Os colaboradores de determinada empresa trabalham em um mesmo departamento e, geralmente, desenvolvem trabalhos em equipe. Possuem habilidades específicas e competência em suas áreas, mas, no contexto das relações interpessoais, apresentam dificuldades. Considerando o contexto, o colaborador que denota uma relação interpessoal positiva no trabalho é:
- A)Mariana evita compartilhar suas ideias e conhecimentos com os colegas de trabalho, pois acredita que manter as informações para si é a melhor abordagem para se destacar; é responsável por muitas intrigas na empresa.
Errada, porque Mariana é individualista, não compartilha informações e ainda alimenta intrigas, o que destrói a convivência no grupo.
- B)Joaquim acha que o trabalho em equipe não é importante, pois o grupo nunca será coeso devido às diferenças individuais; não colabora com sugestões e possui problemas de convivência com a maior parte de seus colegas.
Errada, porque Joaquim desvaloriza o trabalho em equipe, não coopera e apresenta problemas de convivência com os colegas.
- C)Lúcia expressa suas opiniões de forma assertiva; porém, dominadora, desconsiderando perspectivas e ideias dos colegas de trabalho; gera conflitos e desentendimentos, pois é intolerante e não aceita críticas e ideias contrárias às suas.
Errada, porque Lúcia até se posiciona, mas de forma dominadora e intolerante, gerando conflitos e rejeitando críticas.
- D)Pedro é reservado e evita conversas desnecessárias no trabalho; no entanto, reconhece a importância de uma equipe coesa; participa de reuniões e colabora com sugestões construtivas; é interessado, empático, evita conflitos e aceita críticas.
Certa, porque Pedro demonstra empatia, colaboração, aceitação de críticas e postura de cooperação, características de relação interpessoal positiva.
Gabarito: D
Quando a questão fala em relação interpessoal positiva no trabalho, ela quer identificar comportamentos que favorecem convivência, cooperação, respeito e abertura ao diálogo. Em gestão de pessoas, isso aparece muito em atitudes como escuta ativa, empatia, colaboração, aceitação de críticas e capacidade de trabalhar em equipe sem transformar o ambiente em campo de batalha. Parece básico, mas em prova a banca adora trocar isso por perfis “competentes tecnicamente, porém insuportáveis no convívio”. A alternativa correta é a letra D porque Pedro, mesmo sendo reservado, demonstra maturidade relacional: participa, colabora, aceita críticas, é empático e evita conflitos. Repare que não basta ser extrovertido ou falante; o ponto central é saber conviver e contribuir para o clima do grupo. Uma pessoa pode falar pouco e ainda assim ter excelente relação interpessoal, desde que respeite os colegas e coopere com o trabalho coletivo. Já as demais alternativas mostram exatamente o contrário: isolamento, competição excessiva, intolerância, dominação e geração de conflitos. Em termos práticos, são perfis que prejudicam comunicação, confiança e integração da equipe. Em qualquer organização, isso derruba produtividade e aumenta ruído interno, fofoca e retrabalho, aquele combo nada premium do ambiente tóxico. Esse tema conversa com noções clássicas de comportamento organizacional e habilidades interpessoais: trabalhar bem em equipe não é só dividir tarefas, mas construir relações funcionais e respeitosas. Em seleções e concursos, a banca costuma valorizar atitudes pró-sociais e rejeitar posturas individualistas, agressivas ou rigidamente centralizadoras.