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Fiscal de Rendas, Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento do Rio de Janeiro (SMFP-Rio)

O edital de Fiscal de Rendas do Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento do Rio de Janeiro (SMFP-Rio) cobra 21 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Matemática. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

O fisco da maior prefeitura do país: quem cobra o ISS do Rio e ganha como auditor de estado, com prova de banca dura e legislação carioca que ninguém mais cobra.

Matérias
21
Nível
Superior (qualquer área)
Remuneração
Faixa de auditor (alta)
Banca
FGV
O diferencial é a legislação carioca, não o Direito Tributário genérico

Quase todo concurseiro chega no Fiscal de Rendas do Rio com Direito Tributário razoável (CTN e Sistema Tributário na Constituição). O que separa aprovado de reprovado é a parte que só este cargo cobra: o Código Tributário do Município do Rio (Lei 691/1984), o regulamento do processo administrativo-tributário municipal (Decreto 14.602/1996) e a sistemática da NFS-e (Nota Carioca) com a auditoria fiscal eletrônica. É legislação local, com muita decoreba de prazos, alíquotas, lista de serviços e regras de lançamento do ISS, e ninguém estuda isso por acaso. É aqui que a sua nota de corte se decide.

O que o Fiscal de Rendas faz no dia a dia

Você é a autoridade fiscal do município do Rio, focada nos tributos de competência municipal, com o ISS (Imposto sobre Serviços) no centro. Na prática:

  • Fiscaliza prestadores de serviço, comércio e demais contribuintes: confere escrituração, notas fiscais eletrônicas (Nota Carioca/NFS-e) e o recolhimento do ISS.
  • Investiga sonegação, omissão de receita e fraude, lavra autos de infração e constitui o crédito tributário via lançamento.
  • Elabora planos de fiscalização, usa cruzamento de dados e auditoria fiscal eletrônica, e atua em plantões fiscais orientando contribuintes.

É um cargo de carreira fazendária de carreira típica de Estado, com poder de polícia tributária e responsabilidade direta sobre a arrecadação da cidade.

A banca e o perfil da prova

O certame mais recente foi organizado pela FGV, em etapa única de prova objetiva, sem TAF, prova oral ou curso de formação eliminatório. Isso muda a estratégia: não tem segunda chance física nem entrevista, tudo se decide no papel.

  • Prova objetiva extensa (na casa de 160 questões, aplicada em dois turnos no mesmo dia), de caráter eliminatório e classificatório.
  • Estilo FGV: questões longas, contextualizadas, com pegadinhas em literalidade de lei e jurisprudência. Texto que parece certo costuma ter um detalhe trocado.
  • Pesos diferentes por disciplina: as matérias jurídico-tributárias e quantitativas costumam pesar mais que as de menor especificidade.

As matérias de maior peso e a prioridade de estudo

Priorize por peso e por especificidade (o que só este concurso cobra):

  1. Direito Tributário e crimes contra a ordem tributária, incluindo Sistema Tributário Nacional na Constituição e CTN: é a espinha dorsal.
  2. Legislação tributária municipal do Rio: Código Tributário do Município (Lei 691/1984), com foco pesado no ISS (fato gerador, lista de serviços, base de cálculo, alíquotas, isenções).
  3. Processo administrativo-tributário municipal (Decreto 14.602/1996) e a auditoria fiscal eletrônica da NFS-e (Nota Carioca).
  4. Simples Nacional, Contabilidade Geral e Raciocínio Lógico-Matemático/Estatística/Matemática Financeira (forte na FGV).

O bloco de Direito Constitucional, Administrativo, Civil/Empresarial, Economia e Finanças Públicas e Tecnologia da Informação completa, mas é onde você ganha tempo, não onde decide a prova.

Escolaridade e remuneração

  • Exige nível superior completo, em qualquer área reconhecida pelo MEC (não precisa ser Direito, Contábeis ou Economia).
  • A remuneração é uma das mais altas do funcionalismo municipal, composta por vencimento-base mais gratificações fazendárias (gratificação de produtividade incluída), colocando o cargo na faixa de auditor de estado. Trate como remuneração alta de carreira fiscal, sem fixar o número exato, que varia por reajuste e por produtividade.

Etapas do concurso

No formato mais recente, foi etapa única:

  • Prova objetiva eliminatória e classificatória (sem TAF, sem prova oral, sem investigação social).
  • Atenção: a FGV pode incluir prova discursiva em editais futuros para carreiras fiscais, então acompanhe o edital vigente e não assuma que será só objetiva.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Matemática43.088
4Estatística5.521
5Matemática Financeira4.447
6Informática40.187
7Direito Constitucional45.442
8Direito Administrativo65.476
9Direito Tributário14.382
10Legislação Municipal89
11Contabilidade25.914
12Auditoria9.457
13Direito Financeiro6.211
14Administração Financeira e Orçamentária (AFO)15.292
15Finanças Públicas1.034
16Economia Brasileira1.012
17Microeconomia3.432
18Direito Civil15.999
19Direito Processual Civil11.190
20Direito Empresarial5.144
21Direito Penal16.427

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quais matérias caem no concurso Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento do Rio de Janeiro (SMFP-Rio) para Fiscal de Rendas?

Pelo edital, o cargo de Fiscal de Rendas cobra 21 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Matemática, Estatística, Matemática Financeira, Informática, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Tributário, Legislação Municipal, Contabilidade, Auditoria, Direito Financeiro, Administração Financeira e Orçamentária (AFO), Finanças Públicas, Economia Brasileira, Microeconomia, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Empresarial, Direito Penal.

Por onde começar a estudar para Fiscal de Rendas?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Matemática) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento do Rio de Janeiro (SMFP-Rio)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Preciso ser formado em Direito ou Contabilidade para ser Fiscal de Rendas do Rio?

Não. O cargo exige nível superior completo em qualquer área reconhecida pelo MEC. Formação em Direito, Contábeis ou Economia ajuda no conteúdo, mas não é requisito. Vence quem domina Direito Tributário, a legislação municipal carioca e o quantitativo da FGV.

Qual a diferença para um Auditor Fiscal de SEFAZ estadual?

O Fiscal de Rendas atua sobre tributos municipais, com o ISS no centro, e cobra a legislação própria do Rio: o Código Tributário Municipal (Lei 691/1984), o processo administrativo-tributário municipal (Decreto 14.602/1996) e a NFS-e (Nota Carioca). Um auditor estadual foca ICMS e a lei estadual. São impostos, leis e sistemas diferentes, ainda que a base de Direito Tributário (CTN) se sobreponha.

A prova tem TAF, prova oral ou curso de formação?

No certame mais recente, não. Foi etapa única de prova objetiva, eliminatória e classificatória, sem teste físico, entrevista ou investigação social. Mesmo assim, confirme sempre o edital vigente, porque a FGV pode incluir prova discursiva em carreiras fiscais.