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Auditor Fiscal, Secretaria da Fazenda - MG (SEFAZ-MG)

O edital de Auditor Fiscal do Secretaria da Fazenda - MG (SEFAZ-MG) (banca CESPE/CEBRASPE) cobra 21 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Matemática. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: Varia por estado: ~R$ 15 mil a ~R$ 30 mil (Auditor Fiscal estadual (ICMS); muitos fiscos somam vencimento e prêmio de produtividade, está entre as carreiras mais bem pagas, confira o edital do estado)Base: Tabelas de vencimento das Secretarias de Fazenda estaduais (estudo Sindifisco Nacional), referência 2026. Confira o edital vigente.

O Auditor Fiscal da Receita Estadual de Minas vive e morre na Lei 6.763/75 e no RICMS-MG: quem domina a legislação mineira do ICMS larga na frente.

Matérias
21
Banca
CESPE/CEBRASPE
Nível
Superior (qualquer área)
Remuneração
Faixa alta, perto de R$ 25 mil
Banca
FGV (último certame)
O diferencial é a legislação tributária mineira, não o ICMS genérico

Direito Tributário (CTN, Constituição) você aprende em qualquer material de fazendária. O que separa quem passa na SEFAZ-MG é a Legislação Tributária Estadual: a Lei 6.763/1975 (que consolida a legislação tributária de Minas) e o RICMS-MG, aprovado pelo Decreto 43.080/2002. É um regulamento gigante, cheio de regras de substituição tributária, diferimento, crédito presumido e obrigações acessórias próprias de Minas. A FGV cobra letra de lei e situações de fiscalização reais, então leitura de dispositivo e resolução de questões da própria banca valem mais do que teoria bonita.

O que o Auditor Fiscal faz no dia a dia

O AFRE da SEFAZ-MG é a autoridade que constitui o crédito tributário do Estado. Na prática, isso significa:

  • Lançar tributos e lavrar autos de infração, aplicando penalidades quando há sonegação ou erro.
  • Fiscalizar empresas: cruzar EFD (Escrituração Fiscal Digital), NF-e e a escrituração contábil para achar fraude, omissão de receita e crédito indevido de ICMS.
  • Analisar pedidos de restituição e de regimes especiais, e atuar em fiscalizações de trânsito de mercadorias.

O foco prático é o ICMS, principal tributo do Estado, e o trabalho mistura contabilidade, auditoria e leitura fina da legislação mineira.

A banca e o perfil da prova

O último certame (2022, provas em 2023) foi organizado pela FGV, que costuma repetir o modelo. O que esperar do estilo FGV em fazendária:

  • Cobrança forte de letra de lei e de detalhe (prazos, percentuais, hipóteses de incidência e isenção).
  • Questões longas, com enunciado contextualizado e pegadinhas em casos de fiscalização.
  • Discursiva técnica que exige dispositivo + raciocínio, não redação genérica.

Resolver provas anteriores da FGV (inclusive de outras SEFAZ) é a forma mais rápida de calibrar o nível de detalhe exigido.

Estrutura e etapas

O concurso de 2022 teve formato enxuto, sem TAF, prova oral ou investigação social:

  • Prova objetiva: 130 questões, sendo 80 de conhecimentos gerais e 50 de conhecimentos específicos da área escolhida.
  • Prova discursiva: 4 questões da área de conhecimento, em até 30 linhas cada.
  • As vagas foram divididas em três áreas: Auditoria e Fiscalização (a maior fatia), Tributação e Tecnologia da Informação. Você escolhe a área na inscrição, e ela define os conhecimentos específicos.

Matérias de maior peso e prioridade

Para a área de Auditoria e Fiscalização (a de mais vagas), a ordem de prioridade prática é:

  1. Legislação Tributária Estadual: Lei 6.763/1975 e RICMS-MG (Decreto 43.080/2002). É o coração da prova e o maior fator de aprovação.
  2. Direito Tributário (CTN e Constituição) e Contabilidade Geral e de Custos, que sustentam a auditoria fiscal.
  3. Direito Administrativo e Constitucional, mais previsíveis, com bom custo-benefício.
  4. Português, Raciocínio Lógico-Matemático, Informática e Ética: base que não pode derrubar você, mas não é onde se ganha o concurso.

Se você for de TI ou Tributação, os 50 específicos mudam (governança e segurança de TI, ou tributação mais aprofundada), mas a parte de conhecimentos gerais permanece.

Nível e remuneração

O cargo exige nível superior em qualquer área de formação. A remuneração fica numa faixa alta para o serviço público estadual: o vencimento básico é mais modesto, mas com a gratificação de produtividade o total se aproxima da casa dos R$ 25 mil, podendo crescer com a progressão na carreira. Não trate números exatos como fixos, eles dependem de tabela vigente e produtividade.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Matemática43.088
4Estatística5.521
5Matemática Financeira4.447
6Informática40.187
7Direito Constitucional45.442
8Direito Administrativo65.476
9Direito Tributário14.382
10Contabilidade25.914
11Auditoria9.457
12Direito Financeiro6.211
13Administração Financeira e Orçamentária (AFO)15.292
14Finanças Públicas1.034
15Economia Brasileira1.012
16Microeconomia3.432
17Macroeconomia3.847
18Direito Civil15.999
19Direito Processual Civil11.190
20Direito Empresarial5.144
21Direito Penal16.427

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Auditor Fiscal?

Varia por estado: ~R$ 15 mil a ~R$ 30 mil, Auditor Fiscal estadual (ICMS); muitos fiscos somam vencimento e prêmio de produtividade, está entre as carreiras mais bem pagas, confira o edital do estado. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Secretaria da Fazenda - MG (SEFAZ-MG) para Auditor Fiscal?

Pelo edital, o cargo de Auditor Fiscal cobra 21 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Matemática, Estatística, Matemática Financeira, Informática, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Tributário, Contabilidade, Auditoria, Direito Financeiro, Administração Financeira e Orçamentária (AFO), Finanças Públicas, Economia Brasileira, Microeconomia, Macroeconomia, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Empresarial, Direito Penal.

Qual a banca do concurso Secretaria da Fazenda - MG (SEFAZ-MG)?

A banca do cargo de Auditor Fiscal é a CESPE/CEBRASPE.

Por onde começar a estudar para Auditor Fiscal?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Matemática) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Secretaria da Fazenda - MG (SEFAZ-MG)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Qual a formação exigida para ser Auditor Fiscal da SEFAZ-MG?

Diploma de nível superior em qualquer área reconhecida pelo MEC. Não é preciso ser formado em Direito, Contabilidade ou Economia, embora essas áreas ajudem no conteúdo da prova.

Qual a matéria que mais cai e mais elimina candidato?

A Legislação Tributária Estadual de Minas: a Lei 6.763/1975 e o RICMS-MG (Decreto 43.080/2002). É o conteúdo mais específico e decisivo. Direito Tributário e Contabilidade vêm logo atrás.

O concurso tem TAF, prova oral ou investigação social?

Não. O certame de 2022 foi composto por prova objetiva e prova discursiva, ambas eliminatórias e classificatórias, seguidas de curso de formação e nomeação, sem teste físico, prova oral ou investigação social.

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