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Procurador do Estado, Procuradoria-Geral do Estado do Piauí (PGE-PI)

O edital de Procurador do Estado do Procuradoria-Geral do Estado do Piauí (PGE-PI) cobra 11 matérias. As de maior peso são Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Advogado público de topo do Piauí: contencioso, consultivo e uma prova Cebraspe que gira em torno de quatro matérias.

Matérias
11
Banca
Cebraspe
Núcleo da prova
Constitucional, Adm, Trib, PC
Etapas
Objetiva, discursiva, prática, títulos
Quatro matérias decidem quase tudo

As discursivas do último certame foram exatamente Direito Constitucional, Administrativo, Processual Civil e Tributário. Esse quadrilátero é o coração da prova: domine essas quatro a fundo, no formato Certo/Errado do Cebraspe, e treine peça e parecer cedo, porque a fase prática elimina quem só vai bem na objetiva.

O que o Procurador do Estado faz na PGE-PI

O Procurador do Estado é o advogado público do Piauí: representa o Estado (administração direta e indireta) em juízo e fora dele e presta consultoria jurídica ao Poder Executivo. Na prática, a rotina gira em torno de:

  • Defender o Estado em ações judiciais (execuções fiscais, demandas de servidores, saúde, desapropriações) e conduzir a cobrança da dívida ativa.
  • Emitir pareceres e dar consultoria em licitações, contratos administrativos, concursos e atos do governador.
  • Atuar em recuperação de créditos, precatórios e na análise de constitucionalidade de leis e decretos estaduais.

É uma carreira de nível superior exigente, com forte peso em contencioso e consultivo, e base legal na Lei Complementar estadual nº 56/2005 (Lei Orgânica da PGE-PI) e no art. 132 da Constituição Federal.

Banca e perfil da prova

O certame mais recente foi organizado pelo Cebraspe (mesma instituição ligada à UnB, herdeira do estilo do antigo Cespe). Isso define quase tudo sobre como estudar:

  • Objetiva no formato Certo/Errado, item a item, sem alternativas. O erro costuma penalizar (item errado anula um certo), então chute solto é perigoso.
  • A banca cobra "letra da lei" e jurisprudência de STF e STJ, com pegadinhas de troca de palavra (competência, prazo, sujeito).
  • Prova longa: a etapa objetiva reuniu cerca de 100 questões de conhecimentos específicos, com várias horas de duração.

Traduzindo: dá certo quem domina texto seco de lei mais entendimento dos tribunais superiores, e treina o olhar para o detalhe que o Cebraspe adora inverter.

Matérias de maior peso e prioridade

O eixo do concurso é claríssimo quando você olha o que caiu nas fases discursiva e prática: as quatro discursivas foram exatamente Direito Constitucional, Administrativo, Processual Civil e Tributário. Esse é o seu quadrilátero de prioridade.

  • Constitucional, Administrativo, Tributário e Processual Civil: núcleo duro, o que mais decide aprovação. Estude esses primeiro e mais fundo.
  • Financeiro (Lei nº 4.320, LRF), Ambiental e Trabalho/Processo do Trabalho: peso relevante para o cotidiano da procuradoria.
  • Legislação estadual do Piauí: Lei Orgânica da PGE-PI (LC 56/2005), regime jurídico dos servidores estaduais e Constituição do Estado. É o filtro que separa quem estuda genérico de quem estuda para a PGE-PI.

Nível, remuneração e etapas

O cargo é de Procurador do Estado (ingresso como substituto), remuneração de nível de carreira jurídica de topo do Estado, na faixa dos vinte e poucos aos trinta e poucos mil reais mensais na largada, com progressão por classes. Número de vagas costuma ser enxuto (uma dezena de posições no último edital), o que eleva a concorrência.

As etapas seguem o desenho clássico das procuradorias:

  • Prova objetiva (eliminatória e classificatória).
  • Prova discursiva (quatro questões nas disciplinas-núcleo).
  • Prova prática: elaboração de peça judicial ou parecer de fôlego (até cerca de 120 linhas).
  • Avaliação de títulos.

Não há TAF nem investigação social nos moldes de carreiras policiais. O peso está na escrita técnica: quem só faz objetiva bem e escreve mal não passa.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Direito Constitucional45.442
2Direito Administrativo65.476
3Direito Civil15.999
4Direito Processual Civil11.190
5Direito Tributário14.382
6Direito Financeiro6.211
7Direito do Trabalho8.529
8Direito Processual do Trabalho4.761
9Direito Previdenciário4.747
10Direito Empresarial5.144
11Direito Ambiental8.847

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quais matérias caem no concurso Procuradoria-Geral do Estado do Piauí (PGE-PI) para Procurador do Estado?

Pelo edital, o cargo de Procurador do Estado cobra 11 matérias: Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Tributário, Direito Financeiro, Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho, Direito Previdenciário, Direito Empresarial, Direito Ambiental.

Por onde começar a estudar para Procurador do Estado?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Procuradoria-Geral do Estado do Piauí (PGE-PI)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Qual banca organiza o concurso da PGE-PI para Procurador?

O certame mais recente foi organizado pelo Cebraspe, com prova objetiva no formato Certo/Errado, forte cobrança de letra de lei e jurisprudência do STF e STJ, e itens errados que penalizam a nota.

Quais matérias têm mais peso na prova?

O núcleo é Direito Constitucional, Administrativo, Processual Civil e Tributário, que foram justamente as quatro disciplinas das questões discursivas. Some a isso Financeiro, Ambiental, Trabalho e a legislação estadual do Piauí (LC 56/2005 e Constituição estadual).

Quais são as etapas do concurso?

Prova objetiva, prova discursiva com quatro questões nas disciplinas-núcleo, prova prática (peça judicial ou parecer, de fôlego) e avaliação de títulos. Não há TAF nem investigação social; o peso está na escrita técnica.