Analista Judiciário (Área Administrativa), Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
O edital de Analista Judiciário (Área Administrativa) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) (banca CESPE/CEBRASPE) cobra 9 matérias. As de maior peso são Português, Direito Constitucional, Direito Administrativo. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.
Remuneração inicial: A partir de ~R$ 16 mil (vencimento básico mais Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ); chega a ~R$ 24 mil no topo da carreira)Base: Tabela do Poder Judiciário da União (Lei 15.293/2025), referência 2026. Confira o edital vigente.
O analista que faz a máquina da Justiça Eleitoral girar: gente, orçamento, contratos e licitações no coração do TSE.
Diferente de quem mira a área judiciária, o seu jogo é a gestão pública. Na prova da Cebraspe, conhecimentos específicos (administração geral, administração pública, gestão de pessoas, gestão de contratos e orçamento) valeram 70 itens contra 50 de conhecimentos gerais. Ou seja: mais da metade da objetiva é a sua casa. Quem trata específicas como apêndice de Português e Direito perde o concurso por ali. O domínio de PPA, LDO, LOA, Lei de Licitações e gestão de pessoas é o que separa aprovado de aprovável.
O que você faz no dia a dia
O analista da área administrativa é o motor de bastidor do tribunal: cuida do que mantém a Justiça Eleitoral funcionando entre uma eleição e outra. Na prática, isso envolve:
- Planejar e controlar gestão de pessoas, material e patrimônio do órgão
- Conduzir processos de licitações e fiscalizar contratos administrativos
- Trabalhar com orçamento e finanças (execução, empenho, acompanhamento de PPA, LDO e LOA)
- Atuar em desenvolvimento organizacional, processos internos e apoio à gestão
Não é um cargo de "fim de fila": você assina pareceres, instrui processos e responde por decisões de gestão. É trabalho técnico, com responsabilidade, e não atendimento de balcão.
A banca e o perfil da prova
A banca do certame unificado da Justiça Eleitoral foi a Cebraspe, e isso muda tudo no seu jeito de estudar. O modelo é o de itens certo/errado, em que cada erro pode anular um acerto. Memorizar não basta: você precisa entender o conteúdo a fundo para não cair em pegadinha de troca de palavra ("sempre", "exclusivamente", "vedado") nem chutar no escuro.
A objetiva teve 120 itens no total (50 de conhecimentos gerais e 70 de conhecimentos específicos), com prova de cerca de 4h30. Dificuldade: média-alta, puxada menos pelo conteúdo isolado e mais pela redação capciosa típica da banca.
Matérias de maior peso e prioridade
Para a área administrativa, a prioridade é clara: conhecimentos específicos pesam mais que tudo. Foque nesta ordem:
- Administração pública e orçamento público: papel do Estado, ciclo orçamentário, PPA, LDO, LOA, princípios orçamentários
- Gestão de pessoas e administração geral: processos, planejamento, controle
- Gestão de contratos e licitações: a nova Lei de Licitações é terreno fértil para a banca
- Conhecimentos gerais: Língua Portuguesa, noções de Direito Constitucional e de Direito Administrativo
E o diferencial deste certame: noções de Direito Eleitoral. É a matéria que não aparece em outros tribunais e que muita gente subestima. Inelegibilidades, organização da Justiça Eleitoral, propaganda e processo eleitoral costumam render itens "de graça" para quem estudou e armadilha para quem ignorou.
Nível, remuneração e jornada
É cargo de nível superior, exigindo diploma de graduação em qualquer área (você não precisa ser formado em Administração ou Direito). A remuneração inicial fica na faixa de R$ 14 mil, somando vencimento básico e a Gratificação por Atividade Judiciária, além de benefícios como auxílio-alimentação e assistência pré-escolar. A jornada é de 40 horas semanais. Em síntese: salário forte para nível superior generalista, com estabilidade e estrutura de carreira do Judiciário.
Etapas do concurso
O caminho até a posse, no formato do certame unificado, envolveu:
- Prova objetiva (eliminatória e classificatória), de itens certo/errado
- Prova discursiva, exclusiva para os cargos de analista: dissertação de até 30 linhas sobre tema de conhecimentos específicos da sua área
- Avaliação de títulos (classificatória), também própria dos analistas
Não há TAF, prova oral nem investigação social para a área administrativa (isso aparece em cargos da polícia judicial, não no seu). O peso da discursiva é real: treine redação técnica de gestão pública, não só teoria solta.
Matérias do edital
| # | Matéria | Questões no acervo |
|---|---|---|
| 1 | Português | 113.268 |
| 2 | Direito Constitucional | 45.442 |
| 3 | Direito Administrativo | 65.476 |
| 4 | Direito Eleitoral | 2.792 |
| 5 | Administração Pública | 7.482 |
| 6 | Administração Geral | 27.307 |
| 7 | Gestão de Pessoas | 10.574 |
| 8 | Administração Financeira e Orçamentária (AFO) | 15.292 |
| 9 | Arquivologia | 15.860 |
Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.
Continue por aqui
- Como passar em Analista Judiciário (Área Administrativa)
- O que faz o Analista Judiciário (Área Administrativa)
- Quanto ganha o Analista Judiciário (Área Administrativa)
- Todos os concursos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
- Como a banca CESPE/CEBRASPE cobra
- Calcule quanto tempo até a aprovação
- Concursos com inscrições abertas
Perguntas frequentes
Quanto ganha o Analista Judiciário (Área Administrativa)?
A partir de ~R$ 16 mil, vencimento básico mais Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ); chega a ~R$ 24 mil no topo da carreira. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.
Quais matérias caem no concurso Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para Analista Judiciário (Área Administrativa)?
Pelo edital, o cargo de Analista Judiciário (Área Administrativa) cobra 9 matérias: Português, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Eleitoral, Administração Pública, Administração Geral, Gestão de Pessoas, Administração Financeira e Orçamentária (AFO), Arquivologia.
Qual a banca do concurso Tribunal Superior Eleitoral (TSE)?
A banca do cargo de Analista Judiciário (Área Administrativa) é a CESPE/CEBRASPE.
Por onde começar a estudar para Analista Judiciário (Área Administrativa)?
Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Direito Constitucional, Direito Administrativo) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.
Onde treinar questões para o concurso Tribunal Superior Eleitoral (TSE)?
No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.
Preciso ser formado em Administração para esse cargo?
Não. A área administrativa exige apenas diploma de nível superior em qualquer área de formação. O que pesa de verdade é dominar o conteúdo de gestão pública cobrado na prova, e não a sua graduação específica.
Qual a matéria que mais diferencia esse concurso dos outros tribunais?
Direito Eleitoral. Por ser um certame da Justiça Eleitoral (TSE e TREs), a prova cobra noções que não caem em outros tribunais: organização da Justiça Eleitoral, inelegibilidades, propaganda e processo eleitoral. Muita gente subestima e perde pontos fáceis.
Tem prova discursiva para a área administrativa?
Sim. A discursiva é exclusiva dos cargos de analista judiciário e pede uma dissertação de até 30 linhas sobre tema de conhecimentos específicos da sua área. Quem mira o cargo precisa treinar redação técnica de gestão pública, não só a objetiva.
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