Jonas pediu um empréstimo de R$ 5000,00 em uma corretora, com juros de 2% ao mês e pagamento em duas partes (não necessariamente iguais), em 30 e 60 dias do empréstimo. Ao fim de 30 dias, Jonas pagou R$ 2800,00 e, 30 dias depois, pagou o restante, liquidando a dívida. O valor da segunda parcela que Jonas pagou para liquidar o empréstimo foi:
- A)R$ 2300,00;
Errada, porque R$ 2.300,00 é o saldo que sobra após o primeiro pagamento, antes da incidência dos juros do segundo mês.
- B)R$ 2346,00;
Certa, pois os R$ 2.300,00 restantes rendem 2% por mais 30 dias, chegando a R$ 2.346,00.
- C)R$ 2400,00;
Errada, porque ignora a atualização correta do saldo remanescente no segundo período.
- D)R$ 2402,00;
Errada, pois o valor não é obtido por uma conta arredondada ou por acréscimo indevido de juros.
- E)R$ 2600,00.
Errada, porque esse valor não corresponde ao saldo após descontar o pagamento de R$ 2.800,00 e capitalizar o restante por mais um mês.
Gabarito: B
Em Matemática Financeira, a ideia central é simples: o dinheiro no tempo não fica parado. Se existe juros de 2% ao mês, a dívida cresce mês a mês enquanto não for quitada. Pense nisso como um “efeito bola de neve”, só que controlado pela taxa informada no enunciado. Aqui, Jonas pegou R$ 5.000,00 e, após 30 dias, a dívida já tinha rendido juros de 2%. Então, o valor devido nesse momento era R$ 5.100,00. Como ele pagou R$ 2.800,00, ainda restou uma dívida de R$ 2.300,00. O detalhe importante é que essa sobra continua gerando juros por mais 30 dias. Assim, basta aplicar novamente 2% sobre os R$ 2.300,00: 2300 x 1,02 = 2346. Esse é o valor da segunda parcela. Por isso, o gabarito é a letra B. A banca quer que você acompanhe a dívida em cada instante, em vez de tentar calcular tudo de uma vez de forma apressada.