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Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal), Tribunal Regional do Trabalho - 22ª Região (TRT22)

O edital de Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal) do Tribunal Regional do Trabalho - 22ª Região (TRT22) cobra 12 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Informática. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: A partir de ~R$ 16 mil (vencimento básico mais Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ); chega a ~R$ 24 mil no topo da carreira)Base: Tabela do Poder Judiciário da União (Lei 15.293/2025), referência 2026. Confira o edital vigente.

O braço de campo da Justiça do Trabalho no Piauí: você cumpre o que o juiz decide, do mandado na rua à penhora que faz a execução andar.

Matérias
12
Banca histórica
FCC
Escolaridade
Bacharel em Direito
Lotação
Teresina e interior (PI)
Direito do Trabalho e Processo do Trabalho decidem a vaga

Esta é a especialidade jurídica do TRT22, e o bloco específico gira em torno de Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho. É aqui que a maioria erra por estudar só a parte material da CLT e ignorar a execução trabalhista, que é justamente o terreno do oficial de justiça avaliador: penhora, avaliação de bens, citação e intimação saem direto da prática do cargo. Some Direito Constitucional e Direito Administrativo (regime dos servidores e organização da Justiça do Trabalho) como base que cai todo ano, e Português da FCC, que separa quem passa de quem fica na fila.

O que você faz no dia a dia

O oficial de justiça avaliador federal do TRT22 é quem leva a decisão do juiz para a rua, no Piauí. Na prática você:

  • Cumpre mandados: citação, intimação, notificação e penhora, indo ao endereço das partes em Teresina e no interior.
  • Avalia bens penhorados, atribuindo valor para que a execução trabalhista possa prosseguir até o leilão.
  • Lavra certidões e autos (de penhora, de avaliação, de constatação) que viram prova nos autos.
  • Faz, cada vez mais, pesquisa e constrição patrimonial informatizada: o CSJT ampliou as atribuições do cargo para incluir investigação patrimonial e localização de bens e fatos relevantes à execução, não só a diligência física.

É um cargo de campo, com autonomia e responsabilidade. Boa parte do salário trabalhista que o reclamante recebe só sai porque um oficial conseguiu localizar e penhorar um bem.

A banca e o perfil da prova

O TRT22 historicamente é organizado pela FCC (Fundação Carlos Chagas), inclusive no último certame, com prova realizada em Teresina. O perfil FCC é estável e previsível, e isso muda a sua estratégia:

  • Prova objetiva de múltipla escolha, com bloco de conhecimentos gerais e bloco de conhecimentos específicos.
  • Cobrança literal: a FCC adora a letra da lei, da CLT e das súmulas, mais do que doutrina rebuscada.
  • Pegadinhas em prazos, exceções e troca de palavras (deve/pode, sempre/salvo). Detalhe vale ponto.
  • Português da FCC é denso e elimina muita gente, então não trate como matéria de segunda.

Quem treina por questões antigas da própria FCC, especialmente provas de TRTs, chega muito mais calibrado ao estilo da prova.

Matérias de maior peso e prioridade

Por ser a área judiciária, o eixo é o jurídico-trabalhista. Priorize nesta ordem:

  1. Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho: o coração da prova. Dê atenção redobrada à execução trabalhista (penhora, avaliação, expropriação), que é o universo do próprio cargo.
  2. Direito Constitucional e Direito Administrativo: organização do Judiciário, regime dos servidores e princípios. Caem com frequência e são previsíveis.
  3. Língua Portuguesa: alto peso e grande poder de eliminação no estilo FCC.
  4. Demais matérias do edital (raciocínio, normas dos servidores e regimento) como reforço, depois de dominar o núcleo.

A regra é simples: o candidato que domina Trabalho e Processo do Trabalho com profundidade larga vantagem sobre quem espalha esforço de forma uniforme.

Nível, remuneração e estrutura do cargo

  • Nível superior: exige bacharelado em Direito reconhecido pelo MEC, requisito típico da especialidade oficial de justiça avaliador.
  • Carreira de Analista Judiciário da Justiça do Trabalho, com remuneração inicial atrativa para o porte do estado e progressão ao longo da carreira, além dos benefícios do serviço público federal (auxílios e estabilidade).
  • A remuneração das carreiras do Judiciário é reajustada por lei em escala nacional, então trate os valores como faixa, não como número fixo: confirme sempre o vencimento vigente no edital quando ele sair.

É um cargo de prestígio dentro do tribunal, com a vantagem do trabalho externo e relativa independência na rotina.

Etapas do concurso

Para a área judiciária da Justiça do Trabalho, o desenho costuma ser enxuto:

  • Prova objetiva eliminatória e classificatória, que define quase tudo.
  • Em geral não há prova discursiva, TAF, prova oral, curso de formação ou investigação social para esta carreira, diferente de cargos policiais. Confirme sempre no edital do certame.
  • Etapas finais administrativas: comprovação de requisitos (diploma de Direito), exames de praxe e posse.

Como tende a ser monofásica, a nota da objetiva é praticamente o jogo inteiro. Cada questão pesa.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Informática40.187
4Acessibilidade469
5Direito Constitucional45.442
6Direito Administrativo65.476
7Direito Civil15.999
8Direito Processual Civil11.190
9Direito do Trabalho8.529
10Direito Processual do Trabalho4.761
11Direito Previdenciário4.747
12Direitos Humanos3.160

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal)?

A partir de ~R$ 16 mil, vencimento básico mais Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ); chega a ~R$ 24 mil no topo da carreira. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Tribunal Regional do Trabalho - 22ª Região (TRT22) para Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal)?

Pelo edital, o cargo de Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal) cobra 12 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Informática, Acessibilidade, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho, Direito Previdenciário, Direitos Humanos.

Por onde começar a estudar para Analista Judiciário (Oficial de Justiça Avaliador Federal)?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Informática) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Tribunal Regional do Trabalho - 22ª Região (TRT22)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Preciso ser formado em Direito para esse cargo no TRT22?

Sim. A especialidade oficial de justiça avaliador federal, dentro da área judiciária, exige bacharelado em Direito reconhecido pelo MEC. É a principal diferença em relação a outras especialidades de Analista, que aceitam outras formações de nível superior.

Qual banca organiza o concurso do TRT22?

Historicamente a FCC (Fundação Carlos Chagas), inclusive no último certame, com aplicação em Teresina. A banca oficial só é confirmada quando o edital sai, mas o estilo FCC, literal e detalhista, é a referência mais segura para montar seus estudos.

Quais matérias mais derrubam candidato nessa prova?

Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho concentram o peso e a dificuldade, sobretudo a parte de execução trabalhista. Português da FCC também elimina muita gente. Quem domina esse trio sai na frente.

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