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Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal), Tribunal Regional do Trabalho - 3ª Região (TRT3)

O edital de Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal) do Tribunal Regional do Trabalho - 3ª Região (TRT3) cobra 12 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Informática. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: A partir de ~R$ 16 mil (vencimento básico mais Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ); chega a ~R$ 24 mil no topo da carreira)Base: Tabela do Poder Judiciário da União (Lei 15.293/2025), referência 2026. Confira o edital vigente.

O cargo de rua da Justiça do Trabalho mineira: salário de analista, gratificação de atividade externa e prova que vive de Direito e Processo do Trabalho.

Matérias
12
Banca recente
FUMARC (2022)
Escolaridade
Superior em Direito
Remuneração
Analista + GAE
Aqui a especialidade muda tudo: o peso é trabalhista

Analista Judiciário tem várias áreas, mas Oficial de Justiça Avaliador Federal no TRT da 3ª Região é cargo de rua, e a prova específica gira em torno de Direito do Trabalho e Processo do Trabalho (CLT, execução trabalhista, penhora). Quem estuda com material genérico de tribunal perde o que mais cai. Some a isso a Gratificação de Atividade Externa (GAE), que faz a remuneração subir bem acima do analista de gabinete, e o desenho de carreira fica claro: você troca o conforto da mesa pelo cumprimento de mandados em campo, com autonomia de agenda e um salário maior por causa do risco e do deslocamento.

O que você faz no dia a dia

O Oficial de Justiça Avaliador Federal é o braço da Justiça do Trabalho na rua. Você cumpre pessoalmente as ordens do juiz fora do fórum.

  • Cumprir mandados: citações, intimações, notificações e conduções coercitivas.
  • Penhorar e avaliar bens móveis e imóveis em execuções trabalhistas, lavrando os autos e certidões.
  • Fazer pesquisa patrimonial (inclusive informatizada) para localizar bens do devedor, atribuição ampliada pelo CSJT a partir de 2024.
  • Devolver o mandado no prazo, certificando o que aconteceu (ou não) na diligência.

Não existe rotina fixa: tem dia tranquilo e dia em que você cruza a cidade ou a região atrás de uma única penhora. A contrapartida é a autonomia para organizar a própria agenda.

A banca e o perfil da prova

O concurso mais recente de servidores do TRT3 (2022) foi organizado pela FUMARC, a fundação mineira que costuma operar os certames do tribunal. O concurso seguia válido até fevereiro de 2027, com estudos confirmados para um novo edital, então mapear o estilo da FUMARC é o ponto de partida realista.

  • Prova objetiva com cerca de 60 questões: parte comum a todos os cargos e parte específica da especialidade.
  • Prova discursiva/redação sobre tema contemporâneo, aplicada a todos os cargos.
  • Estilo FUMARC: literalidade de lei e enunciados diretos, menos "pegadinha" do que bancas de grande porte nacional, o que premia quem domina texto seco de CLT.

Nível, remuneração e a tal da GAE

É cargo de nível superior e exige graduação em Direito. A remuneração é a tabela de Analista Judiciário, e o diferencial do oficial é a Gratificação de Atividade Externa (GAE).

  • A GAE eleva o salário acima do analista de gabinete justamente por causa do trabalho de campo e do deslocamento.
  • Na prática, a faixa fica entre a remuneração base de analista e um valor sensivelmente maior com a gratificação cheia.
  • Há ainda os benefícios típicos da carreira (auxílios e progressões), que você confirma no edital vigente.

Evite fixar número exato: cada edital republica a tabela atualizada.

Etapas do certame

Diferente de carreiras policiais, aqui o caminho é mais enxuto e centrado em prova de conhecimento.

  • Prova objetiva (eliminatória e classificatória).
  • Prova discursiva/redação.
  • Não há TAF, prova oral ou investigação social no modelo dos concursos de servidor do TRT3.
  • A nomeação respeita a ordem de classificação e a comprovação de requisitos (diploma em Direito, entre outros).

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Informática40.187
4Acessibilidade469
5Direito Constitucional45.442
6Direito Administrativo65.476
7Direito Civil15.999
8Direito Processual Civil11.190
9Direito do Trabalho8.529
10Direito Processual do Trabalho4.761
11Direito Previdenciário4.747
12Direitos Humanos3.160

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal)?

A partir de ~R$ 16 mil, vencimento básico mais Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ); chega a ~R$ 24 mil no topo da carreira. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Tribunal Regional do Trabalho - 3ª Região (TRT3) para Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal)?

Pelo edital, o cargo de Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal) cobra 12 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Informática, Acessibilidade, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho, Direito Previdenciário, Direitos Humanos.

Por onde começar a estudar para Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal)?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Informática) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Tribunal Regional do Trabalho - 3ª Região (TRT3)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

TRT3 é o mesmo que TRF3?

Não. TRT3 é o Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, sediado em Minas Gerais, que cuida da Justiça do Trabalho. TRF3 é a Justiça Federal de São Paulo e Mato Grosso do Sul. São órgãos, bancas e conteúdos diferentes, e confundir os dois é um erro clássico que faz você estudar a matéria errada.

Preciso ser formado em Direito para esse cargo?

Sim. Como analista judiciário, é exigido nível superior, e para a especialidade de Oficial de Justiça Avaliador Federal o requisito é graduação em Direito (bacharelado). A comprovação acontece na fase de nomeação, junto com os demais documentos previstos no edital.

O salário do oficial é maior que o do analista de gabinete?

Tende a ser, por causa da Gratificação de Atividade Externa (GAE). Ela é paga justamente porque o oficial trabalha em campo cumprindo mandados, com deslocamento e exposição maior, o que coloca a remuneração acima da do analista que atua só no fórum. O valor exato sai na tabela republicada em cada edital.

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