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Procurador do Estado, Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ)

O edital de Procurador do Estado do Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ) cobra 11 matérias. As de maior peso são Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Procurador do Estado da PGE-RJ: a advocacia pública de elite do Rio, cobrada por banca própria e provas 100% discursivas.

Matérias
11
Banca
Comissões da própria PGE-RJ
Formato
Provas 100% discursivas
Requisito
3 anos de prática forense
Banca própria muda tudo no seu estudo

A PGE-RJ não terceiriza o concurso: as provas são elaboradas e corrigidas pelas comissões examinadoras formadas por procuradores da própria casa, com banca específica para cada área jurídica. Na prática, isso significa cobrança doutrinária densa, exigência de posicionamento (a chamada tese da Fazenda) e sensibilidade para os temas quentes do contencioso do próprio Estado. Estudar por padrão de banca terceirizada não te prepara: você precisa entender como a instituição pensa, quais teses ela defende e a jurisprudência do TJ-RJ, dos tribunais superiores e do STF sobre litígios estaduais.

O que você faz no dia a dia

O Procurador do Estado do Rio de Janeiro é o advogado do próprio Estado. Sua rotina se divide entre representação judicial e consultoria jurídica, e na prática isso vira:

  • Defender o Estado em ações de qualquer natureza, do primeiro grau até o STF e o STJ, incluindo causas de grande impacto financeiro e institucional.
  • Inscrever e cobrar a dívida ativa, atuando fortemente em execução fiscal e no contencioso tributário do Estado.
  • Emitir pareceres, analisar contratos e licitações e orientar juridicamente secretários e gestores públicos.
  • Fazer o controle interno da legalidade dos atos da Administração, prevenindo litígios antes que virem processo.

Perfil da prova e a banca

Este é o ponto mais específico do certame: a PGE-RJ tem banca própria. O concurso é conduzido pelas comissões organizadora e examinadora da própria Procuradoria, com banca específica para cada área jurídica. Some a isso o formato: no 19º concurso não há prova objetiva, tudo é discursivo. Isso eleva muito a régua, porque você não acerta no chute nem elimina alternativa: precisa escrever com técnica, doutrina e posicionamento. As provas podem cobrar itens objetivos, problemas, dissertações, pareceres e peças processuais, então escrever bem e rápido é competência avaliada, não bônus.

Matérias de maior peso

O programa se organiza em grupos de disciplinas, e o núcleo duro da advocacia pública estadual pesa mais:

  • Direito Administrativo e Direito Processual Civil: são a espinha dorsal do contencioso e da consultoria, cobrados com profundidade.
  • Direito Financeiro e Tributário: crítico pela atuação em dívida ativa e execução fiscal, coração da receita do Estado.
  • Direito Constitucional: federalismo, controle de constitucionalidade e temas de repartição de competências.
  • Direito Civil e Empresarial, além do bloco de Relações de Trabalho, Previdência na Administração Pública e Princípios Institucionais da PGE-RJ: não deixe os institucionais de lado, eles são o diferencial de quem conhece a casa.

Nível, remuneração e requisitos

  • Carreira jurídica de topo, remunerada por subsídio na faixa acima de R$ 26 mil, além de vantagens eventualmente incorporadas.
  • Cargo de nível superior: exige diploma de bacharel em Direito, inscrição regular na OAB e comprovação de três anos de prática forense até a posse.
  • Poucas vagas por edital e altíssima concorrência: é um dos concursos mais disputados do Rio.

Etapas do concurso

O certame é dividido em quatro fases:

  • Prova Escrita Geral (eliminatória): questões discursivas cobrindo todas as disciplinas do programa, com dois enunciados por matéria.
  • Provas Escritas Específicas (eliminatórias e classificatórias): uma prova por grupo de disciplinas, com peças e pareceres.
  • Prova Oral (eliminatória e classificatória): arguição perante membros das comissões examinadoras sobre qualquer ponto do programa.
  • Prova de Títulos (apenas classificatória): valoração da experiência e da qualificação acadêmica.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Direito Constitucional45.442
2Direito Administrativo65.476
3Direito Civil15.999
4Direito Processual Civil11.190
5Direito Tributário14.382
6Direito Financeiro6.211
7Direito do Trabalho8.529
8Direito Processual do Trabalho4.761
9Direito Previdenciário4.747
10Direito Empresarial5.144
11Direito Ambiental8.847

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quais matérias caem no concurso Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ) para Procurador do Estado?

Pelo edital, o cargo de Procurador do Estado cobra 11 matérias: Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Tributário, Direito Financeiro, Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho, Direito Previdenciário, Direito Empresarial, Direito Ambiental.

Por onde começar a estudar para Procurador do Estado?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Qual é a banca do concurso da PGE-RJ para Procurador?

Não é banca terceirizada. O concurso é conduzido pelas comissões organizadora e examinadora da própria PGE-RJ, com banca específica para cada área jurídica. Isso significa cobrança doutrinária densa e exigência de posicionamento (a tese da Fazenda), então estude no padrão da instituição, não de bancas de mercado.

O concurso tem prova objetiva?

No 19º concurso, não. Todas as provas escritas são discursivas: questões dissertativas, problemas, pareceres e peças processuais. Some a prova geral, as provas específicas por grupo de disciplinas, a prova oral e a de títulos. Treinar escrita jurídica cronometrada é essencial.

Preciso de tempo de experiência para tomar posse?

Sim. Além de bacharel em Direito e inscrição regular na OAB, é exigida a comprovação de três anos de prática forense até a data da posse. Vale considerar isso no seu planejamento de carreira desde já.