Analista Judiciário, Tribunal Regional Federal - 6ª Região (TRF6)
O edital de Analista Judiciário do Tribunal Regional Federal - 6ª Região (TRF6) cobra 10 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.
Remuneração inicial: A partir de ~R$ 16 mil (vencimento básico mais Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ); chega a ~R$ 24 mil no topo da carreira)Base: Tabela do Poder Judiciário da União (Lei 15.293/2025), referência 2026. Confira o edital vigente.
O cargo de quem faz a Justiça Federal mais nova do país andar: análise jurídica de verdade, no estilo implacável do Cebraspe.
Na área judiciária do TRF6, os conhecimentos específicos jurídicos concentram a maior parte dos itens, e a banca cobra no formato Certo/Errado, em que errar anula acerto. Constitucional e Administrativo são a dupla que mais derruba candidato. Vença esses dois com a lei seca na ponta da língua e treine a discursiva, porque é nela que muita gente aprovada na objetiva acaba eliminada.
O que faz no dia a dia
O analista judiciário da área judiciária do TRF6 é o servidor que faz a engrenagem processual da Justiça Federal andar, sempre com exigência de bacharelado em Direito. Na prática, voce vai:
- Analisar e impulsionar processos: minutar despachos, decisões e sentenças sob supervisão de juízes e desembargadores federais.
- Atuar em gabinetes, varas e secretarias da segunda instância (Belo Horizonte) ou da primeira instância (Seção Judiciária de Minas Gerais e subseções no interior).
- Examinar petições, conferir prazos, cumprir mandados de natureza processual e preparar autos para julgamento.
- Dar suporte técnico-jurídico em audiências, sessões de turma e na triagem de recursos.
É um cargo de cabeça jurídica, não de tarefa administrativa pura: voce lida com o mérito processual o tempo todo.
A banca e o perfil da prova
O primeiro concurso do TRF6 foi organizado pelo Cebraspe (ex-Cespe), e esse detalhe muda toda a estratégia. O modelo é o clássico Certo/Errado, no qual cada erro anula um acerto. Isso pune o chute e premia quem domina a literalidade da lei e a jurisprudência consolidada (STF e STJ).
- Prova objetiva com cerca de 120 itens, divididos entre conhecimentos básicos e específicos.
- Peso forte nos conhecimentos específicos jurídicos (cerca de 70 itens), o que torna o Direito o coração da disputa.
- Prova discursiva (questão dissertativa, faixa de até 45 linhas) que cobra redação técnico-jurídica clara e bem fundamentada.
O perfil de dificuldade é alto: itens com pegadinhas de redação, troca de palavras e exceções legais. Quem treina no estilo Cebraspe larga na frente.
Matérias de maior peso e prioridade
Para a área judiciária, as disciplinas jurídicas decidem a aprovação. Priorize por ordem de retorno:
- Direito Constitucional e Direito Administrativo: a dupla que mais aparece e mais derruba candidato, com cobrança pesada de legislação seca e súmulas.
- Direito Processual Civil: espinha dorsal do trabalho de uma vara federal (prazos, recursos, ações constitucionais, cumprimento de sentença).
- Direito Penal e Processual Penal: relevantes pela competência criminal federal.
- Língua Portuguesa e Raciocínio (lógico/analítico): nos básicos, costumam ser o desempate; não dá para abandonar.
Complete com Ética no Serviço Público, Direitos Humanos e Fundamentais e noções de Acessibilidade, que rendem pontos baratos e são curtos de estudar.
Nível, remuneração e lotação
É cargo de nível superior, um dos mais bem pagos do funcionalismo de apoio do Judiciário. A remuneração inicial fica na faixa de cinco dígitos altos (vencimento básico somado à Gratificação de Atividade Judiciária), com progressão que eleva bastante o teto da carreira ao longo do tempo.
Atenção a um ponto próprio do TRF6: por ser o tribunal mais novo do país, instalado em 2022 em Belo Horizonte, o primeiro certame foi voltado em boa parte a cadastro de reserva, com vagas e nomeações distribuídas por diversos municípios de Minas Gerais. Ou seja, a lotação pode ser no interior, não só na capital.
Etapas do concurso
O certame da área judiciária é mais enxuto do que o de carreiras policiais, mas tem filtros importantes:
- Prova objetiva (Certo/Errado), de caráter eliminatório e classificatório.
- Prova discursiva (dissertativa jurídica), eliminatória, que reprova muita gente boa na objetiva por falta de técnica de escrita.
- Avaliação de títulos (classificatória), para somar pontos com pós-graduação e tempo de experiência.
Não há TAF, prova oral nem investigação social no modelo de servidor: o jogo é decidido no conhecimento técnico e na redação.
Matérias do edital
| # | Matéria | Questões no acervo |
|---|---|---|
| 1 | Português | 113.268 |
| 2 | Raciocínio Lógico | 19.866 |
| 3 | Direito Constitucional | 45.442 |
| 4 | Direito Administrativo | 65.476 |
| 5 | Direito Civil | 15.999 |
| 6 | Direito Processual Civil | 11.190 |
| 7 | Direito Penal | 16.427 |
| 8 | Direito Processual Penal | 11.310 |
| 9 | Direito Previdenciário | 4.747 |
| 10 | Direito Tributário | 14.382 |
Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.
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Perguntas frequentes
Quanto ganha o Analista Judiciário?
A partir de ~R$ 16 mil, vencimento básico mais Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ); chega a ~R$ 24 mil no topo da carreira. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.
Quais matérias caem no concurso Tribunal Regional Federal - 6ª Região (TRF6) para Analista Judiciário?
Pelo edital, o cargo de Analista Judiciário cobra 10 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Previdenciário, Direito Tributário.
Por onde começar a estudar para Analista Judiciário?
Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.
Onde treinar questões para o concurso Tribunal Regional Federal - 6ª Região (TRF6)?
No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.
Qual banca organizou o concurso do TRF6 para analista judiciário?
O primeiro concurso do TRF6 foi do Cebraspe, no modelo Certo/Errado, em que cada erro anula um acerto. Isso exige domínio da literalidade da lei e da jurisprudência, e penaliza o chute. Treinar nesse estilo específico faz diferença direta na nota.
Preciso ser formado em Direito para a área judiciária do TRF6?
Sim. A área judiciária exige bacharelado em Direito, porque o trabalho envolve análise de mérito processual, minuta de decisões e suporte técnico-jurídico a juízes e desembargadores federais.
A lotação é sempre em Belo Horizonte?
Não necessariamente. O TRF6 tem jurisdição sobre Minas Gerais e sede em Belo Horizonte, mas as nomeações do primeiro certame foram distribuídas por vários municípios mineiros. Considere a possibilidade de lotação no interior ao se planejar.