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Conselheiro Substituto, Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG)

O edital de Conselheiro Substituto do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) cobra 16 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: Subsídio elevado, na faixa de ~R$ 35 mil a R$ 40 mil (magistratura de contas, com subsídio próximo ao teto do funcionalismo e variação por estado)Base: Portais de transparência dos Tribunais de Contas estaduais, referência 2026. Confira o edital vigente.

A magistratura de contas de Minas: você relata, vota e substitui Conselheiros, no topo da carreira de controle externo.

Matérias
16
Nível
Superior em Direito
Remuneração
Subsídio de topo
Banca (referência)
FUNDEP (2017/2018)
Magistratura de contas, não auditoria de campo

O Conselheiro Substituto (antigo Auditor) não sai fiscalizando prefeituras: ele relata processos, vota em Câmaras e no Pleno e substitui Conselheiros titulares com todas as suas competências. É cargo de topo, equiparado a magistrado, com prova densa de carreira jurídica de elite. Não confunda com o concurso de Analista de Controle Externo de 2025.

O que faz um Conselheiro Substituto no TCE-MG

Esqueça a ideia de "auditor que fiscaliza prefeitura no campo". O Conselheiro Substituto (nome que o antigo cargo de Auditor recebeu pela Lei Complementar Estadual 133/2014) exerce a chamada magistratura de contas. Na prática, você:

  • Relata processos de contas das mais variadas naturezas (prestações de contas, aposentadorias, editais, representações) e leva o voto para julgamento.
  • Atua nas Câmaras e no Pleno do Tribunal, com voz nos colegiados.
  • Substitui integralmente os Conselheiros titulares em afastamentos e impedimentos, assumindo todas as competências do cargo.

É a porta de entrada para a magistratura de contas: posição vitalícia, equiparada a magistrado, no topo da carreira de controle externo de Minas.

A banca e o perfil da prova

O certame de referência (edital 2017, provas em 2018) foi conduzido pela FUNDEP. Atenção a um ponto que confunde muita gente: o concurso recente de 2025 do TCE-MG (banca Cebraspe) é para Analista de Controle Externo, cargo de carreira diferente, e não para Conselheiro Substituto. São provas, exigências e nível de profundidade distintos.

O perfil da prova de Conselheiro Substituto é de altíssima densidade jurídica, no padrão de carreira jurídica de elite (parecido com magistratura):

  • Objetiva longa (cerca de 100 questões, prova de várias horas) cobrindo o leque inteiro de direito público.
  • Duas provas discursivas: uma de tema comum a todos e uma específica do cargo, com respostas dissertativas extensas (na casa de 60 linhas por questão).
  • Avaliação de títulos ao final.

Matérias de maior peso e prioridade de estudo

O núcleo da prova gira em torno do controle externo e das matérias que sustentam o julgamento de contas. Priorize nesta ordem:

  • Controle Externo e Contabilidade Pública: o coração do cargo. Domine competências dos Tribunais de Contas, tipos de fiscalização, julgamento de contas e contabilidade aplicada ao setor público.
  • Direito Econômico-Financeiro e Direito Tributário: orçamento público, Lei de Responsabilidade Fiscal, despesa, receita e o sistema tributário.
  • Direito Constitucional e Administrativo: especialmente o capítulo da fiscalização contábil, financeira e orçamentária e a atuação das Cortes de Contas.

Depois vêm Direito Civil, Processual Civil, Penal, Teoria Geral do Processo e Raciocínio Lógico, que pesam menos, mas eliminam quem ignora.

A legislação mineira que cai (e quase ninguém estuda)

Aqui mora a diferença entre passar e ficar de fora. A prova cobra Legislação Estadual específica, e estudar só material genérico de TCE não basta:

  • Constituição do Estado de Minas Gerais, com foco na seção do Tribunal de Contas.
  • Lei Orgânica do TCE-MG (Lei Complementar 102/2008 e alterações, incluindo a LC 133/2014 que renomeou o cargo).
  • Regimento Interno do Tribunal, que define ritos, competências das Câmaras e do Pleno e o papel do Conselheiro Substituto.

Quem domina o arcabouço normativo mineiro larga na frente, porque essa parte não se encontra pronta em apostila nacional.

Escolaridade e remuneração

  • Exigência: nível superior em Direito, com requisitos de experiência/tempo de atividade jurídica típicos de carreiras de magistratura de contas (confira sempre o edital vigente).
  • Remuneração: faixa de subsídio de Conselheiro Substituto, uma das mais altas do funcionalismo estadual, equiparada à magistratura. Em termos qualitativos, é remuneração de topo de carreira jurídica pública, na casa das dezenas de milhares de reais mensais.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Direito Constitucional45.442
4Direito Administrativo65.476
5Direito Civil15.999
6Direito Processual Civil11.190
7Direito Penal16.427
8Direito Processual Penal11.310
9Direito Tributário14.382
10Direito Financeiro6.211
11Administração Financeira e Orçamentária (AFO)15.292
12Finanças Públicas1.034
13Contabilidade Pública17.194
14Auditoria9.457
15Controle Externo866
16Administração Pública7.482

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Conselheiro Substituto?

Subsídio elevado, na faixa de ~R$ 35 mil a R$ 40 mil, magistratura de contas, com subsídio próximo ao teto do funcionalismo e variação por estado. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) para Conselheiro Substituto?

Pelo edital, o cargo de Conselheiro Substituto cobra 16 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Tributário, Direito Financeiro, Administração Financeira e Orçamentária (AFO), Finanças Públicas, Contabilidade Pública, Auditoria, Controle Externo, Administração Pública.

Por onde começar a estudar para Conselheiro Substituto?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

O concurso de 2025 do TCE-MG é para Conselheiro Substituto?

Não. O edital de 2025 do TCE-MG (banca Cebraspe) é para Analista de Controle Externo, uma carreira diferente. O cargo de Conselheiro Substituto (antigo Auditor) teve como certame de referência o concurso de 2017, com provas em 2018, organizado pela FUNDEP.

Qual a diferença entre Conselheiro Substituto e Analista de Controle Externo?

O Analista de Controle Externo executa fiscalizações e instrui processos. O Conselheiro Substituto exerce a magistratura de contas: relata processos, vota nas Câmaras e no Pleno e substitui integralmente os Conselheiros titulares em afastamentos. É cargo de topo, equiparado a magistrado.

Que legislação estadual mineira cai na prova?

Principalmente a Constituição do Estado de Minas Gerais (seção do Tribunal de Contas), a Lei Orgânica do TCE-MG (LC 102/2008 e alterações, como a LC 133/2014) e o Regimento Interno do Tribunal. Estudar só material nacional de TCE deixa um buraco perigoso.

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