← Todos os concursos

Conselheiro Substituto, Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA)

O edital de Conselheiro Substituto do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) cobra 16 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: Subsídio elevado, na faixa de ~R$ 35 mil a R$ 40 mil (magistratura de contas, com subsídio próximo ao teto do funcionalismo e variação por estado)Base: Portais de transparência dos Tribunais de Contas estaduais, referência 2026. Confira o edital vigente.

Auditor do TCE-BA é magistrado de contas: relata, vota e substitui conselheiro, com prova jurídico-contábil de altíssimo nível.

Matérias
16
Nível
Superior (magistratura)
Remuneração
Subsídio elevado
Etapas
Objetiva, discursiva, oral, títulos
É concurso de magistratura, não de analista

O Auditor do TCE-BA é Conselheiro Substituto: relata processos, vota e ocupa a cadeira do conselheiro nas ausências. Isso muda tudo. A prova é jurídico-contábil de alto nível, com discursiva, oral e títulos, e o subsídio é de magistratura de contas. Quem estuda como se fosse cargo de nível técnico genérico não passa.

O que esse cargo faz no dia a dia

O Auditor do TCE-BA não é um analista de planilhas: é magistrado de contas. Quando um conselheiro titular falta ou está impedido, é você quem assume a cadeira, relata e vota. No fluxo normal, você atua como relator dos processos que recebe e propõe a decisão ao colegiado.

  • Relatar processos de contas (prefeituras, secretarias, autarquias e fundações do Estado e dos municípios baianos) e elaborar propostas de voto.
  • Determinar diligências, citações e despachos no trâmite dos processos sob sua relatoria.
  • Substituir conselheiros nos julgamentos, com voto pleno, em ausências e impedimentos.
  • Conviver com o lado técnico-contábil e o lado jurídico ao mesmo tempo: o cargo exige as duas cabeças.

A banca e o perfil da prova

A comissão organizadora do certame foi instalada em 2026, e a tendência dos TCEs recentes (Acre, Roraima, Paraíba) aponta para uma banca de peso operando o modelo clássico de magistratura de contas. Independente do nome no edital, espere o pacote completo: prova objetiva, discursiva, oral e títulos, todas eliminatórias e classificatórias.

  • A discursiva costuma trazer questões dissertativas de conhecimentos específicos (direito financeiro, controle externo, contabilidade pública).
  • A prova oral é o filtro que assusta: arguição perante banca examinadora, ao vivo, sobre os temas centrais.
  • Títulos pontuam experiência e formação, mas não substituem nota nas fases de conhecimento.

Matérias de maior peso e prioridade

O núcleo do cargo é a interseção entre direito público e contabilidade de governo. Não adianta ser forte só em uma das pontas.

  • Prioridade 1: Controle Externo e legislação institucional (Constituição Federal arts. 70 a 75, Constituição do Estado da Bahia, Lei Orgânica do TCE-BA e Regimento Interno), Direito Financeiro (Lei 4.320/64, LRF) e Contabilidade Pública.
  • Prioridade 2: Direito Administrativo, Direito Constitucional e Auditoria Governamental.
  • Prioridade 3: Administração Orçamentária e Financeira, Contabilidade Geral, Economia do Setor Público e o bloco de direito (civil, processual, penal, tributário, empresarial, previdenciário).

A legislação baiana que cai de verdade

Aqui é onde o concurseiro genérico tropeça. Este é um cargo estadual, então a legislação local pesa.

  • Lei Complementar estadual nº 005/1991: a Lei Orgânica do TCE-BA, com as competências, a jurisdição e o rol de quem se sujeita ao Tribunal.
  • Regimento Interno (Resolução nº 18/1992): rito dos processos, espécies de decisão, recursos internos e o papel do Auditor no colegiado.
  • Constituição do Estado da Bahia: o capítulo da fiscalização contábil, financeira e orçamentária e a posição do TCE no arranjo estadual.

Escolaridade, requisitos e remuneração

  • Nível superior: bacharel em Direito, Ciências Contábeis, Economia ou Administração, somado a anos de experiência profissional na área (o desenho de magistratura de contas costuma exigir tempo mínimo de atividade).
  • Reputação ilibada, idoneidade e os requisitos próprios de cargo de magistratura.
  • Remuneração: subsídio em patamar de magistratura de contas, ou seja, faixa elevada para o serviço público. Trate como um dos topos da carreira de Estado na Bahia e confirme o valor exato apenas no edital, sem se prender a número fixo.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Raciocínio Lógico19.866
3Direito Constitucional45.442
4Direito Administrativo65.476
5Direito Civil15.999
6Direito Processual Civil11.190
7Direito Penal16.427
8Direito Processual Penal11.310
9Direito Tributário14.382
10Direito Financeiro6.211
11Administração Financeira e Orçamentária (AFO)15.292
12Finanças Públicas1.034
13Contabilidade Pública17.194
14Auditoria9.457
15Controle Externo866
16Administração Pública7.482

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

Continue por aqui

Perguntas frequentes

Quanto ganha o Conselheiro Substituto?

Subsídio elevado, na faixa de ~R$ 35 mil a R$ 40 mil, magistratura de contas, com subsídio próximo ao teto do funcionalismo e variação por estado. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) para Conselheiro Substituto?

Pelo edital, o cargo de Conselheiro Substituto cobra 16 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Tributário, Direito Financeiro, Administração Financeira e Orçamentária (AFO), Finanças Públicas, Contabilidade Pública, Auditoria, Controle Externo, Administração Pública.

Por onde começar a estudar para Conselheiro Substituto?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

O Auditor do TCE-BA é o mesmo que Auditor de Controle Externo?

Não. O Auditor (Conselheiro Substituto) é magistrado de contas: relata processos e substitui conselheiros, com voto. O Auditor de Controle Externo é servidor técnico que fiscaliza e dá suporte. São carreiras e concursos diferentes.

Qual formação preciso ter?

Bacharelado em Direito, Ciências Contábeis, Economia ou Administração, mais experiência profissional na área. É cargo de magistratura de contas, com exigência de reputação ilibada e tempo mínimo de atividade que o edital define.

Quais matérias estudar primeiro?

Controle Externo e legislação institucional (CF arts. 70-75, Lei Orgânica do TCE-BA, Regimento Interno e Constituição estadual), Direito Financeiro e Contabilidade Pública. Esse tripé é o coração do cargo e o que o diferencia.

Concursos relacionados