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Oficial de Inteligência (Área 2 - Economia, Relações Econômicas e Estatística), Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)

O edital de Oficial de Inteligência (Área 2 - Economia, Relações Econômicas e Estatística) do Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) (banca CESPE/CEBRASPE) cobra 12 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Informática. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: A partir de ~R$ 18 mil (subsídio do Oficial de Inteligência da ABIN; sobe para ~R$ 20 mil em abril/2026 e chega a ~R$ 25 a 32 mil no topo)Base: Lei 11.776/2008 e Termo de Acordo 20/2024, referência 2026. Confira o edital vigente.

Inteligência de Estado com cabeça de economista: a Área 2 cobra análise econômica e econometria no nível mais alto do Executivo federal.

Matérias
12
Banca
CESPE/CEBRASPE
Nível
Superior
Banca (histórico)
Cebraspe
Foco da Área 2
Economia e Econometria
Econometria é o divisor de águas

O que separa a Área 2 das outras áreas do mesmo cargo é o bloco econômico-quantitativo. Estatística e Econometria (regressão, séries temporais, raiz unitária, cointegração, teste de hipóteses) são o gargalo real: quem domina larga na frente, quem ignora não passa. Comece por aí.

O que faz no dia a dia

O Oficial de Inteligência da Área 2 é o cargo de nível superior da carreira finalística da ABIN aplicado ao recorte econômico. Sua entrega central não é "achar dado", é transformar dado em conhecimento de inteligência que orienta a decisão do Estado.

Na prática, a rotina gira em torno de:

  • Produzir análises sobre riscos e tendências econômicas que afetem o interesse nacional (fluxos financeiros, comércio exterior, ameaças à infraestrutura crítica e à soberania econômica).
  • Tratar e modelar dados quantitativos: séries temporais, indicadores, estimativas, projeções, leitura crítica de estatística oficial.
  • Atuar dentro do SISBIN, integrando informação de vários órgãos, com salvaguarda de assunto sensível e classificação de sigilo.

Não é cargo de "espião de filme". É analista de alto nível que precisa raciocinar com economia e com número, sob pressão e com discrição.

A banca e o perfil da prova

O histórico do certame é com o Cebraspe, e isso muda a forma de estudar. O modelo clássico da banca para este cargo combina prova objetiva no formato certo/errado (onde errar penaliza acerto) com prova discursiva de peso alto, mais as fases internas.

O que isso exige de você:

  • Domínio fino, não decoreba: o item certo/errado pune quem sabe "mais ou menos".
  • Texto bem escrito: a discursiva costuma cobrar tema estratégico (segurança, geopolítica, política pública, economia aplicada) em dissertação argumentativa dentro de limite de linhas.
  • Atualidades de verdade: a banca gosta de tema quente conectado a inteligência e relações internacionais.

A dificuldade é alta porque soma exigência técnica em economia com a régua de redação do Cebraspe.

Matérias de maior peso (Área 2)

Aqui está o diferencial deste cargo frente às outras áreas: o bloco específico é econômico. Concentre energia em:

  • Microeconomia e Macroeconomia: a base que sustenta tudo, cobrada com profundidade.
  • Estatística e Econometria: intervalo de confiança e teste de hipóteses, tipos de erro e nível de significância, análise de variância; regressão linear simples e múltipla, variáveis binárias, violação das hipóteses, equações simultâneas, séries temporais (estacionariedade, ARMA), raiz unitária e cointegração.
  • Economia brasileira e Relações econômicas internacionais: contexto, política econômica e comércio exterior.

Econometria é o que separa o aprovado da Área 2. Quem vem de Economia/Estatística joga em casa; quem vem de fora precisa começar por aí cedo.

Conhecimentos básicos e a parte comum

Além do bloco econômico, há a parte de conhecimentos básicos comum à carreira. Não dá pra terceirizar:

  • Língua Portuguesa com foco em interpretação de texto (a prova é detalhista, vai muito além de gramática solta).
  • Noções da atividade de inteligência e da legislação que estrutura o SISBIN e a ABIN.
  • Atualidades e temas de Estado (segurança, geopolítica, política internacional).

Esses pontos também alimentam a discursiva, então estudar bem aqui rende dobrado.

Nível, remuneração e etapas

  • Nível superior, com aceitação de graduação em diversas áreas para o cargo de Oficial (a Área 2 exige bagagem econômica/quantitativa para render na prova).
  • Remuneração na faixa alta do funcionalismo federal, entre as carreiras mais bem pagas de nível superior do Executivo, com subsídio que evoluiu após reestruturação recente.
  • Etapas típicas do certame: prova objetiva e discursiva, depois fase com exames e avaliações (capacidade física, médica, psicológica) e investigação social e funcional, e por fim o Curso de Formação de Inteligência na ESINT, de caráter eliminatório e classificatório, com carga horária maior para Oficial.

A investigação social e a formação interna são filtros sérios: vida regular e desempenho no curso contam.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Informática40.187
4Língua Inglesa8.200
5Atualidades11.556
6Microeconomia3.432
7Macroeconomia3.847
8Economia Brasileira1.012
9Comércio Internacional628
10Estatística5.521
11Econometria189
12Matemática43.088

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Oficial de Inteligência (Área 2 - Economia, Relações Econômicas e Estatística)?

A partir de ~R$ 18 mil, subsídio do Oficial de Inteligência da ABIN; sobe para ~R$ 20 mil em abril/2026 e chega a ~R$ 25 a 32 mil no topo. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) para Oficial de Inteligência (Área 2 - Economia, Relações Econômicas e Estatística)?

Pelo edital, o cargo de Oficial de Inteligência (Área 2 - Economia, Relações Econômicas e Estatística) cobra 12 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Informática, Língua Inglesa, Atualidades, Microeconomia, Macroeconomia, Economia Brasileira, Comércio Internacional, Estatística, Econometria, Matemática.

Qual a banca do concurso Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)?

A banca do cargo de Oficial de Inteligência (Área 2 - Economia, Relações Econômicas e Estatística) é a CESPE/CEBRASPE.

Por onde começar a estudar para Oficial de Inteligência (Área 2 - Economia, Relações Econômicas e Estatística)?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Informática) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Preciso ser formado em Economia para a Área 2?

O cargo de Oficial de Inteligência costuma aceitar nível superior em diversas áreas. Mas a Área 2 cobra Micro, Macro, Estatística e Econometria com profundidade, então quem não tem base econômica ou quantitativa precisa compensar com muito estudo, começando cedo por Econometria.

Qual é a banca e o que isso muda no estudo?

O histórico do certame é com o Cebraspe. Isso significa prova objetiva em formato certo/errado (onde errar penaliza acerto) e discursiva de peso alto. Você precisa de domínio fino, não decoreba, e de texto dissertativo bem escrito sobre temas estratégicos.

Quais são as etapas além das provas?

Depois da objetiva e da discursiva, há fase com exames e avaliações (capacidade física, médica e psicológica) e investigação social e funcional, encerrando no Curso de Formação de Inteligência na ESINT, eliminatório e classificatório.

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