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Matemática Financeira · CESPE/CEBRASPE · 2021

Questão comentada de Matemática Financeira

Considere que um investidor deseje aplicar um capital (C) à taxa de juros fixa (i) ao ano, pelo período de um ano (n = 1). Nessa situação,

Gabarito: D

Quando você fala em juros, a ideia central é descobrir como o capital cresce ao longo do tempo. Em juros simples, o rendimento cresce sempre sobre o capital inicial. Em juros compostos, os juros de cada período entram na base do período seguinte, o famoso "juros sobre juros". Mas aqui tem um detalhe que a prova adora explorar: o período é de apenas um ano, com n = 1. Em um único período, não existe tempo suficiente para a capitalização fazer diferença. Então, tanto no regime simples quanto no composto, o montante ao final do ano será o mesmo: M = C(1 + i). Se você quiser enxergar de forma intuitiva, pense assim: a diferença entre os regimes aparece quando há mais de um período, porque aí os juros compostos passam a remunerar juros acumulados. Com apenas um período, não há "juros acumulando juros" ainda. Por isso, o gabarito é a letra D. Em termos doutrinários, a distinção entre juros simples e compostos só produz efeito prático quando há capitalização em mais de um período. Com n = 1, o resultado coincide nos dois regimes.

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