorrogável uma vez, para se inscrever no certame estadual.

Quais matérias têm mais peso na prova?

Os grandes ramos dominam: Direito Civil, Processo Civil, Penal e Processo Penal, somados a Constitucional, Administrativo, Tributário, Empresarial, Consumidor, ECA, Eleitoral e Ambiental. O diferencial do RN é a legislação local: Código de Divisão e Organização Judiciárias do estado, Regimento Interno do TJRN e LOMAN.

Qual a remuneração e os requisitos do cargo?

O subsídio inicial está na faixa dos R$ 34 mil mensais. É preciso ser bacharel em Direito e comprovar, no mínimo, três anos de atividade jurídica após a colação de grau, requisito conferido na inscrição definitiva do concurso.

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