Uma universidade firmou contrato com uma gráfica para a impressão de apostilas didáticas, no qual está prevista multa por atraso no pagamento de R$ 5.000, com juros simples de 2% ao mês. Nessa situação hipotética, caso a universidade efetue o pagamento com 3 meses de atraso, o valor total, incluídos os juros de mora, será de
- A)R$ 5.100.
Errada, porque R$ 5.100 corresponderia a juros de apenas R$ 100, e 3 meses a 2% sobre R$ 5.000 geram R$ 300.
- B)R$ 5.200.
Errada, porque R$ 5.200 implicaria juros de R$ 200, mas o cálculo correto dos juros simples em 3 meses é R$ 300.
- C)R$ 5.300.
Certa, pois os juros simples são 5.000 x 0,02 x 3 = 300, totalizando R$ 5.300.
- D)R$ 5.400.
Errada, porque R$ 5.400 indicaria juros de R$ 400, valor superior ao obtido pela fórmula de juros simples.
- E)R$ 5.500.
Errada, porque R$ 5.500 corresponderia a juros de R$ 500, e o atraso de 3 meses a 2% ao mês não chega a isso.
Gabarito: C
Aqui a ideia é bem simples: juros simples crescem de forma linear, isto é, sempre sobre o valor principal. A fórmula é J = C x i x t, em que C é o capital, i é a taxa e t é o tempo. Quando a questão fala em multa por atraso com juros de 2% ao mês, você deve calcular apenas os juros de mora sobre os R$ 5.000 pelo período de 3 meses. Fazendo a conta: J = 5.000 x 0,02 x 3 = 300. Então, o total a pagar será capital + juros = 5.000 + 300 = 5.300. Por isso, o gabarito é a alternativa C. Vale lembrar que, em linguagem jurídica e financeira, juros de mora são a penalidade pelo atraso no cumprimento da obrigação. Em prova, a banca adora misturar multa com juros para ver se você soma tudo corretamente sem inventar desconto, capitalização ou taxa composta. Resumo para não escorregar: juros simples significam multiplicar principal, taxa e tempo, sem juros sobre juros. Se o enunciado não disser nada sobre capitalização composta, você fica no simples mesmo, sem drama.