Auditor Fiscal, Secretaria da Fazenda - DF (SEFAZ-DF)
O edital de Auditor Fiscal do Secretaria da Fazenda - DF (SEFAZ-DF) cobra 21 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Matemática. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.
Remuneração inicial: Varia por estado: ~R$ 15 mil a ~R$ 30 mil (Auditor Fiscal estadual (ICMS); muitos fiscos somam vencimento e prêmio de produtividade, está entre as carreiras mais bem pagas, confira o edital do estado)Base: Tabelas de vencimento das Secretarias de Fazenda estaduais (estudo Sindifisco Nacional), referência 2026. Confira o edital vigente.
No único fisco do país que é estado e município ao mesmo tempo, quem domina a legislação tributária do DF larga na frente.
Diferente das SEFAZ estaduais comuns, o Auditor Fiscal do DF fiscaliza tributos estaduais (ICMS, IPVA) e municipais (ISS, IPTU, ITBI) na mesma carreira. Na prática isso dobra o volume de Legislação Tributária a dominar, com o RICMS do DF (Decreto 18.955/1997) e o Código Tributário distrital no centro de tudo. É exatamente aí que a maioria erra: estuda o tributário genérico e ignora a lei seca distrital, que é a fonte direta dos itens certo/errado do Cebraspe.
O que o Auditor Fiscal da Receita do DF faz
O Auditor Fiscal da Receita do Distrito Federal fiscaliza, lança e cobra os tributos da SEFAZ-DF. O dia a dia gira em torno de auditar empresas, conferir escrituração e notas fiscais eletrônicas, autuar quem sonega e julgar processos administrativos fiscais. O detalhe que mais pega o concurseiro de surpresa: o DF acumula competência estadual e municipal ao mesmo tempo, então o mesmo auditor cuida de ICMS e IPVA (lado "estado") e de ISS, IPTU e ITBI (lado "município"). É mais legislação tributária para dominar do que numa SEFAZ estadual comum.
A banca e o perfil da prova
- A banca histórica e do certame mais recente é o Cebraspe (ex-Cespe). Prepare-se para o estilo certo/errado.
- A prova objetiva costuma trazer em torno de 120 a 160 itens (no de 2020 foram 160), em uma única prova, e o erro "anula" o acerto. Chute às cegas é punido.
- Direito a errar é baixo: a nota de corte sobe porque o item certo/errado favorece quem domina o detalhe da lei, não quem "tem noção".
As matérias de maior peso e a ordem de estudo
A área específica é o que separa aprovado de reprovado. Priorize nesta ordem:
- Legislação Tributária do DF: RICMS (Decreto 18.955/1997), Código Tributário do DF e as leis de ISS, IPVA, IPTU e ITBI. É o coração da prova e o que ninguém estuda direito.
- Auditoria e Contabilidade (Geral, de Custos e Pública): peso alto e cobrança técnica.
- Direito Tributário (CTN e Constituição), depois Direito Constitucional e Administrativo.
- Bloco de apoio: Direito Financeiro e Orçamento, Economia, Matemática Financeira, Raciocínio Lógico, TI e Português.
As etapas do concurso
- Etapa 1: prova objetiva (eliminatória e classificatória).
- Etapa 2: prova discursiva (eliminatória e classificatória), tipicamente questões de resposta curta sobre temas do cargo mais uma dissertação. Treine redação técnica desde cedo, não deixe pro fim.
- Etapa 3: sindicância da vida pregressa / investigação social (eliminatória). Não há TAF nem prova oral.
Escolaridade e remuneração
- Exigência: nível superior em qualquer área (diploma reconhecido pelo MEC).
- Remuneração: uma das mais altas do funcionalismo brasileiro, com inicial na casa das dezenas de milhares de reais e progressão que leva o topo da carreira a patamar bem mais elevado. É salário de carreira fiscal de ponta.
Matérias do edital
| # | Matéria | Questões no acervo |
|---|---|---|
| 1 | Português | 113.268 |
| 2 | Raciocínio Lógico | 19.866 |
| 3 | Matemática | 43.088 |
| 4 | Estatística | 5.521 |
| 5 | Matemática Financeira | 4.447 |
| 6 | Informática | 40.187 |
| 7 | Direito Constitucional | 45.442 |
| 8 | Direito Administrativo | 65.476 |
| 9 | Direito Tributário | 14.382 |
| 10 | Contabilidade | 25.914 |
| 11 | Auditoria | 9.457 |
| 12 | Direito Financeiro | 6.211 |
| 13 | Administração Financeira e Orçamentária (AFO) | 15.292 |
| 14 | Finanças Públicas | 1.034 |
| 15 | Economia Brasileira | 1.012 |
| 16 | Microeconomia | 3.432 |
| 17 | Macroeconomia | 3.847 |
| 18 | Direito Civil | 15.999 |
| 19 | Direito Processual Civil | 11.190 |
| 20 | Direito Empresarial | 5.144 |
| 21 | Direito Penal | 16.427 |
Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.
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Perguntas frequentes
Quanto ganha o Auditor Fiscal?
Varia por estado: ~R$ 15 mil a ~R$ 30 mil, Auditor Fiscal estadual (ICMS); muitos fiscos somam vencimento e prêmio de produtividade, está entre as carreiras mais bem pagas, confira o edital do estado. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.
Quais matérias caem no concurso Secretaria da Fazenda - DF (SEFAZ-DF) para Auditor Fiscal?
Pelo edital, o cargo de Auditor Fiscal cobra 21 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Matemática, Estatística, Matemática Financeira, Informática, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Tributário, Contabilidade, Auditoria, Direito Financeiro, Administração Financeira e Orçamentária (AFO), Finanças Públicas, Economia Brasileira, Microeconomia, Macroeconomia, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Empresarial, Direito Penal.
Por onde começar a estudar para Auditor Fiscal?
Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Matemática) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.
Onde treinar questões para o concurso Secretaria da Fazenda - DF (SEFAZ-DF)?
No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.
Qual a banca do concurso da SEFAZ-DF para Auditor Fiscal?
A banca histórica e do certame mais recente é o Cebraspe (ex-Cespe), com prova no formato certo/errado, em que item errado anula item certo. Chute sem certeza tende a derrubar a nota.
O que cai de diferente na SEFAZ-DF em relação a outras SEFAZ?
O Distrito Federal acumula competência estadual e municipal, então a Legislação Tributária cobra tanto tributos estaduais (ICMS, IPVA) quanto municipais (ISS, IPTU, ITBI). O carro-chefe é o RICMS do DF, Decreto 18.955/1997, somado ao Código Tributário distrital.
Quais as etapas do concurso?
São três: prova objetiva, prova discursiva (com questões e dissertação sobre temas do cargo) e sindicância da vida pregressa. Não há teste físico (TAF) nem prova oral, mas a discursiva é eliminatória e precisa de treino.