Para uma mesma taxa nominal expressa ao ano, é preferível um empréstimo em que a frequência de capitalização seja realizada
- A)mensalmente.
Errada, porque a capitalização mensal aumenta a taxa efetiva anual e encarece o empréstimo.
- B)bimestralmente.
Errada, porque a capitalização bimestral ainda produz mais capitalizações no ano do que a anual, elevando o custo.
- C)semestralmente.
Errada, porque a capitalização semestral também gera taxa efetiva maior do que a capitalização anual.
- D)anualmente.
Certa, porque a capitalização anual é a menos frequente e, portanto, resulta na menor taxa efetiva para o tomador.
Gabarito: D
Quando a taxa é nominal ao ano, a frequência de capitalização faz toda a diferença no custo final do empréstimo. Quanto mais vezes os juros são capitalizados dentro do ano, maior fica a taxa efetiva e, portanto, mais caro tende a ser o financiamento para quem toma o dinheiro emprestado. Em outras palavras: mesma taxa nominal, mas capitalização mais frequente significa juros sobre juros aparecendo mais vezes. Isso faz o montante crescer mais rápido. Para o devedor, essa não é uma boa notícia. O que ele quer, naturalmente, é pagar menos no fim da história, não alimentar o bolo dos juros a cada mês. Por isso, se a taxa nominal é a mesma ao ano, a melhor opção para o tomador é a menor frequência de capitalização possível. A capitalização anual gera menor taxa efetiva do que a mensal, bimestral ou semestral. Esse raciocínio é padrão em Matemática Financeira e é compatível com a lógica dos juros compostos. Assim, o gabarito D está correto: capitalização anual é a mais vantajosa para quem contrai o empréstimo, porque reduz o impacto dos juros sobre juros ao longo do ano.