A entrega de novo processo a todos os profissionais envolvidos, feita de forma rápida, fácil, com pouca ou nenhuma necessidade de programação atrelada e com interfaces com outras aplicações e processos, é uma característica da fase do ciclo de vida de um processo suportada pelo BPMS denominada
- A)execução do processo.
Errada, porque execução do processo é a fase em que o fluxo já está operando, e não a etapa de implantação e disponibilização do novo processo.
- B)especificação e projeto do processo.
Errada, porque especificação e projeto tratam do desenho e da definição do processo, não da sua entrega rápida com integração entre aplicações.
- C)configuração e instalação do processo.
Certa, porque descreve a fase de configuração e instalação do processo no BPMS, com pouca programação e integração com outros sistemas.
- D)monitoramento, análise e aprimoramento do processo.
Errada, porque monitoramento, análise e aprimoramento acontecem depois que o processo já está em uso, para medir e melhorar seu desempenho.
- E)gerenciamento do processo.
Errada, porque gerenciamento do processo é uma visão mais ampla de coordenação e controle do ciclo de vida, não uma fase específica descrita no enunciado.
Gabarito: C
Em BPM, o BPMS acompanha o ciclo de vida do processo: você modela, configura, coloca para rodar, monitora e depois melhora. A questão descreve uma fase em que o novo processo é entregue aos profissionais envolvidos de forma rápida, com pouca ou nenhuma programação, e com integração com outras aplicações. Isso é bem característico da etapa de configuração e instalação do processo, quando o desenho do processo é transformado em algo executável na ferramenta. Pense assim: na especificação e projeto, você ainda está desenhando o processo no papel ou na tela, definindo o fluxo. Já na execução, o processo está rodando no dia a dia. Entre essas duas pontas, o BPMS precisa ser configurado, instalado e integrado com sistemas externos para que o processo realmente funcione no ambiente da organização. Por isso, o gabarito é a letra C. A pista mais forte é justamente a combinação de implantação rápida, baixa necessidade de programação e interfaces com outras aplicações, que aponta para a fase em que o BPMS prepara e disponibiliza o processo para uso operacional. Na prática de concurso, essa é uma distinção muito cobrada: modelagem não é execução, e configuração/instalação é o passo de transformar o modelo em algo utilizável pela operação. Em outras palavras, não basta desenhar bonito; é preciso fazer o processo “viver” no sistema.