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Analista Judiciário (Área Judiciária), Tribunal Regional do Trabalho - 9ª Região (TRT9)

O edital de Analista Judiciário (Área Judiciária) do Tribunal Regional do Trabalho - 9ª Região (TRT9) cobra 12 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Informática. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: A partir de ~R$ 16 mil (vencimento básico mais Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ); chega a ~R$ 24 mil no topo da carreira)Base: Tabela do Poder Judiciário da União (Lei 15.293/2025), referência 2026. Confira o edital vigente.

No TRT da 9ª Região, a vaga de bacharel mais cobiçada do Paraná: prova FCC raiz, salário de cinco dígitos e estabilidade no coração da Justiça do Trabalho.

Matérias
12
Banca histórica
FCC
Escolaridade
Bacharel em Direito
Remuneração inicial
Faixa de cinco dígitos
A FCC é literal: quem sabe a letra da lei larga na frente

O Analista Judiciário Área Judiciária do TRT9 é cargo de bacharel em Direito, e a FCC cobra a área jurídica do jeito mais direto que existe: a questão costuma testar o texto seco da norma e da súmula, não malabarismo de raciocínio. No certame da Justiça do Trabalho, isso significa CLT, CPC aplicado subsidiariamente, súmulas e orientações jurisprudenciais do TST e do TRT9 na ponta da língua. Decoreba não basta, mas quem domina a letra fria de Direito do Trabalho e Processo do Trabalho ganha pontos que o concorrente que só estudou doutrina deixa na mesa. É uma prova que premia leitura repetida de lei seca.

O que você faz no dia a dia

O Analista Judiciário da Área Judiciária é o braço técnico-jurídico do tribunal: você trabalha próximo de juízes e desembargadores dando sustentação às decisões. Na prática, o dia rende:

  • Analisar petições e processos, identificando questões processuais e de mérito antes de subirem para despacho.
  • Confeccionar minutas de votos, sentenças, despachos e pareceres para que o magistrado revise e assine.
  • Pesquisar legislação, jurisprudência (com peso forte em súmulas e OJs do TST) e doutrina para fundamentar a análise.
  • Emitir informações e instruir o andamento processual nas varas e gabinetes da 9ª Região (Paraná).

É um cargo de gabinete, intelectual, para quem gosta de processo e de escrever. Quem busca rua e diligência mira a especialidade Oficial de Justiça, que é outra prova.

A banca e a cara da prova

O concurso do TRT9 é tradicionalmente conduzido pela FCC, e isso define a estratégia. O perfil FCC para essa carreira:

  • Questões de múltipla escolha com cinco alternativas (A a E), uma única correta, caráter eliminatório e classificatório.
  • Forte aderência à letra da lei e às súmulas. A FCC adora cobrar literalidade de artigo, exceção dentro de exceção e a redação exata de enunciado de súmula.
  • Português e raciocínio lógico cobrados de forma técnica, sem pegadinha barata, mas exigindo precisão.

Dificuldade: alta pela concorrência, não pela exoticidade. O conteúdo é previsível; o que separa aprovados é constância e número de questões resolvidas no estilo da banca.

Nível, remuneração e estabilidade

É cargo de nível superior, e dos mais bem pagos para bacharel em Direito que não exige aprovação na OAB nem experiência prévia. A remuneração inicial fica na faixa de cinco dígitos mensais, com reajustes escalonados previstos para a carreira do Judiciário federal, além dos benefícios típicos do serviço público (auxílios e gratificações). Some a isso estabilidade, plano de carreira e a chance de atuar em Curitiba ou nas demais regiões do Paraná. Para muito bacharel, paga melhor e estressa menos do que advocacia nos primeiros anos.

Etapas do certame

O modelo recente do TRT9 pela FCC é enxuto e concentrado:

  • Prova objetiva (Conhecimentos Gerais e Conhecimentos Específicos): eliminatória e classificatória, com exigência de pontuação mínima.
  • Prova discursiva-redação: aplicada no mesmo dia da objetiva, avaliando argumentação clara, coesa e correção gramatical sobre tema proposto com textos de apoio.

Não há, no padrão desse cargo, TAF, prova oral, curso de formação ou investigação social. As provas costumam ser aplicadas em polos do interior também (como Londrina, Maringá, Cascavel e Guarapuava), além da capital. Confira sempre o edital vigente, pois detalhes de quantidade de questões e pesos podem mudar a cada certame.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Informática40.187
4Acessibilidade469
5Direito Constitucional45.442
6Direito Administrativo65.476
7Direito Civil15.999
8Direito Processual Civil11.190
9Direito do Trabalho8.529
10Direito Processual do Trabalho4.761
11Direito Previdenciário4.747
12Direitos Humanos3.160

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Analista Judiciário (Área Judiciária)?

A partir de ~R$ 16 mil, vencimento básico mais Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ); chega a ~R$ 24 mil no topo da carreira. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Tribunal Regional do Trabalho - 9ª Região (TRT9) para Analista Judiciário (Área Judiciária)?

Pelo edital, o cargo de Analista Judiciário (Área Judiciária) cobra 12 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Informática, Acessibilidade, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho, Direito Previdenciário, Direitos Humanos.

Por onde começar a estudar para Analista Judiciário (Área Judiciária)?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Informática) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Tribunal Regional do Trabalho - 9ª Região (TRT9)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Preciso de OAB ou experiência para o cargo de Analista Judiciário Área Judiciária do TRT9?

Não. O requisito é o diploma de bacharel em Direito reconhecido pelo MEC. Não se exige aprovação na OAB nem tempo de experiência profissional, o que torna a vaga muito atraente para quem acabou de se formar.

Qual a diferença para a especialidade Oficial de Justiça?

Ambos são Analista Judiciário Área Judiciária e exigem Direito, mas a Especialidade Oficial de Justiça Avaliador Federal cumpre mandados na rua (citações, penhoras, avaliações), enquanto a área judiciária pura é trabalho de gabinete: análise de processos e elaboração de minutas. São provas e atribuições distintas.

Quais matérias estudar primeiro?

Comece pelo eixo trabalhista: Direito do Trabalho e Processo do Trabalho, que têm o maior peso num tribunal da Justiça do Trabalho. Em seguida, Processo Civil (pela aplicação subsidiária), Constitucional, Administrativo, Civil, Português e Raciocínio Lógico.

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