Auditor-Fiscal da Receita Municipal, Secretaria Municipal da Fazenda de Porto Alegre (SMF-Porto Alegre)
O edital de Auditor-Fiscal da Receita Municipal do Secretaria Municipal da Fazenda de Porto Alegre (SMF-Porto Alegre) cobra 21 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Matemática. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.
Fiscal do ISS na capital gaúcha: uma das melhores carreiras tributárias municipais do país, com prova FUNDATEC inteiramente objetiva e foco pesado na legislação tributária da própria cidade.
Diferente de um Auditor de SEFAZ estadual, que vive de ICMS, aqui o centro de gravidade é o ISSQN e a legislação tributária de Porto Alegre. A FUNDATEC cobra com profundidade a Lei Complementar Municipal 7/1973 (o Código Tributário do Município), as alíquotas de ISS entre 2% e 5% do art. 21, o regramento de ITBI e IPTU e os decretos que regulamentam o sistema. É a matéria que mais separa quem passa de quem fica, porque não dá para preparar isso com material de SEFAZ estadual: é lei local, específica desta capital, e responde por uma fatia grande da prova de conhecimentos específicos. Quem domina o Código Tributário de Porto Alegre sai na frente.
O que esse cargo faz no dia a dia
O Auditor-Fiscal da Receita Municipal é o agente que fiscaliza e arrecada os tributos de competência de Porto Alegre, com o ISSQN (imposto sobre serviços) no centro do trabalho, além de ITBI, IPTU e taxas. Na prática, o dia a dia envolve:
- Fiscalizar empresas e prestadores de serviço para verificar o correto recolhimento do ISS, lavrar autos de infração e constituir o crédito tributário.
- Examinar livros, notas fiscais e documentos, intimar contribuintes e orientar sobre o cumprimento da legislação.
- Analisar pedidos de isenção, imunidade, alteração cadastral e cancelamento de inscrição, além de emitir pareceres.
A banca e o perfil da prova
A FUNDATEC, fundação gaúcha, organiza o certame, e isso define o tom da preparação. No concurso mais recente a prova foi de etapa única: teórico-objetiva, eliminatória e classificatória, sem prova discursiva, sem TAF e sem curso de formação eliminatório. Foram 160 questões divididas em dois blocos, com tempo separado para cada bloco. O estilo FUNDATEC é literal e detalhista, premia quem leu a letra da lei e penaliza chute, então a régua é decoreba qualificada de legislação somada a raciocínio jurídico-tributário.
As matérias de maior peso
Os conhecimentos específicos são o coração da prova. Priorize nesta ordem:
- Legislação Tributária Municipal de Porto Alegre (LC 7/1973 e regulamentos) e Direito Tributário: é o bloco que decide o concurso.
- Contabilidade e Auditoria: peso alto e exigente, costuma derrubar candidato de área jurídica.
- Direito Administrativo e Constitucional, Economia e Finanças Públicas, e Direito Empresarial, Civil e Penal.
Nível e remuneração
Exige nível superior em qualquer área, o que abre o leque de candidatos e aumenta a concorrência. A remuneração inicial gira em torno de R$ 7,3 mil para 30 horas semanais, mas escala bastante: com Regime de Tempo Integral (RTI) o básico sobe cerca de 50% e com Dedicação Exclusiva (RDE) chega a dobrar, levando o total para a faixa dos R$ 14 mil. Some-se a Gratificação de Atividade Tributária (GAT), parcela variável atrelada ao cumprimento de metas da Secretaria Municipal da Fazenda.
Matérias do edital
| # | Matéria | Questões no acervo |
|---|---|---|
| 1 | Português | 113.268 |
| 2 | Raciocínio Lógico | 19.866 |
| 3 | Matemática | 43.088 |
| 4 | Estatística | 5.521 |
| 5 | Matemática Financeira | 4.447 |
| 6 | Informática | 40.187 |
| 7 | Direito Constitucional | 45.442 |
| 8 | Direito Administrativo | 65.476 |
| 9 | Direito Tributário | 14.382 |
| 10 | Legislação Municipal | 89 |
| 11 | Contabilidade | 25.914 |
| 12 | Auditoria | 9.457 |
| 13 | Direito Financeiro | 6.211 |
| 14 | Administração Financeira e Orçamentária (AFO) | 15.292 |
| 15 | Finanças Públicas | 1.034 |
| 16 | Economia Brasileira | 1.012 |
| 17 | Microeconomia | 3.432 |
| 18 | Direito Civil | 15.999 |
| 19 | Direito Processual Civil | 11.190 |
| 20 | Direito Empresarial | 5.144 |
| 21 | Direito Penal | 16.427 |
Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.
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Perguntas frequentes
Quais matérias caem no concurso Secretaria Municipal da Fazenda de Porto Alegre (SMF-Porto Alegre) para Auditor-Fiscal da Receita Municipal?
Pelo edital, o cargo de Auditor-Fiscal da Receita Municipal cobra 21 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Matemática, Estatística, Matemática Financeira, Informática, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Tributário, Legislação Municipal, Contabilidade, Auditoria, Direito Financeiro, Administração Financeira e Orçamentária (AFO), Finanças Públicas, Economia Brasileira, Microeconomia, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Empresarial, Direito Penal.
Por onde começar a estudar para Auditor-Fiscal da Receita Municipal?
Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Matemática) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.
Onde treinar questões para o concurso Secretaria Municipal da Fazenda de Porto Alegre (SMF-Porto Alegre)?
No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.
O concurso tem prova discursiva, TAF ou curso de formação?
No certame mais recente, não. A seleção foi de etapa única: prova teórico-objetiva com 160 questões em dois blocos, de caráter eliminatório e classificatório. Sem redação, sem teste físico e sem investigação social. Sempre confirme no edital vigente, mas o histórico recente é de prova totalmente objetiva.
Posso usar material de Auditor de SEFAZ estadual para estudar?
Em parte. As matérias gerais (Tributário, Contabilidade, Administrativo) se aproveitam, mas a peça que decide a prova é a legislação tributária municipal de Porto Alegre, com foco em ISS, que não existe no material de SEFAZ. Essa parte precisa ser estudada direto na lei local.
Qual é o nível exigido e quem pode concorrer?
Nível superior em qualquer área de formação. Isso significa que bacharéis e licenciados de qualquer curso podem disputar, o que torna a concorrência alta e reforça a importância de dominar os conhecimentos específicos para se destacar.