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Conselheiro Substituto, Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS)

O edital de Conselheiro Substituto do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) cobra 16 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: Subsídio elevado, na faixa de ~R$ 35 mil a R$ 40 mil (magistratura de contas, com subsídio próximo ao teto do funcionalismo e variação por estado)Base: Portais de transparência dos Tribunais de Contas estaduais, referência 2026. Confira o edital vigente.

O cargo de cúpula do controle externo no Mato Grosso do Sul: você julga contas como um juiz, com banca Cebraspe e prova oral no caminho.

Matérias
16
Nível
Superior + experiência
Remuneração
Cerca de R$ 40 mil
Banca
Cebraspe
Não é cargo de entrada: exige uma década de estrada

O Conselheiro Substituto do TCE-MS é a magistratura de contas do estado, e o edital reflete isso. Além de diploma de nível superior (em qualquer área), o requisito mais filtrante é mais de 10 anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional, com idade mínima de 35 anos na posse. Some a isso uma prova oral, sindicância da vida pregressa e investigação social, etapas que cargos comuns de tribunal não têm. Você não disputa esse concurso aos 22 recém-formado: disputa depois de já ter trajetória, e a banca vai medir profundidade jurídica, não decoreba.

O que você faz no dia a dia

O Conselheiro Substituto exerce a judicatura de contas: na prática, você substitui Conselheiros titulares e atua como relator de processos de fiscalização do dinheiro público estadual e municipal de Mato Grosso do Sul. O trabalho é técnico-jurídico de gabinete, não de campo.

  • Relatar prestações e tomadas de contas de prefeituras, secretarias, autarquias e órgãos do estado.
  • Emitir voto e propor decisões sobre legalidade de despesas, contratos, licitações e atos de pessoal (aposentadorias, admissões).
  • Participar de sessões de julgamento do Tribunal Pleno e das Câmaras.
  • Apreciar editais, representações e denúncias sobre uso de recursos públicos.

A banca e o perfil da prova

A banca é a Cebraspe (antigo Cespe), e isso define a estratégia. O estilo Cebraspe costuma cobrar itens de certo/errado com pegadinhas de literalidade da lei e de jurisprudência, onde marcar errado pode anular um acerto. A prova objetiva tem 100 questões dividas em conhecimentos gerais e específicos. A dificuldade é alta, comparável a magistratura e ministério público, porque o cargo é equiparado a Conselheiro.

As etapas (esse concurso tem mais que prova)

Diferente de cargos comuns de tribunal, aqui o caminho é longo e elimina em vários pontos:

  • Prova objetiva (eliminatória e classificatória).
  • Duas provas discursivas: a P2 com três questões dissertativas (até 20 linhas cada) e a P3, uma peça técnica de até 60 linhas (voto, parecer ou decisão).
  • Prova oral (exclusiva deste cargo): você defende conhecimento diante da banca examinadora.
  • Sindicância da vida pregressa e investigação social.
  • Avaliação de sanidade física e mental e prova de títulos.

Matérias de maior peso e prioridade

O núcleo da prova é o tripé do controle externo. Priorize nesta ordem:

  • Controle Externo e Legislação dos Tribunais de Contas: Lei Orgânica do TCE-MS, Regimento Interno e o regime constitucional dos Tribunais de Contas (arts. 70 a 75 da CF). É o que mais distingue este concurso de qualquer outro.
  • Direito Constitucional e Direito Administrativo: pesados em número de itens e base da prova discursiva.
  • Direito Financeiro e Administração Financeira e Orçamentária (AFO): Lei 4.320/64, LRF e ciclo orçamentário, coração do dia a dia do cargo.

Vale a pena

A remuneração inicial gira na casa dos R$ 40 mil mensais para jornada reduzida, com prestígio de magistratura e estabilidade. Em troca, é um dos concursos mais exigentes do estado: poucas vagas, banca dura e etapas que medem trajetória, não só memória.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Direito Constitucional45.442
4Direito Administrativo65.476
5Direito Civil15.999
6Direito Processual Civil11.190
7Direito Penal16.427
8Direito Processual Penal11.310
9Direito Tributário14.382
10Direito Financeiro6.211
11Administração Financeira e Orçamentária (AFO)15.292
12Finanças Públicas1.034
13Contabilidade Pública17.194
14Auditoria9.457
15Controle Externo866
16Administração Pública7.482

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Conselheiro Substituto?

Subsídio elevado, na faixa de ~R$ 35 mil a R$ 40 mil, magistratura de contas, com subsídio próximo ao teto do funcionalismo e variação por estado. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) para Conselheiro Substituto?

Pelo edital, o cargo de Conselheiro Substituto cobra 16 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Tributário, Direito Financeiro, Administração Financeira e Orçamentária (AFO), Finanças Públicas, Contabilidade Pública, Auditoria, Controle Externo, Administração Pública.

Por onde começar a estudar para Conselheiro Substituto?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Preciso ser formado em Direito para Conselheiro Substituto do TCE-MS?

Não. O edital exige diploma de nível superior em qualquer área reconhecida pelo MEC, mais de 10 anos de exercício de função ou atividade profissional e idade mínima de 35 anos. Mesmo assim, a prova é fortemente jurídica (Constitucional, Administrativo, Financeiro e Controle Externo), então quem não é da área precisa estudar muito Direito.

Qual a diferença para o cargo de Auditor (Analista) de Controle Externo?

O Conselheiro Substituto é a magistratura de contas: relata e vota processos, equiparado a Conselheiro. O Analista de Controle Externo executa a fiscalização técnica em campo e gabinete. O Conselheiro Substituto exige experiência prévia, tem prova oral e investigação social, e paga bem mais.

Qual banca organiza e como é o estilo?

A banca é a Cebraspe. O estilo cobra muitos itens de certo/errado, com forte uso de literalidade de lei e jurisprudência e pegadinhas, onde errar pode anular um acerto. Resolver provas anteriores de TCEs da própria Cebraspe é a forma mais rápida de se adaptar.

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