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Procurador do Estado, Procuradoria-Geral do Estado de Minas Gerais (PGE-MG)

O edital de Procurador do Estado do Procuradoria-Geral do Estado de Minas Gerais (PGE-MG) cobra 11 matérias. As de maior peso são Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Procurador do Estado de Minas Gerais: a carreira de cúpula da advocacia pública, com prova FGV que exige tributário afiado, redação de peça e domínio da legislação mineira.

Matérias
11
Banca
FGV
Etapas
Objetiva, discursiva, oral, títulos
Matéria mais pesada
Tributário (15 questões)
Tributário e dívida ativa são o centro de tudo

Direito Tributário, Financeiro e Legislação Tributária é um dos dois blocos mais pesados da objetiva (15 questões) e conecta direto com o que o procurador da AGE-MG faz no dia a dia: cobrar a dívida ativa e tocar execuções fiscais. Dominar execução fiscal, ICMS e a legislação tributária mineira é o que mais rende pontos e o que mais aparece na peça discursiva.

O que o Procurador do Estado faz na PGE-MG

O procurador da Advocacia-Geral do Estado de Minas Gerais é o advogado público que representa o Estado em juízo e fora dele, e responde pela consultoria jurídica de todo o governo mineiro. Na prática, o dia a dia gira em torno de:

  • Defender o Estado em ações judiciais (tributárias, de servidores, ambientais, de contratos e desapropriações) na Justiça estadual, federal e tribunais superiores.
  • Cobrar a dívida ativa e conduzir execuções fiscais, uma das frentes de maior volume da AGE-MG.
  • Emitir pareceres e dar consultoria a secretarias, autarquias e ao próprio governador sobre licitações, contratos e atos administrativos.
  • Atuar em conciliações, câmaras de resolução de conflitos e na recuperação de créditos do Estado.

É um cargo de cúpula da carreira jurídica estadual: exige postura de advogado, não de julgador, com foco em construir a tese que protege o interesse público mineiro.

A banca e o perfil da prova

A banca é a FGV, e isso define bastante a estratégia. O estilo FGV mistura questões de literalidade da lei com casos concretos que cobram raciocínio jurídico, jurisprudência recente do STF e STJ e leitura atenta de enunciados longos. Não adianta decorar seco: a prova premia quem entende a aplicação.

A prova objetiva tem 100 questões, cinco alternativas, cinco horas de duração. Para seguir, você precisa de nota mínima por disciplina (não basta a média), o que impede abandonar qualquer matéria. É um filtro de amplitude: quem tem buraco em uma área é eliminado mesmo indo bem no resto.

Matérias de maior peso e prioridade

A distribuição de questões deixa claro onde investir primeiro. Os dois blocos mais pesados valem 15 questões cada:

  • Direito Tributário, Financeiro e Legislação Tributária (15): coração da PGE, ligado direto à dívida ativa e à execução fiscal. Inclua ICMS, execução fiscal (Lei 6.830), Código Tributário Estadual e legislação tributária mineira.
  • Direito do Trabalho, Processo do Trabalho e Previdenciário (15): peso alto porque o Estado é grande empregador e réu recorrente.

Na sequência, com 10 questões cada, vêm Constitucional, Administrativo, Civil, Processo Civil, Empresarial, Penal e Processual Penal, e Ambiental. Prioridade prática: comece pelos dois blocos de 15, ancore Administrativo e Constitucional (base de todo parecer) e não deixe Ambiental de lado, que costuma ser subestimado e tem peso cheio.

Nível, remuneração e requisitos

É carreira de nível superior de altíssimo prestígio, com remuneração inicial na faixa dos R$ 14 mil, além dos avanços na carreira e das prerrogativas da advocacia pública. Os requisitos são exigentes: bacharel em Direito, inscrição na OAB e comprovação de, no mínimo, três anos de atividade jurídica privativa de bacharel. Ou seja, não é concurso para recém-formado: você precisa de tempo de prática jurídica documentado.

As etapas do concurso

O certame tem quatro fases, todas eliminatórias menos a última:

  1. Prova objetiva (múltipla escolha): eliminatória e classificatória, o grande funil inicial.
  2. Prova discursiva (questões abertas + peça): dez questões respondidas em até 20 linhas cada, mais uma peça prático-profissional ou parecer de até 240 linhas, que sozinha vale 50 pontos. É aqui que a prova exige redação jurídica de procurador de verdade.
  3. Prova oral: arguição diante da banca, com nota por módulo de disciplinas. Testa domínio, segurança e capacidade de sustentar tese sob pressão.
  4. Avaliação de títulos: classificatória, soma até um teto de pontos e ajuda a posição final, mas não elimina.

Não há TAF nem investigação social no formato de carreiras policiais; o peso está no domínio técnico escrito e oral.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Direito Constitucional45.442
2Direito Administrativo65.476
3Direito Civil15.999
4Direito Processual Civil11.190
5Direito Tributário14.382
6Direito Financeiro6.211
7Direito do Trabalho8.529
8Direito Processual do Trabalho4.761
9Direito Previdenciário4.747
10Direito Empresarial5.144
11Direito Ambiental8.847

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quais matérias caem no concurso Procuradoria-Geral do Estado de Minas Gerais (PGE-MG) para Procurador do Estado?

Pelo edital, o cargo de Procurador do Estado cobra 11 matérias: Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Tributário, Direito Financeiro, Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho, Direito Previdenciário, Direito Empresarial, Direito Ambiental.

Por onde começar a estudar para Procurador do Estado?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Procuradoria-Geral do Estado de Minas Gerais (PGE-MG)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Qual banca organiza o concurso da PGE-MG para Procurador?

A FGV. O estilo dela mistura literalidade da lei com casos concretos, jurisprudência recente de STF e STJ e enunciados longos, então a preparação precisa focar em aplicação, não só decoreba.

Quais matérias têm mais peso na prova objetiva?

Direito Tributário, Financeiro e Legislação Tributária e o bloco de Direito do Trabalho, Processo do Trabalho e Previdenciário lideram, com 15 questões cada. As demais disciplinas valem 10 questões cada, e há nota mínima por disciplina.

O concurso tem prova oral e discursiva?

Sim. Depois da objetiva vem a discursiva (questões abertas mais uma peça prático-profissional de grande peso), a prova oral com arguição pela banca e, por fim, a avaliação de títulos, que é classificatória.