Tecnologista em Propriedade Industrial, Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI)
O edital de Tecnologista em Propriedade Industrial do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) (banca CESPE/CEBRASPE) cobra 6 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Informática. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.
Remuneração inicial: A partir de ~R$ 9 mil (cargos de nível superior do INPI (pesquisador, tecnologista, analista))Base: Lei 11.355/2006 (carreira de propriedade industrial), referência 2024. Confira o edital vigente.
Examinador de marcas do INPI: a vaga onde quem domina a Lei da Propriedade Industrial e a discursiva sai na frente.
Como a área T1 aceita qualquer formação, o filtro real é o conteúdo específico. Domine a Lei da Propriedade Industrial na parte de marcas (artigos 122 a 175) e leve a sério a prova discursiva: é nela que muita gente boa na objetiva acaba eliminada. Some o raciocínio lógico no padrão Cebraspe e você cobre o que mais pontua.
O que você vai fazer no dia a dia
O Tecnologista da área T1 (a de qualquer formação) é, na prática, o examinador de marcas do INPI. O trabalho é técnico-administrativo e bem específico:
- Examinar pedidos de registro de marca e decidir sobre deferimento, indeferimento ou exigências, sempre fundamentado na Lei da Propriedade Industrial.
- Analisar colidência entre marcas, anterioridades, distintividade e as proibições legais de registro (artigo 124 da Lei 9.279/1996).
- Elaborar pareceres técnicos e despachos publicados na Revista da Propriedade Industrial (RPI), além de apoiar exames de desenho industrial e indicações geográficas.
- Atuar em ações de difusão e fortalecimento da propriedade industrial, com estudos técnicos da área.
É uma rotina de leitura fina de norma e de muitos casos concretos, mais perto do trabalho de um analista de marcas do que de um cargo de fiscalização ou de campo.
A banca e a cara da prova
O concurso mais recente foi conduzido pelo Cebraspe (a antiga CESPE), e isso define quase tudo na sua preparação:
- Itens no formato certo/errado, com a punição que assusta: cada erro anula um acerto. Chute solto custa caro.
- A prova objetiva do certame passado teve cerca de 120 itens, mais uma prova discursiva, ambas eliminatórias e classificatórias, fechando com avaliação de títulos.
- A banca cobra a letra da lei e a interpretação de casos, então decorar artigo solto não basta: você precisa aplicar a norma a situações de marca.
O peso da discursiva é alto e tende a derrubar bons candidatos da objetiva. Treine redação técnica desde cedo, não só na reta final.
Matérias de maior peso e prioridade
A nota se ganha no bloco específico, e o coração dele é uma lei só:
- Lei 9.279/1996 (LPI), com foco no Título III, marcas (artigos 122 a 175): espécies de marca, requisitos de registrabilidade, proibições, procedimento de registro, nulidade e vigência. É a sua prioridade absoluta.
- O próprio INPI: estrutura, competências e o procedimento administrativo do registro de marca.
- Raciocínio lógico-matemático no estilo Cebraspe: lógica proposicional, tabelas-verdade, equivalências, leis de De Morgan, diagramas lógicos, contagem e probabilidade.
- Língua portuguesa de banca, que sustenta tanto a objetiva quanto a discursiva.
Quem domina a LPI aplicada a marcas e treina lógica no padrão Cebraspe larga na frente.
Nível, exigência e remuneração
- Cargo de nível superior; a área T1 aceita qualquer área de formação, o que amplia a concorrência e torna o conteúdo específico o grande filtro.
- A remuneração inicial fica na faixa dos nove mil reais, composta por vencimento básico mais a gratificação de desempenho da propriedade industrial (GDAPI) e a retribuição por titulação, além de auxílios.
- Mestrado e doutorado entram como pontuação na avaliação de títulos e elevam a retribuição, então diploma de pós conta duas vezes: na nota e no bolso.
Etapas do certame
O formato recente foi enxuto e sem TAF, oral ou investigação social:
- Prova objetiva (certo/errado), eliminatória e classificatória.
- Prova discursiva, eliminatória e classificatória, normalmente exigindo domínio aplicado da legislação.
- Avaliação de títulos, classificatória, valorizando pós-graduação stricto sensu.
Não há teste físico nem curso de formação remunerado: a corrida é de conhecimento técnico e redação.
Matérias do edital
| # | Matéria | Questões no acervo |
|---|---|---|
| 1 | Português | 113.268 |
| 2 | Raciocínio Lógico | 19.866 |
| 3 | Informática | 40.187 |
| 4 | Direito Administrativo | 65.476 |
| 5 | Direito Empresarial | 5.144 |
| 6 | Ciência, Tecnologia e Inovação | 22 |
Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.
Continue por aqui
- Como passar em Tecnologista em Propriedade Industrial
- O que faz o Tecnologista em Propriedade Industrial
- Quanto ganha o Tecnologista em Propriedade Industrial
- Todos os concursos do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI)
- Como a banca CESPE/CEBRASPE cobra
- Calcule quanto tempo até a aprovação
- Concursos com inscrições abertas
Perguntas frequentes
Quanto ganha o Tecnologista em Propriedade Industrial?
A partir de ~R$ 9 mil, cargos de nível superior do INPI (pesquisador, tecnologista, analista). Valor de referência (2024); confira sempre o edital e a tabela vigente.
Quais matérias caem no concurso Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) para Tecnologista em Propriedade Industrial?
Pelo edital, o cargo de Tecnologista em Propriedade Industrial cobra 6 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Informática, Direito Administrativo, Direito Empresarial, Ciência, Tecnologia e Inovação.
Qual a banca do concurso Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI)?
A banca do cargo de Tecnologista em Propriedade Industrial é a CESPE/CEBRASPE.
Por onde começar a estudar para Tecnologista em Propriedade Industrial?
Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Informática) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.
Onde treinar questões para o concurso Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI)?
No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.
Preciso ser formado em Direito para o Tecnologista T1 do INPI?
Não. A área T1 aceita candidatos de qualquer área de formação de nível superior. Isso aumenta a concorrência, então o que decide a vaga é o domínio do conteúdo específico, especialmente a Lei da Propriedade Industrial aplicada a marcas.
Qual a matéria mais importante para essa prova?
A Lei 9.279/1996, com prioridade total para o trecho de marcas (artigos 122 a 175): espécies, requisitos e proibições de registro, procedimento, nulidade e vigência. Em seguida vêm raciocínio lógico no estilo Cebraspe e língua portuguesa.
O concurso tem teste físico, prova oral ou investigação social?
No certame mais recente, não. As etapas foram prova objetiva no formato certo/errado, prova discursiva e avaliação de títulos. Não houve TAF, fase oral, investigação social nem curso de formação.
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