Juiz Federal Substituto, Tribunal Regional Federal - 2ª Região (TRF2)
O edital de Juiz Federal Substituto do Tribunal Regional Federal - 2ª Região (TRF2) (banca FGV) cobra 13 matérias. As de maior peso são Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.
A magistratura federal no Rio e no Espírito Santo começa com o ENAM e se decide no corte por bloco da FGV.
Para concorrer ao cargo de juiz federal substituto do TRF2 você precisa, antes de tudo, estar aprovado no ENAM com certificado válido. Some a isso o corte por bloco da prova objetiva: não basta ir muito bem em uma área, é preciso desempenho mínimo em cada um dos três blocos. Quem ignora isso e estuda de forma desbalanceada é eliminado mesmo com boa nota global.
O que faz um juiz federal substituto na 2ª Região
O juiz federal substituto julga, em primeira instância, causas de competência da Justiça Federal: processos que envolvem a União, autarquias e empresas públicas federais (INSS, Caixa, IBAMA, universidades federais), crimes federais, execuções fiscais da Fazenda Nacional, questões previdenciárias e tributárias. Na 2ª Região, a jurisdição cobre Rio de Janeiro e Espírito Santo, e a rotina pesa para o lado previdenciário, tributário e penal federal.
- Profere sentenças cíveis e criminais, decisões e despachos no dia a dia da vara.
- Atua em substituição e auxílio entre varas, com lotação inicial que pode ser no interior do RJ ou do ES.
- Conduz audiências de instrução, conciliação e custódia.
- Faz plantão judiciário, incluindo decisões urgentes de habeas corpus e tutelas.
A banca e o perfil da prova
O certame mais recente (XIX concurso) foi conduzido pela FGV, com uma estrutura que premia conhecimento horizontal: a prova objetiva traz 100 questões com corte por bloco, então não adianta ser forte só em uma área. A FGV cobra letra de lei, jurisprudência recente do STF e do STJ e raciocínio aplicado, com enunciados longos.
- Aprovação prévia no ENAM é condição de inscrição. O TRF2 foi o primeiro tribunal a usar o exame como fase.
- Corte por bloco: é preciso desempenho mínimo em cada um dos três blocos, além da nota global.
- Estilo FGV: pegadinhas em alternativas plausíveis e forte presença de jurisprudência.
Matérias de maior peso e prioridade
A objetiva tem 100 questões em três blocos. Cada questão vale 1 ponto, sem peso diferente por disciplina, mas o corte por bloco força equilíbrio. Priorize o que cai mais e o que é "cara" da Justiça Federal.
- Bloco I (35 questões): Constitucional, Previdenciário, Penal, Processo Penal e Direito Econômico e do Consumidor.
- Bloco II (35 questões): Civil, Processo Civil, Empresarial e Financeiro e Tributário.
- Bloco III (30 questões): Administrativo, Ambiental, Internacional Público e Privado, Formação Humanística e Direitos Humanos.
- Foque cedo em Previdenciário, Tributário e Penal federal: é o que domina a vara federal e costuma decidir a prova escrita.
Nível, remuneração e exigências de ingresso
É carreira de cúpula jurídica, de altíssima concorrência e nível elevado. O subsídio inicial de juiz federal substituto está na faixa dos R$ 37 mil mensais, sem contar auxílios. Os requisitos seguem a Resolução CNJ nº 75/2009 somada ao ENAM.
- Bacharel em Direito com, no mínimo, três anos de atividade jurídica após a colação de grau.
- Aprovação no ENAM válida (certificado com prazo de validade) para se inscrever.
- Vagas concentradas em RJ e ES, com cadastro de reserva.
As etapas do concurso
O concurso é longo e tem cinco etapas, todas além do ENAM já exigido na entrada.
- Prova objetiva seletiva (100 questões, 5 horas, corte por bloco e nota global).
- Provas escritas: uma prova discursiva, uma sentença cível e uma sentença criminal.
- Inscrição definitiva: sindicância da vida pregressa e investigação social, exames de sanidade física e mental e exame psicotécnico.
- Prova oral: arguição pública perante a banca examinadora.
- Avaliação de títulos (caráter classificatório).
Matérias do edital
| # | Matéria | Questões no acervo |
|---|---|---|
| 1 | Direito Constitucional | 45.442 |
| 2 | Direito Administrativo | 65.476 |
| 3 | Direito Civil | 15.999 |
| 4 | Direito Processual Civil | 11.190 |
| 5 | Direito Penal | 16.427 |
| 6 | Direito Processual Penal | 11.310 |
| 7 | Direito Tributário | 14.382 |
| 8 | Direito Empresarial | 5.144 |
| 9 | Direito Previdenciário | 4.747 |
| 10 | Direitos Humanos | 3.160 |
| 11 | Direito Ambiental | 8.847 |
| 12 | Direito Internacional | 1.134 |
| 13 | Direito Financeiro | 6.211 |
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Perguntas frequentes
Quais matérias caem no concurso Tribunal Regional Federal - 2ª Região (TRF2) para Juiz Federal Substituto?
Pelo edital, o cargo de Juiz Federal Substituto cobra 13 matérias: Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Tributário, Direito Empresarial, Direito Previdenciário, Direitos Humanos, Direito Ambiental, Direito Internacional, Direito Financeiro.
Qual a banca do concurso Tribunal Regional Federal - 2ª Região (TRF2)?
A banca do cargo de Juiz Federal Substituto é a FGV.
Por onde começar a estudar para Juiz Federal Substituto?
Comece pelas matérias de maior peso no edital (Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.
Onde treinar questões para o concurso Tribunal Regional Federal - 2ª Região (TRF2)?
No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.
Preciso do ENAM para o concurso de juiz federal do TRF2?
Sim. A aprovação prévia no ENAM é condição de inscrição. O TRF2 foi o primeiro tribunal a usar o exame como fase do concurso da magistratura federal.
Quais matérias têm mais peso na prova objetiva?
A objetiva tem 100 questões em três blocos, cada questão valendo 1 ponto. Por ser Justiça Federal, Previdenciário, Tributário e Penal federal merecem prioridade, e o corte por bloco exige equilíbrio em todas as áreas.
Quais são as etapas do concurso?
São cinco: prova objetiva, provas escritas (discursiva, sentença cível e sentença criminal), inscrição definitiva com investigação social e exames, prova oral e avaliação de títulos, além do ENAM já exigido na inscrição.
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