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Juiz Federal Substituto, Tribunal Regional Federal - 6ª Região (TRF6)

O edital de Juiz Federal Substituto do Tribunal Regional Federal - 6ª Região (TRF6) (banca FGV) cobra 13 matérias. As de maior peso são Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

O primeiro concurso de juiz federal do tribunal mais novo do país: vaga em Minas Gerais, banca FGV e ENAM obrigatório.

Matérias
13
Banca
FGV
Banca
FGV
Jurisdição
Minas Gerais (TRF6)
Pré-requisito
3 anos jurídicos + ENAM
O TRF6 é uma carreira que só existe há pouco tempo, e isso muda o seu jogo

O Tribunal Regional Federal da 6ª Região nasceu do desmembramento do antigo TRF1 e tem jurisdição exclusiva sobre Minas Gerais, com sede em Belo Horizonte e subseções espalhadas por dezenas de comarcas do interior. Por ser um tribunal recente, com estrutura ainda em expansão, a tendência é de mais vagas e movimentação de carreira nos próximos anos. Na prática, você concorre a uma magistratura federal inteira concentrada num único estado, o que torna a lotação mais previsível do que em regiões que abrangem vários estados. E atenção: aqui não tem como improvisar. Sem aprovação prévia no Exame Nacional da Magistratura (ENAM), você nem entra na disputa.

O que faz um juiz federal substituto no dia a dia

Você julga as causas de competência da Justiça Federal, que são bem específicas. Pense em conflitos envolvendo a União, autarquias e empresas públicas federais (INSS, IBAMA, universidades federais, Caixa em contratos do FGTS, por exemplo).

  • Processos previdenciários e assistenciais contra o INSS, que são um volume gigantesco e muito presente no interior de Minas.
  • Crimes federais: tráfico internacional, crimes contra o sistema financeiro, desvio de verba federal, contrabando.
  • Execuções fiscais da União, questões tributárias federais e ações ambientais com interesse federal.
  • Como substituto, você auxilia e substitui o juiz titular, atua em mutirões e pode responder por mais de uma vara, inclusive no interior.

Banca, perfil e dificuldade da prova

A FGV organiza o certame, e isso tem cara própria: enunciados longos, casos concretos e cobrança de jurisprudência aplicada (STF, STJ e a posição dos tribunais superiores), não só letra de lei seca.

  • É preciso ter bacharelado em Direito e comprovar pelo menos três anos de atividade jurídica.
  • A aprovação no ENAM é condição de participação, não etapa do próprio concurso do TRF6. Resolva isso primeiro.
  • A primeira etapa é objetiva (100 questões de múltipla escolha), eliminatória e classificatória.
  • Por ser o primeiro concurso do TRF6, há pouca prova anterior do tribunal: estude o estilo FGV e as provas recentes de magistratura federal de outras regiões.

Matérias de maior peso e prioridade

O conteúdo é dividido em três blocos, e dois ramos pesam mais aqui do que em concursos estaduais por causa da competência federal.

  • Bloco I: Constitucional, Previdenciário, Penal, Processo Penal, Econômico e Defesa do Consumidor. O Previdenciário é diferencial real para a Justiça Federal.
  • Bloco II: Civil, Processo Civil, Empresarial, Financeiro e Tributário. Processo Civil e Tributário são o coração das suas sentenças cíveis.
  • Bloco III: Administrativo, Ambiental, Internacional (público e privado), Direitos Humanos e Formação Humanística.
  • Priorize Constitucional, Processo Civil, Previdenciário e Penal/Processo Penal: são os que mais aparecem e os que você vai usar para escrever as sentenças.

Nível e remuneração

É cargo de nível superior e topo de carreira jurídica, com remuneração inicial na faixa dos subsídios da magistratura federal de primeira instância (algo próximo do teto do funcionalismo já no início).

  • Subsídio inicial elevado, com progressão por antiguidade e merecimento dentro da carreira.
  • Vantagens típicas da magistratura e prerrogativas do cargo de juiz federal.
  • O patamar é alto justamente porque a barreira de entrada (ENAM mais concurso) também é.

Etapas do concurso

São várias fases eliminatórias, e a parte escrita é onde a maioria cai.

  • Prova objetiva seletiva (100 questões).
  • Provas escritas: uma discursiva sobre as disciplinas do edital e uma prática com elaboração de duas sentenças, uma cível e uma criminal, exigindo nota mínima em cada.
  • Sindicância da vida pregressa e investigação social, além de exames de sanidade física, mental e avaliação psicotécnica.
  • Prova oral pública, com pontos sorteados com antecedência, avaliando conhecimento jurídico, argumentação e domínio do idioma.
  • Avaliação de títulos e curso de formação ao final.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Direito Constitucional45.442
2Direito Administrativo65.476
3Direito Civil15.999
4Direito Processual Civil11.190
5Direito Penal16.427
6Direito Processual Penal11.310
7Direito Tributário14.382
8Direito Empresarial5.144
9Direito Previdenciário4.747
10Direitos Humanos3.160
11Direito Ambiental8.847
12Direito Internacional1.134
13Direito Financeiro6.211

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quais matérias caem no concurso Tribunal Regional Federal - 6ª Região (TRF6) para Juiz Federal Substituto?

Pelo edital, o cargo de Juiz Federal Substituto cobra 13 matérias: Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Tributário, Direito Empresarial, Direito Previdenciário, Direitos Humanos, Direito Ambiental, Direito Internacional, Direito Financeiro.

Qual a banca do concurso Tribunal Regional Federal - 6ª Região (TRF6)?

A banca do cargo de Juiz Federal Substituto é a FGV.

Por onde começar a estudar para Juiz Federal Substituto?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Tribunal Regional Federal - 6ª Região (TRF6)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

O TRF6 cobre quais estados?

Apenas Minas Gerais. O TRF6 foi desmembrado do antigo TRF1 e tem jurisdição exclusiva sobre o território mineiro, com sede em Belo Horizonte e subseções no interior. Por isso a lotação tende a ser mais previsível do que em regiões com vários estados.

Preciso do ENAM para concorrer à vaga de juiz federal do TRF6?

Sim. A aprovação no Exame Nacional da Magistratura (ENAM) é requisito de participação, junto com o bacharelado em Direito e três anos de atividade jurídica. Sem o ENAM, você não consegue se inscrever.

Qual a parte mais difícil do concurso?

As provas escritas, em especial a prática, que exige redigir duas sentenças (uma cível e uma criminal) com nota mínima em cada. É a fase que mais elimina, então treinar a escrita de sentenças desde cedo faz diferença real.

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