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Conselheiro Substituto, Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM)

O edital de Conselheiro Substituto do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) cobra 16 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: Subsídio elevado, na faixa de ~R$ 35 mil a R$ 40 mil (magistratura de contas, com subsídio próximo ao teto do funcionalismo e variação por estado)Base: Portais de transparência dos Tribunais de Contas estaduais, referência 2026. Confira o edital vigente.

O cargo de magistrado de contas mais cobiçado do Amazonas: quem entra como Auditor fica na fila para virar Conselheiro do TCE-AM.

Matérias
16
Nível
Superior (bacharel)
Remuneração
Faixa de magistratura
Banca recente
FGV (padrão TCE-AM)
Não confunda com o Auditor de Controle Externo

Este cargo é o Conselheiro Substituto, também chamado de Auditor no sentido constitucional (art. 73, §4 da Constituição). É um cargo de magistratura de contas, não de servidor técnico. Pela Lei Orgânica do TCE-AM (Lei estadual nº 2423/1996), a sétima vaga de Conselheiro do Tribunal é preenchida justamente entre os Auditores, indicados em lista tríplice pelo próprio Tribunal por antiguidade e merecimento. Ou seja: entrar como Conselheiro Substituto é a porta de carreira para chegar a Conselheiro. Quando substitui o Conselheiro em ausências e impedimentos, o Auditor atua com as mesmas garantias, prerrogativas e vencimentos. É um universo completamente diferente da prova de Auditor de Controle Externo (a carreira técnica que a FGV aplicou em 2021).

O que o Conselheiro Substituto faz no TCE-AM

No dia a dia, o Auditor (Conselheiro Substituto) atua de forma permanente no Plenário e nas Câmaras do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas. As atribuições, segundo o próprio TCE-AM, são:

  • Substituir os Conselheiros em ausências e impedimentos, com as mesmas garantias e prerrogativas no período de substituição.
  • Presidir a instrução dos processos que lhe forem distribuídos (contas de gestores estaduais e municipais, atos de pessoal, editais de licitação, aposentadorias).
  • Compor ou coordenar equipes de fiscalização e auditoria.
  • Emitir pareceres e manifestações técnicas e relatar processos em sessão.

É um trabalho de julgamento, não de operação de campo: você relata, vota e fundamenta decisões sobre o dinheiro público do Amazonas.

A banca e o perfil da prova

O TCE-AM tem histórico recente com a FGV (que aplicou o certame de 2021 da casa). Para cargo de magistratura de contas, o desenho de prova segue o padrão consagrado de Conselheiro Substituto/Auditor de Tribunais de Contas:

  • Prova objetiva longa e densa (em torno de 100 questões), eliminatória e classificatória.
  • Prova discursiva com peça processual (voto ou parecer) e questões técnicas.
  • Prova oral pública, com arguição direta da banca sobre disciplinas do edital.
  • Avaliação de títulos (pós-graduação, magistério superior e tempo de exercício em área afim).

A dificuldade é alta: poucas vagas, exigência de redação jurídica de nível de magistrado e a barreira da prova oral, que elimina mesmo quem vai bem na objetiva.

As matérias de maior peso e a ordem de estudo

Para este cargo, o eixo é Controle Externo somado a Direito Público pesado. Priorize nesta ordem:

  1. Controle Externo e Auditoria Governamental: competências do TCE, julgamento de contas, fiscalização, processo de contas.
  2. Direito Constitucional e Financeiro: foco no capítulo da fiscalização contábil, financeira e orçamentária (art. 70 a 75) e na Constituição do Estado do Amazonas.
  3. Direito Administrativo e Lei de Licitações (Lei 14.133/2021), além de Lei de Responsabilidade Fiscal.
  4. Contabilidade Pública e AFO (orçamento público, NBC TSP, demonstrações).

Diferencial específico deste certame: a Lei Orgânica do TCE-AM (Lei estadual nº 2423/1996) e o Regimento Interno do Tribunal. É a legislação que separa o aprovado do reprovado, porque define competências, ritos e o próprio caminho do Auditor à vaga de Conselheiro.

Nível, requisitos e remuneração

  • Escolaridade: nível superior. Em geral exige-se diploma em Direito, Ciências Contábeis, Administração ou Economia (Direito é o perfil dominante para este cargo de julgamento).
  • Experiência: costuma-se exigir cerca de 10 anos de exercício em função que demande os conhecimentos da área.
  • Idade: entre 35 e 70 anos, em linha com a regra constitucional dos membros de Tribunal de Contas.
  • Remuneração: faixa de magistratura. O subsídio do Auditor/Conselheiro Substituto é fixado em proporção próxima ao do Conselheiro, ficando entre os mais altos do funcionalismo estadual (patamar de dezenas de milhares de reais).

As etapas, passo a passo

Não há TAF nem investigação social no estilo de carreiras policiais. O funil é intelectual e tem ordem clara:

  1. Objetiva eliminatória: corte por nota mínima.
  2. Discursiva: peça profissional e questões, avaliando técnica e redação jurídica.
  3. Prova oral pública: arguição perante a banca, eliminatória.
  4. Títulos: classificatória, soma pontos por experiência e formação.

A nomeação se dá após a homologação; depois, dentro da carreira, abre-se o caminho para a lista tríplice rumo à vaga de Conselheiro.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Direito Constitucional45.442
4Direito Administrativo65.476
5Direito Civil15.999
6Direito Processual Civil11.190
7Direito Penal16.427
8Direito Processual Penal11.310
9Direito Tributário14.382
10Direito Financeiro6.211
11Administração Financeira e Orçamentária (AFO)15.292
12Finanças Públicas1.034
13Contabilidade Pública17.194
14Auditoria9.457
15Controle Externo866
16Administração Pública7.482

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Conselheiro Substituto?

Subsídio elevado, na faixa de ~R$ 35 mil a R$ 40 mil, magistratura de contas, com subsídio próximo ao teto do funcionalismo e variação por estado. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) para Conselheiro Substituto?

Pelo edital, o cargo de Conselheiro Substituto cobra 16 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Tributário, Direito Financeiro, Administração Financeira e Orçamentária (AFO), Finanças Públicas, Contabilidade Pública, Auditoria, Controle Externo, Administração Pública.

Por onde começar a estudar para Conselheiro Substituto?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Conselheiro Substituto é o mesmo que Auditor de Controle Externo do TCE-AM?

Não. O Auditor de Controle Externo é a carreira técnica de servidor (cargo que a FGV aplicou em 2021). O Conselheiro Substituto, chamado de Auditor no sentido constitucional, é cargo de magistratura de contas: substitui o Conselheiro e relata e vota processos. São provas, exigências e patamares de subsídio diferentes.

Dá para virar Conselheiro do TCE-AM a partir desse cargo?

Sim. Pela Lei Orgânica do TCE-AM (Lei 2423/1996), a sétima vaga de Conselheiro é reservada aos Auditores, indicados em lista tríplice pelo próprio Tribunal segundo antiguidade e merecimento. É o principal atrativo de carreira do cargo.

Qual a banca e quais matérias mais pesam?

O TCE-AM tem histórico recente com a FGV. Os pesos maiores ficam em Controle Externo e Auditoria Governamental, Direito Constitucional e Financeiro (art. 70 a 75), Administrativo, Licitações e Contabilidade Pública, com a Lei Orgânica e o Regimento Interno do TCE-AM como diferencial específico do certame.

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