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Oficial Judiciário, Tribunal de Justiça - MG (TJMG)

O edital de Oficial Judiciário do Tribunal de Justiça - MG (TJMG) (banca FGV) cobra 10 matérias. As de maior peso são Português, Direito Constitucional, Direito Administrativo. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

O cargo de nível médio que move o Judiciário mineiro por dentro: citações, intimações e suporte direto às audiências, com milhares de vagas vagas esperando o próximo edital.

Matérias
10
Banca
FGV
Nível
Médio completo
Remuneração
Inicial na casa dos R$ 3,6 mil
Banca
A definir (não confirmada)
Carreira unificada e um estoque enorme de vagas vagas

O TJMG reorganizou a carreira: Oficial de Apoio Judicial (1ª instância) e Oficial Judiciário (2ª instância) passaram a integrar a mesma trilha, e a especialidade Comissário da Infância e da Juventude foi absorvida nesse mesmo cargo. O ponto que mais importa para você é o tamanho do represamento: o quadro do Tribunal acumula milhares de cargos de Oficial vagos, o que torna o concurso uma das aberturas mais aguardadas de Minas. O contrato com a banca anterior (MS Concursos) foi rescindido justamente para reformular o certame e incluir as novas especialidades, então o edital foi reaberto para reformulação. Quem começa a estudar agora pega a base certa antes do edital sair.

O que você vai fazer no dia a dia

O Oficial é o servidor que faz o processo andar fora do gabinete. Na prática, a rotina gira em torno de:

  • Cumprir citações, intimações, notificações e demais diligências determinadas pelo juiz, lavrando os termos e certidões correspondentes.
  • Dar suporte a audiências e às sessões de julgamento (inclusive Tribunal do Júri), preparando o que for necessário antes e durante o ato.
  • Registrar, reunir e organizar informações de processos judiciais e procedimentos administrativos, além de promover avaliações judiciais e atos de hasta pública nos casos previstos em lei.

É um cargo de campo e de cartório ao mesmo tempo: parte do dia pode ser na rua, cumprindo mandados, e parte dentro da unidade judiciária.

Perfil da prova e a banca

A prova é objetiva, eliminatória e classificatória. No último certame efetivamente aplicado (2017), a organização foi da Consulplan, com prova de 60 questões de múltipla escolha. No desenho mais recente, antes da troca de banca, falava-se em prova maior, na casa de 80 questões com cinco alternativas cada. A banca do próximo concurso ainda não está confirmada, então estude pelo conteúdo, não pelo "estilo" de uma banca específica. O nível de dificuldade é compatível com cargo de nível médio do Judiciário: exige consistência em Português e domínio de letra de lei, mais do que doutrina aprofundada.

Matérias de maior peso e prioridade

A distribuição típica concentra pontos em poucas frentes, e é nelas que você ganha a prova:

  • Língua Portuguesa: historicamente o maior bloco de questões. É a disciplina que decide aprovação e merece estudo diário.
  • Noções de Direito: forte presença de Direito Constitucional (incluindo a Constituição do Estado de Minas Gerais e a organização do Judiciário mineiro), além de Direito Administrativo e noções de Direito Processual Civil e Penal.
  • Raciocínio Lógico: bloco menor, porém de alto retorno por questão, por ser conteúdo finito e treinável.

Prioridade prática: Português e Constitucional/Constituição de MG primeiro, Processual e Administrativo na sequência, RLM em paralelo para garantir pontos rápidos.

Escolaridade e remuneração

O requisito é nível médio completo reconhecido por órgão competente, sem exigência de formação jurídica. A remuneração inicial fica na casa dos R$ 3,6 mil de vencimento básico, com a carreira progredindo por classes e padrões ao longo do tempo, podendo alcançar patamares bem mais altos no topo. Some-se a isso a estabilidade do serviço público estadual e os benefícios próprios do Tribunal. Trate os valores como faixa de referência: a composição muda conforme progressão, adicionais e a estrutura vigente no momento do edital.

Etapas do concurso

Para esse cargo, o caminho costuma ser enxuto:

  • Prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, é a etapa central.
  • Não há, no histórico do cargo, exame físico (TAF) nem prova oral.
  • Podem existir etapas complementares como prova de títulos, comprovação de requisitos e exame médico admissional, conforme o edital definir.

Confirme sempre a lista de etapas no edital do certame, já que o desenho está sendo reformulado.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Direito Constitucional45.442
3Direito Administrativo65.476
4Matemática43.088
5Direito Processual Civil11.190
6Raciocínio Lógico19.866
7Informática40.187
8Direito Civil15.999
9Direito Penal16.427
10Direito Processual Penal11.310

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quais matérias caem no concurso Tribunal de Justiça - MG (TJMG) para Oficial Judiciário?

Pelo edital, o cargo de Oficial Judiciário cobra 10 matérias: Português, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Matemática, Direito Processual Civil, Raciocínio Lógico, Informática, Direito Civil, Direito Penal, Direito Processual Penal.

Qual a banca do concurso Tribunal de Justiça - MG (TJMG)?

A banca do cargo de Oficial Judiciário é a FGV.

Por onde começar a estudar para Oficial Judiciário?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Direito Constitucional, Direito Administrativo) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Tribunal de Justiça - MG (TJMG)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Oficial de Apoio Judicial e Oficial Judiciário são o mesmo cargo?

Na prática, hoje integram a mesma carreira. Oficial de Apoio Judicial é a denominação na 1ª instância e Oficial Judiciário na 2ª instância, com remuneração e benefícios equivalentes. A especialidade Comissário da Infância e da Juventude também passou a fazer parte desse mesmo cargo na unificação.

Precisa ser formado em Direito?

Não. A exigência é apenas nível médio completo reconhecido por órgão competente. O conteúdo jurídico cobrado é em nível de noções e letra de lei, não exige bacharelado nem doutrina aprofundada.

Qual banca vai organizar o próximo concurso?

Ainda não está confirmada. O contrato com a MS Concursos foi rescindido para reformular o certame e incluir as novas especialidades. Por isso, o recomendado é estudar pelo conteúdo programático e usar as provas anteriores da Consulplan (2017) como referência de nível.

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