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Analista Judiciário, Tribunal de Justiça - RJ (TJRJ)

O edital de Analista Judiciário do Tribunal de Justiça - RJ (TJRJ) (banca FGV) cobra 11 matérias. As de maior peso são Português, Direito Constitucional, Direito Administrativo. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: Varia por estado: ~R$ 8 mil a ~R$ 18 mil (Analista Judiciário de Tribunal de Justiça estadual; o valor muda por estado, confira o edital)Base: Tabelas de vencimentos dos TJs estaduais (portais de transparência), referência 2026. Confira o edital vigente.

A elite do funcionalismo do Judiciário fluminense: cargo de nível superior, prova densa de Direito e remuneração que passa da casa dos cinco dígitos no maior tribunal estadual do país.

Matérias
11
Banca
FGV
Banca recente
FGV
Escolaridade
Superior
Remuneração
Acima de R$ 9 mil
A prova é decidida nos conhecimentos específicos de Direito

No último certame (LXII, FGV, provas em fevereiro de 2026), a objetiva teve 70 questões: 30 de conhecimentos gerais e 40 de específicos, com corte cumulativo (mínimo de 20 acertos nos específicos e 35 no total). Ou seja, mais da metade da prova é Direito puro, e o gargalo está justamente ali. Quem trata as matérias jurídicas como detalhe não passa. Some a isso a discursiva eliminatória (dissertativa sobre conhecimento específico do cargo, nota mínima de 8 em 20) e fica claro: domínio profundo de processo, e não decoreba de lei seca, é o que separa o aprovado do reprovado.

O que você faz no dia a dia

O Analista Judiciário sem especialidade (a chamada área judiciária) é o braço técnico-jurídico do magistrado. Na prática, você dá suporte direto à atividade de julgar e ao andamento dos processos. As tarefas típicas incluem:

  • Elaborar minutas de decisões, despachos e sentenças para o juiz revisar e assinar.
  • Praticar os atos de impulsionamento processual (movimentar o processo para a fase seguinte) nos feitos judiciais e administrativos da sua unidade.
  • Analisar petições, prazos e peças, organizando o trabalho do gabinete ou cartório para otimizar a entrega jurisdicional.

É um cargo de gabinete, intelectual, com peso real na rotina do Judiciário. Quem tem cabeça jurídica e gosta de redigir peças se encaixa bem.

A banca e o perfil da prova

A banca do certame mais recente foi a FGV, que assumiu o estilo que hoje domina os tribunais: questões contextualizadas, casos práticos e cobrança de raciocínio, não apenas de letra de lei. A prova objetiva de Analista teve 70 questões de múltipla escolha (cinco alternativas, uma correta), divididas em 30 de conhecimentos gerais e 40 de específicos. A aprovação na objetiva é cumulativa: é preciso acertar no mínimo 12 das gerais, 20 das específicas e 35 no total. A FGV costuma cobrar entendimento de súmulas e jurisprudência, então estudar só o texto frio do código não basta.

Matérias de maior peso e prioridade

O jogo está nos conhecimentos específicos, que valem mais de metade da prova. Priorize, nesta ordem de retorno:

  • Direito Processual Civil: atos processuais, prazos, recursos e tutela provisória. É o coração do trabalho do analista e a matéria mais densa.
  • Direito Processual Penal: inquérito policial, ação penal, prisões e o rito do Tribunal do Júri.
  • Direito Constitucional: direitos e garantias fundamentais, organização dos Poderes, Administração Pública e, com foco fluminense, as competências do Poder Judiciário.
  • Direito Administrativo e legislação específica: rotinas cartorárias, custas, deveres dos servidores, além das Leis dos Juizados Especiais (9.099/1995 e 12.153/2009).

Direito Civil e Penal (parte material) também entram e dão base para o processo. Não dá para escolher uma e abandonar as outras: o corte por bloco exige equilíbrio.

O que é próprio do TJRJ

O diferencial deste concurso está na legislação local, que ninguém de fora do Rio domina por acaso. Aqui você precisa estudar:

  • O CODJERJ (Código de Organização e Divisão Judiciárias do Estado do Rio de Janeiro), que define a estrutura, as competências e a divisão judiciária do tribunal.
  • As normas da Corregedoria Geral da Justiça do RJ, em especial o Código de Normas, que rege as rotinas cartorárias, custas e o funcionamento das serventias.
  • O regime jurídico dos servidores do Poder Judiciário fluminense, com deveres, vedações e direitos próprios.

Essas matérias rendem pontos fáceis para quem estuda direito e viram pegadinha para quem ignora. Como são específicas do estado, é onde você cria vantagem real sobre o candidato genérico.

Nível, remuneração e etapas

É cargo de nível superior, exigindo diploma de graduação (a área judiciária sem especialidade costuma aceitar qualquer curso de bacharelado, mas confirme sempre no edital vigente). A remuneração é uma das mais atrativas entre os tribunais estaduais: passa da casa dos R$ 9 mil, composta por vencimento básico mais gratificações de atividade judiciária. As etapas, no último certame, foram:

  • Prova objetiva (eliminatória e classificatória).
  • Prova discursiva (só para Analista): uma dissertação sobre conhecimento específico do cargo, eliminatória, com nota mínima exigida.
  • Avaliação de títulos (classificatória, exclusiva de nível superior).

Não há TAF, prova oral, curso de formação obrigatório nem investigação social neste cargo. A briga é puramente intelectual.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Direito Constitucional45.442
3Direito Administrativo65.476
4Direito Processual Civil11.190
5Direito Civil15.999
6Direito Penal16.427
7Informática40.187
8Raciocínio Lógico19.866
9Direito Processual Penal11.310
10Direito da Crianca e do Adolescente6.738
11Direitos Humanos3.160

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Analista Judiciário?

Varia por estado: ~R$ 8 mil a ~R$ 18 mil, Analista Judiciário de Tribunal de Justiça estadual; o valor muda por estado, confira o edital. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Tribunal de Justiça - RJ (TJRJ) para Analista Judiciário?

Pelo edital, o cargo de Analista Judiciário cobra 11 matérias: Português, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Processual Civil, Direito Civil, Direito Penal, Informática, Raciocínio Lógico, Direito Processual Penal, Direito da Crianca e do Adolescente, Direitos Humanos.

Qual a banca do concurso Tribunal de Justiça - RJ (TJRJ)?

A banca do cargo de Analista Judiciário é a FGV.

Por onde começar a estudar para Analista Judiciário?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Direito Constitucional, Direito Administrativo) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Tribunal de Justiça - RJ (TJRJ)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Qual a diferença entre o Analista sem especialidade (área judiciária) e o com especialidade no TJRJ?

O Analista sem especialidade atua no suporte técnico-jurídico direto ao magistrado: minuta decisões, despachos e impulsiona processos. As especialidades (como Execução de Mandados, ligada ao oficial de justiça, ou áreas de TI, contabilidade, etc.) exigem formação específica e têm atribuições próprias. A área judiciária é a mais procurada por quem quer trabalho de gabinete jurídico.

Preciso ser formado em Direito para o cargo?

O cargo é de nível superior. A área judiciária sem especialidade tradicionalmente aceita diploma em qualquer curso de graduação reconhecido, mas como a prova é integralmente jurídica, ter formação em Direito é uma vantagem enorme. Confira sempre o requisito de escolaridade no edital vigente antes de se inscrever.

O que mais reprova candidato nesse concurso?

O corte cumulativo nos conhecimentos específicos e a prova discursiva eliminatória. Mais da metade da objetiva é Direito, com mínimo obrigatório de acertos nos específicos, e a discursiva derruba quem não treina redação jurídica. Quem distribui mal o tempo entre as matérias ou negligencia a legislação local do RJ costuma ficar de fora.

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