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Conselheiro Substituto, Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE-TO)

O edital de Conselheiro Substituto do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE-TO) cobra 16 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: Subsídio elevado, na faixa de ~R$ 35 mil a R$ 40 mil (magistratura de contas, com subsídio próximo ao teto do funcionalismo e variação por estado)Base: Portais de transparência dos Tribunais de Contas estaduais, referência 2026. Confira o edital vigente.

O cargo constitucional de topo do TCE-TO: você relata contas, substitui Conselheiros e abre o caminho para a lista tríplice.

Matérias
16
Nível
Superior (cargo constitucional)
Banca recente
FGV
Remuneração
Subsídio de magistratura
Não confunda: é cargo constitucional, não analista

O Conselheiro Substituto (antigo Auditor) do TCE-TO não é o mesmo que o Auditor de Controle Externo do concurso de 2022. Aqui você relata processos, propõe votos ao Pleno e substitui Conselheiros titulares, com mesmas prerrogativas e subsídio quando em substituição. Mais que isso: os Conselheiros Substitutos integram a lista tríplice da quinta constitucional, ou seja, é o caminho por concurso para chegar a Conselheiro titular. Isso explica a remuneração de topo, a prova oral e o nível de exigência.

O que o Conselheiro Substituto faz no TCE-TO

O Conselheiro Substituto (antigo Auditor) é um cargo constitucional, não um cargo de analista. No dia a dia você atua como um quase-conselheiro: instrui e relata processos de contas, elabora propostas de voto e decisões que são levadas ao colegiado (o Pleno), e substitui os Conselheiros titulares em ausências, férias, licenças, impedimentos e vacância. Quando está substituindo, você tem as mesmas garantias, prerrogativas e subsídio do titular.

No TCE-TO especificamente, o tribunal é composto por 7 Conselheiros, e os Conselheiros Substitutos integram a chamada quinta constitucional: parte das vagas de Conselheiro titular é preenchida pelo Governador a partir de lista tríplice formada entre os auditores (conselheiros substitutos), por antiguidade e merecimento. Ou seja, é a porta de entrada por concurso para, no futuro, chegar a Conselheiro titular.

A quem você responde: o jurisdicionado do TCE-TO

O foco do cargo é o controle externo da gestão pública estadual e municipal do Tocantins. Isso muda o que vale a pena estudar:

  • O TCE-TO fiscaliza o Estado do Tocantins e os seus 139 municípios (prefeituras e câmaras), além da administração indireta (autarquias, fundações, empresas).
  • Os parâmetros de julgamento são legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação de subvenções e renúncia de receitas.
  • A base normativa local é a Constituição do Estado do Tocantins e a Lei Orgânica do TCE-TO (Lei Estadual 1.284/2001), somada ao Regimento Interno. Esses três textos são o coração da prova e quase ninguém estuda direito.

Banca, dificuldade e formato da prova

A banca do certame de controle externo do Tocantins tem sido a FGV. O perfil da FGV para a carreira de Conselheiro Substituto em tribunais de contas (RR, ES, entre outros) dá uma fotografia clara do que esperar:

  • Prova objetiva pesada, com módulos eliminatórios: você precisa atingir mínimo em cada bloco, não basta a média geral.
  • Prova discursiva eliminatória e classificatória (no padrão FGV, costuma cobrar questões dissertativas com limite de linhas por questão).
  • Prova oral, etapa típica e diferenciadora desse cargo (não existe na maioria dos cargos de analista).
  • Avaliação de títulos (classificatória), que valoriza pós-graduação e experiência.

É um dos concursos mais difíceis da área de controle. A combinação de objetiva com corte por módulo, discursiva e prova oral exige domínio de fundamento, não decoreba.

Matérias de maior peso e prioridade de estudo

A carreira é jurídico-contábil. Priorize nesta ordem:

  1. Controle externo e a base local: Lei Orgânica do TCE-TO (1.284/2001), Regimento Interno e a Constituição Estadual na parte do tribunal. É o conteúdo mais específico e o que mais separa aprovados.
  2. Direito Constitucional e Administrativo, com ênfase em controle, licitações e contratos (Lei 14.133/2021), agentes e responsabilidade.
  3. Direito Financeiro e Orçamentário e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LC 101/2000), além da Lei 4.320/1964.
  4. Contabilidade Pública (CASP, NBC TSP, MCASP) e Auditoria Governamental.

Português, raciocínio lógico e controle externo na esfera federal (Constituição e jurisprudência do TCU) completam o núcleo.

Escolaridade, requisitos e remuneração

  • Nível superior, em geral nas áreas de Direito, Contabilidade, Economia ou Administração Pública.
  • Por ser cargo constitucional ligado à magistratura de contas, costuma exigir o requisito de idade prevista na Constituição (mais de 35 e menos de 65/70 anos) e notórios conhecimentos jurídicos, contábeis ou econômicos, com tempo de experiência.
  • Remuneração de topo: o subsídio é equiparado ao de Conselheiro/magistratura, na casa das dezenas de milhares de reais por mês, entre os maiores do funcionalismo estadual. Trate sempre como faixa, pois o valor exato muda por reajuste e por edital.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Direito Constitucional45.442
4Direito Administrativo65.476
5Direito Civil15.999
6Direito Processual Civil11.190
7Direito Penal16.427
8Direito Processual Penal11.310
9Direito Tributário14.382
10Direito Financeiro6.211
11Administração Financeira e Orçamentária (AFO)15.292
12Finanças Públicas1.034
13Contabilidade Pública17.194
14Auditoria9.457
15Controle Externo866
16Administração Pública7.482

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Conselheiro Substituto?

Subsídio elevado, na faixa de ~R$ 35 mil a R$ 40 mil, magistratura de contas, com subsídio próximo ao teto do funcionalismo e variação por estado. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE-TO) para Conselheiro Substituto?

Pelo edital, o cargo de Conselheiro Substituto cobra 16 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Tributário, Direito Financeiro, Administração Financeira e Orçamentária (AFO), Finanças Públicas, Contabilidade Pública, Auditoria, Controle Externo, Administração Pública.

Por onde começar a estudar para Conselheiro Substituto?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE-TO)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Conselheiro Substituto é o mesmo que Auditor de Controle Externo do TCE-TO?

Não. O Auditor de Controle Externo é cargo de analista de nível superior (foi o concurso de 2022 da FGV). O Conselheiro Substituto (antigo Auditor) é cargo constitucional: relata processos, propõe votos, substitui Conselheiros titulares e integra a lista tríplice para virar Conselheiro. É outra carreira, com remuneração e prova mais altas.

Qual banca organiza e como costuma ser a prova?

Os certames recentes de controle externo do TCE-TO ficaram com a FGV. Para Conselheiro Substituto, o padrão FGV combina prova objetiva com corte por módulo, prova discursiva, prova oral (etapa típica do cargo) e avaliação de títulos. É um dos formatos mais exigentes da área de controle.

O que estudar primeiro para esse cargo no Tocantins?

Comece pela base local que quase ninguém domina: Lei Orgânica do TCE-TO (Lei 1.284/2001), Regimento Interno e a Constituição Estadual na parte do tribunal. Em seguida, Direito Constitucional, Administrativo, Financeiro, LRF e Contabilidade Pública. Use as provas de Conselheiro Substituto da FGV (RR e ES) como termômetro.

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