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Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal), Tribunal Regional do Trabalho - 24ª Região (TRT24)

O edital de Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal) do Tribunal Regional do Trabalho - 24ª Região (TRT24) cobra 12 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Informática. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: A partir de ~R$ 16 mil (vencimento básico mais Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ); chega a ~R$ 24 mil no topo da carreira)Base: Tabela do Poder Judiciário da União (Lei 15.293/2025), referência 2026. Confira o edital vigente.

No TRT da 24ª Região, o Oficial de Justiça Avaliador Federal é o braço do juiz na rua, com salário de analista e prova feita pela FGV.

Matérias
12
Banca
FGV
Escolaridade
Bacharel em Direito
Remuneração inicial
Faixa de R$ 16 mil
O diferencial é a matéria "Conhecimentos Aplicados ao Oficial de Justiça"

Diferente do analista judiciário comum, aqui a banca dedica um bloco inteiro a conteúdo que só existe nesta especialidade: princípios da atividade do oficial (fé pública, hora certa, citação por edital), construção patrimonial (penhora de veículos, imóveis, cotas e crédito, mais arresto, sequestro e bem de família), avaliação judicial (auto de avaliação e métodos comparativo, evolutivo e de mercado), atos de força (busca e apreensão, remoção, condução coercitiva) e até crimes funcionais (prevaricação, desacato, resistência). É o tema que separa quem passa de quem só decorou direito do trabalho. Quem vem de outro concurso de tribunal precisa estudar esse bloco do zero.

O que você faz no dia a dia

O Oficial de Justiça Avaliador Federal é o servidor que sai do prédio do tribunal e cumpre as ordens do juiz na rua, em mãos. Na Justiça do Trabalho do TRT da 24ª Região (que cobre todo o Mato Grosso do Sul, de Campo Grande a Dourados, Três Lagoas e Corumbá), isso significa:

  • Citar, notificar e intimar partes pessoalmente, lavrando certidão do que ocorreu (inclusive citação por hora certa e por edital quando a pessoa se oculta).
  • Penhorar e avaliar bens para garantir a execução: veículos, imóveis, dinheiro, cotas de empresa e créditos.
  • Cumprir atos de força com apoio policial quando necessário: busca e apreensão, remoção de bens, arrombamento, condução coercitiva e reintegração de posse.
  • Fazer pesquisa e constrição patrimonial por sistemas informatizados, atribuição ampliada pelo CSJT em 2024.

A banca e o perfil da prova

A FGV organiza o certame, e o estilo dela importa: enunciados longos, pegadinhas em "letra de lei" e cobrança literal de artigos do CPC e da CLT. A prova objetiva tem 60 questões de múltipla escolha, divididas em três módulos: conhecimentos básicos, conhecimentos específicos básicos e conhecimentos específicos avançados (os 20 da especialidade). Há ainda uma prova discursiva no formato Estudo de Caso, respondida em até 30 linhas, também eliminatória e classificatória. Não há TAF, prova oral, investigação social nem curso de formação para este cargo: a disputa é decidida no papel.

Legislação específica que cai aqui (e não em outro tribunal)

Por ser Justiça do Trabalho, o recorte é distinto do de um TJ ou TRF. Estude com atenção:

  • Princípios da execução trabalhista: superioridade do exequente, patrimonialidade, super-privilégio do crédito trabalhista, execução menos gravosa.
  • CLT na parte de execução, Lei 5.584/70 e Lei 6.858/80, além da aplicação subsidiária do CPC (Lei 13.105/2015).
  • Direito Civil aplicado ao ofício: LINDB, bens, contratos (compra e venda, prestação de serviço, mandato, empreitada), penhor, hipoteca e responsabilidade civil.
  • Direito Penal funcional: prevaricação, corrupção, abuso de autoridade, falsa certidão, resistência, desacato e desobediência.

Nível, remuneração e requisitos

É cargo de nível superior e exige diploma de bacharel em Direito reconhecido pelo MEC. A remuneração inicial fica na faixa dos dezesseis mil reais (vencimento de analista mais a Gratificação de Atividade Externa, própria de quem trabalha na rua), com auxílios típicos do Judiciário, como alimentação, pré-escolar e saúde. As vagas imediatas para a especialidade são poucas, com cadastro de reserva, então a régua de aprovação é alta.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Informática40.187
4Acessibilidade469
5Direito Constitucional45.442
6Direito Administrativo65.476
7Direito Civil15.999
8Direito Processual Civil11.190
9Direito do Trabalho8.529
10Direito Processual do Trabalho4.761
11Direito Previdenciário4.747
12Direitos Humanos3.160

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal)?

A partir de ~R$ 16 mil, vencimento básico mais Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ); chega a ~R$ 24 mil no topo da carreira. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Tribunal Regional do Trabalho - 24ª Região (TRT24) para Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal)?

Pelo edital, o cargo de Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal) cobra 12 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Informática, Acessibilidade, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho, Direito Previdenciário, Direitos Humanos.

Por onde começar a estudar para Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal)?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Informática) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Tribunal Regional do Trabalho - 24ª Região (TRT24)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Precisa de CNH ou faz TAF para Oficial de Justiça do TRT24?

Não há teste de aptidão física para este cargo no edital do TRT24: o TAF é exigido apenas do Agente da Polícia Judicial. O requisito de posse é o diploma de bacharel em Direito. Na prática do dia a dia, dirigir ajuda muito porque o trabalho é externo e a 24ª Região tem grandes distâncias, mas a aprovação se dá na prova objetiva e na discursiva.

Qual a diferença entre o Analista Judiciário comum e o Oficial de Justiça Avaliador Federal?

Ambos são analistas de nível superior, mas o Oficial de Justiça é uma especialidade da Área Judiciária com atuação externa e uma prova específica. A objetiva troca parte do conteúdo administrativo por 20 questões de Conhecimentos Aplicados ao Oficial de Justiça (penhora, avaliação, atos de força, crimes funcionais), conteúdo que não cai para as demais áreas.

Como é a prova discursiva da FGV neste concurso?

É um Estudo de Caso respondido em até 30 linhas, aplicado junto com a objetiva e de caráter eliminatório e classificatório. A FGV apresenta uma situação concreta e cobra a solução jurídica fundamentada, então treine a escrever de forma objetiva, citando o dispositivo legal certo e estruturando a resposta em poucas linhas.

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