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Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal), Tribunal Regional do Trabalho - 1ª Região (TRT1)

O edital de Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal) do Tribunal Regional do Trabalho - 1ª Região (TRT1) cobra 12 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Informática. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: A partir de ~R$ 16 mil (vencimento básico mais Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ); chega a ~R$ 24 mil no topo da carreira)Base: Tabela do Poder Judiciário da União (Lei 15.293/2025), referência 2026. Confira o edital vigente.

O analista que sai do tribunal para a rua: cumpre mandados, penhora e avalia bens na Justiça do Trabalho do Rio.

Matérias
12
Banca
FCC
Escolaridade
Bacharel em Direito
Remuneração
Faixa de R$ 14 a 17 mil
O cargo se decide em Direito e Processo do Trabalho

Por ser área judiciária na Justiça do Trabalho do Rio, o eixo da prova é Direito e Processo do Trabalho, com forte cobrança de súmulas do TST. A discursiva de 2025 veio como estudo de caso sobre jornada e intervalo intrajornada (Súmula 437). Quem domina execução trabalhista, penhora e prazos processuais sai na frente.

O que você faz no dia a dia

O Oficial de Justiça Avaliador Federal do TRT da 1ª Região é o braço do juiz na rua: você cumpre os mandados que a vara expede, transformando decisão em ato concreto. Como o foco é a Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro, a rotina gira em torno da execução trabalhista, que é a fase mais travada do processo.

  • Citar, notificar e intimar partes, testemunhas e terceiros, dentro e fora da comarca.
  • Penhorar bens (móveis, imóveis, dinheiro, veículos) e avaliá-los: é o "Avaliador" do cargo, você atribui valor ao bem constrito.
  • Cumprir mandados de busca e apreensão, remoção, reintegração de posse e arresto.
  • Lavrar certidões com fé pública e observar o prazo do artigo 721 da CLT (9 dias para devolver o mandado cumprido), prorrogável com justificativa ao juízo.

Banca e perfil da prova

O certame de 2025 do TRT1 (RJ) foi organizado pela FCC, e esse é o padrão a estudar. A FCC cobra letra de lei, súmula e jurisprudência consolidada com enunciados longos e alternativas que trocam uma palavra para derrubar quem decorou no automático.

  • A discursiva de 2025 veio como estudo de caso de Direito do Trabalho: jornada e intervalo intrajornada, ancorados na Súmula 437 do TST e na CLT. Espere problema prático, não teoria solta.
  • O conteúdo específico fecha em torno de atos, termos e prazos processuais, vícios dos atos e provas no processo do trabalho (Anexo II do edital).
  • Provão objetivo mais discursivo no mesmo dia, com várias horas de fôlego. Treine resistência, não só conteúdo.

Nível, exigência e remuneração

É cargo de nível superior: exige bacharelado em Direito devidamente registrado. A remuneração inicial é alta para o serviço público, na faixa dos quatorze a dezessete mil reais, somando o vencimento de Analista à Gratificação de Atividade Externa (GAE), paga justamente porque você atua fora do prédio do tribunal.

A GAE é o detalhe que separa o Oficial dos demais analistas: ela existe porque o cumprimento de mandado é trabalho de campo, com deslocamento e exposição. Pesa no contracheque e no perfil de quem encara a função.

Etapas do concurso

O modelo do TRT1 (RJ) pela FCC é enxuto e centrado em prova de conhecimento, sem TAF nem investigação social no estilo de carreiras policiais.

  • Prova objetiva, eliminatória e classificatória.
  • Prova discursiva (estudo de caso), eliminatória e classificatória.
  • Exigência de bacharelado em Direito comprovado na posse.
  • Sem teste físico, prova oral ou curso de formação na última edição: o jogo se decide nas provas escritas.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Informática40.187
4Acessibilidade469
5Direito Constitucional45.442
6Direito Administrativo65.476
7Direito Civil15.999
8Direito Processual Civil11.190
9Direito do Trabalho8.529
10Direito Processual do Trabalho4.761
11Direito Previdenciário4.747
12Direitos Humanos3.160

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal)?

A partir de ~R$ 16 mil, vencimento básico mais Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ); chega a ~R$ 24 mil no topo da carreira. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Tribunal Regional do Trabalho - 1ª Região (TRT1) para Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal)?

Pelo edital, o cargo de Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal) cobra 12 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Informática, Acessibilidade, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho, Direito Previdenciário, Direitos Humanos.

Por onde começar a estudar para Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal)?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Informática) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Tribunal Regional do Trabalho - 1ª Região (TRT1)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Qual banca organiza o concurso e o que ela cobra?

A edição de 2025 do TRT da 1ª Região (RJ) foi da FCC. A banca cobra letra de lei, súmula e OJ do TST de forma quase literal, com enunciados longos e alternativas que mudam uma palavra para confundir. A discursiva veio como estudo de caso de Direito do Trabalho.

Precisa ser formado em Direito?

Sim. O cargo é de nível superior e exige bacharelado em Direito devidamente registrado, emitido por instituição reconhecida pelo MEC. A comprovação é feita na posse.

Tem teste físico, prova oral ou investigação social?

Não na última edição. O concurso do TRT1 (RJ) pela FCC se resolve em prova objetiva e prova discursiva (estudo de caso), ambas eliminatórias e classificatórias. Não há TAF, prova oral nem curso de formação no modelo aplicado.

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