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Analista Técnico de Justiça e Defesa, Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI)

O edital de Analista Técnico de Justiça e Defesa do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) (banca FGV) cobra 9 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Atualidades. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Carreira nova, transversal e federal: o analista que pensa políticas de justiça, segurança e defesa do Estado brasileiro.

Matérias
9
Banca
FGV
Banca
FGV (CPNU 2)
Escolaridade
Superior em qualquer área
Lotação
Brasília (DF)
A investigação social elimina, e é exclusiva deste cargo

O Analista Técnico de Justiça e Defesa é, dentro do CPNU 2, o único cargo que passa por uma etapa de investigação social e funcional de caráter eliminatório, regulamentada pelo MGI em parceria com a Enap. Não é prova de conhecimento: é checagem de vida pregressa, idoneidade e conduta, compatível com o fato de você poder trabalhar dentro do Ministério da Defesa, do Ministério da Justiça e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), em temas sensíveis como inteligência, fronteiras e segurança nacional. Quem entra nessa disputa precisa ter a ficha em ordem desde já, porque a aprovação na prova não basta.

O que você faz no dia a dia

O Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD) é uma carreira transversal nova, criada para preencher uma lacuna estratégica em órgãos como o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Ministério da Defesa e o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI). Não é cargo operacional de campo: é trabalho de cérebro e gabinete, voltado a formular, planejar e avaliar políticas públicas nessas áreas.

Na prática, espere atuar em:

  • Assessoria técnica no planejamento, coordenação e supervisão de projetos e programas de justiça, segurança e defesa.
  • Análise de dados e produção de estudos que embasam decisões e melhoram políticas públicas.
  • Temas de ponta como cibersegurança, gestão de fronteiras, inteligência, migração e direitos humanos.

Banca, perfil e dificuldade da prova

A banca é a FGV, dentro da 2ª edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2). O cargo ocupa uma posição singular: é o único do Bloco 7 (Justiça e Defesa), ou seja, toda a disputa do bloco é por essa vaga, sem subdivisão por área de formação.

O perfil de prova é claramente analítico, não decoreba pura. A objetiva traz 90 questões (30 de conhecimentos gerais e 60 de específicos). A FGV gosta de enunciado longo, interpretação e aplicação de conceito a caso concreto, então leitura rápida e raciocínio valem mais que memorização solta.

Matérias de maior peso e prioridade

Os conhecimentos específicos se organizam em cinco eixos temáticos, cada um com peso próprio. Priorize entender a lógica de cada eixo, porque é onde se decide a aprovação:

  • Gestão Governamental e Métodos Aplicados (a espinha de qualquer carreira de Estado: planejamento, ciclo de políticas públicas, indicadores, dados).
  • Políticas de Segurança e Defesa, no ambiente internacional e nas tecnologias emergentes.
  • Políticas de Segurança e Defesa, no ambiente nacional e questões emergentes.
  • Políticas de Segurança Pública.
  • Políticas de Justiça e Cidadania (migração, direitos humanos, justiça digital).

Antes dos específicos, blinde os conhecimentos gerais do CPNU: desafios do Estado de Direito, políticas públicas, ética no serviço público, diversidade, administração pública e a relação trabalho-tecnologia. São 30 questões garantidas que muita gente subestima.

Nível e remuneração

É cargo de nível superior, exigindo diploma de graduação em qualquer área reconhecida pelo MEC. Isso amplia muito o público elegível e, por consequência, a concorrência: o bloco reuniu dezenas de milhares de inscritos para uma centena de vagas iniciais.

A remuneração inicial fica na faixa de servidor federal de início de carreira de nível superior (alta para o mercado, mas com piso de entrada, não topo de tabela). A lotação é em Brasília, ponto que pesa no planejamento de vida de quem mora fora do DF.

Etapas do certame

O fluxo do CPNU 2 para este cargo tem mais filtros que a média:

  • Prova objetiva (90 questões) e prova discursiva, composta por estudo de caso e questões analíticas, com metade da nota em domínio do conteúdo e metade em português.
  • Avaliação de títulos, de caráter classificatório.
  • Procedimentos de heteroidentificação e de pessoas com deficiência, quando aplicável.
  • Investigação social e funcional, eliminatória e exclusiva deste cargo, conduzida pelo MGI com apoio da Enap.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Atualidades11.556
4Direito Constitucional45.442
5Direito Administrativo65.476
6Direito Penal16.427
7Direito Processual Penal11.310
8Direitos Humanos3.160
9Segurança Pública332

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quais matérias caem no concurso Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) para Analista Técnico de Justiça e Defesa?

Pelo edital, o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa cobra 9 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Atualidades, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Penal, Direito Processual Penal, Direitos Humanos, Segurança Pública.

Qual a banca do concurso Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI)?

A banca do cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa é a FGV.

Por onde começar a estudar para Analista Técnico de Justiça e Defesa?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Atualidades) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Qual banca organiza o concurso de Analista Técnico de Justiça e Defesa?

A FGV, dentro da 2ª edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2). O cargo é o único do Bloco 7 (Justiça e Defesa).

Precisa de formação específica para concorrer?

Não. Basta diploma de graduação em qualquer área reconhecida pelo MEC. Por isso a concorrência é alta: o público elegível é amplo.

O que torna esse cargo diferente dos outros do CPNU?

É o único cargo do concurso com investigação social e funcional eliminatória, conduzida pelo MGI com a Enap, pela natureza sensível das áreas de justiça, segurança e defesa onde você pode ser lotado.

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