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Analista Judiciário (Área Administrativa), Tribunal Regional do Trabalho - 8ª Região (TRT8)

O edital de Analista Judiciário (Área Administrativa) do Tribunal Regional do Trabalho - 8ª Região (TRT8) (banca CESPE/CEBRASPE) cobra 12 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Informática. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: A partir de ~R$ 16 mil (vencimento básico mais Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ); chega a ~R$ 24 mil no topo da carreira)Base: Tabela do Poder Judiciário da União (Lei 15.293/2025), referência 2026. Confira o edital vigente.

O cargo de nível superior do tribunal do trabalho do Pará e Amapá: aberto a qualquer graduação, com peso forte em Direito do Trabalho e gestão pública.

Matérias
12
Banca
CESPE/CEBRASPE
Órgão
TRT 8ª Região (PA e AP)
Escolaridade
Superior em qualquer área
Remuneração inicial
Acima de R$ 12 mil
Aberto a qualquer faculdade, mas com DNA trabalhista

A grande diferença deste cargo para um analista administrativo de outro órgão é onde o TRT 8 mira: Direito do Trabalho cai nos conhecimentos específicos do analista administrativo (princípios, relação de emprego, contrato individual, jornada, férias, salário e rescisão), ao lado de Constitucional, Administrativo e o bloco de gestão pública. Você não precisa ser formado em Direito (qualquer graduação serve), mas precisa dominar a CLT e o artigo 7º da Constituição quase como um tema próprio. Quem ignora isso prepara para um concurso administrativo genérico e perde pontos exatamente na parte que distingue o TRT dos demais.

O que você faz no dia a dia

O Analista Judiciário da Área Administrativa é o profissional de nível superior que faz a máquina do tribunal funcionar fora das salas de audiência. Não é a área judiciária (que lida com processos), é a parte de gestão e meio. Na prática, você atua em:

  • Gestão de pessoas, orçamento, finanças e patrimônio do tribunal.
  • Licitações e contratos, elaboração de pareceres, informações e relatórios.
  • Análise de dados e demonstrativos, além de acompanhar e avaliar projetos e processos internos.

É um cargo de retaguarda estratégica: você não bate carimbo, você instrui processos administrativos, fundamenta decisões de gestão e responde por áreas como RH, compras e contabilidade dentro da estrutura do TRT da 8ª Região, que cobre Pará e Amapá.

A banca e o perfil da prova

O último concurso do TRT 8 (edital de 2022) foi organizado pela Cebraspe (Cespe). Para o certame esperado a partir de 2026, a comissão do concurso já foi formada e a banca ainda será contratada, então vale começar pelo estilo Cebraspe, que foi o mais recente, sem fechar os olhos para uma possível troca.

Pontos práticos sobre a prova da Área Administrativa:

  • Exigência de nível superior em qualquer área de formação (inclusive licenciatura). Você não precisa de diploma de Direito ou Administração.
  • Seleção com provas objetivas e prova discursiva, ambas de caráter eliminatório e classificatório.
  • No modelo Cebraspe de 2022, a objetiva separou conhecimentos básicos e específicos, com peso maior na parte específica.

A dificuldade não está em pegadinhas isoladas, e sim no volume: é muita matéria jurídica somada a um bloco grande de administração pública.

Matérias de maior peso e prioridade

Para a Área Administrativa, os conhecimentos específicos giram em torno de quatro frentes. Priorize nesta ordem:

  1. Direito do Trabalho: o diferencial do TRT. Princípios e fontes, direitos do art. 7º da CF, relação de emprego, contrato individual, alteração, suspensão e interrupção, rescisão e justa causa, jornada, férias, salário e remuneração.
  2. Direito Administrativo: atos administrativos, agentes públicos e Lei 8.112/1990, poderes da administração, princípios, responsabilidade civil do Estado e processo administrativo disciplinar.
  3. Administração Pública e Geral: planejamento estratégico (visão, missão, SWOT, BSC), gestão de pessoas, gestão de processos, projetos e qualidade, além de materiais, logística e gestão patrimonial.
  4. Direito Constitucional e noções de contabilidade pública e orçamento (PPA, LDO, LOA, ciclo e princípios orçamentários).

Não trate Direito do Trabalho como apêndice: ele é o que separa o concurseiro preparado para o TRT do candidato genérico.

Nível, remuneração e estrutura de carreira

O cargo é de nível superior na carreira de Analista Judiciário do Poder Judiciário da União, regida pela Lei 11.416/2006 e pela Lei 8.112/1990. É um dos patamares mais altos para quem entra por concurso de tribunal.

  • A remuneração inicial é alta para o serviço público de meio: no edital de 2022 ficou acima de R$ 12 mil, e o Judiciário federal teve reajuste linear a partir de julho de 2026, o que tende a elevar essa faixa.
  • Além do vencimento, há os benefícios típicos da carreira (auxílios e gratificações por função, quando houver designação).

Trate os números como faixa e qualitativo: o valor exato dependerá do edital novo e das tabelas vigentes na publicação.

Etapas do concurso

Por ser cargo administrativo de tribunal, o processo é enxuto e intelectual, sem as fases de carreiras policiais ou militares:

  • Provas objetivas (eliminatórias e classificatórias).
  • Prova discursiva, cobrando redação técnica sobre temas dos conhecimentos específicos.
  • Não há teste de aptidão física (TAF), prova oral, investigação social ou curso de formação no modelo recente desse cargo.

Em compensação, a discursiva pesa: vale treinar redação jurídica e administrativa com clareza, estrutura e domínio de legislação.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Informática40.187
4Acessibilidade469
5Direito Constitucional45.442
6Direito Administrativo65.476
7Administração Pública7.482
8Administração Geral27.307
9Gestão de Pessoas10.574
10Administração Financeira e Orçamentária (AFO)15.292
11Direito do Trabalho8.529
12Direito Processual do Trabalho4.761

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Analista Judiciário (Área Administrativa)?

A partir de ~R$ 16 mil, vencimento básico mais Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ); chega a ~R$ 24 mil no topo da carreira. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Tribunal Regional do Trabalho - 8ª Região (TRT8) para Analista Judiciário (Área Administrativa)?

Pelo edital, o cargo de Analista Judiciário (Área Administrativa) cobra 12 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Informática, Acessibilidade, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Administração Pública, Administração Geral, Gestão de Pessoas, Administração Financeira e Orçamentária (AFO), Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho.

Qual a banca do concurso Tribunal Regional do Trabalho - 8ª Região (TRT8)?

A banca do cargo de Analista Judiciário (Área Administrativa) é a CESPE/CEBRASPE.

Por onde começar a estudar para Analista Judiciário (Área Administrativa)?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Informática) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Tribunal Regional do Trabalho - 8ª Região (TRT8)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Preciso ser formado em Direito ou Administração para esse cargo?

Não. A Área Administrativa do Analista Judiciário do TRT 8 exige apenas diploma de nível superior em qualquer área de formação, inclusive licenciatura. O que importa é estudar o conteúdo cobrado, que inclui muito Direito do Trabalho e Administrativo, e não o curso de origem.

Qual a banca do concurso do TRT 8?

O concurso de 2022 foi organizado pela Cebraspe (Cespe). Para o certame esperado a partir de 2026, a comissão já foi formada, mas a banca ainda será contratada. Comece estudando pelo estilo Cebraspe, que é a referência mais recente, e confirme assim que o novo edital for publicado.

Qual matéria mais derruba candidato nesse cargo?

O peso de Direito do Trabalho. Por ser um tribunal trabalhista, o TRT cobra CLT e o art. 7º da Constituição até no analista administrativo, algo que não aparece em concursos administrativos comuns. Quem estuda como se fosse um cargo administrativo genérico chega despreparado justamente nessa parte.

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