Técnico Judiciário, Tribunal Regional do Trabalho - 15ª Região (TRT15)
O edital de Técnico Judiciário do Tribunal Regional do Trabalho - 15ª Região (TRT15) cobra 9 matérias. As de maior peso são Português, Raciocínio Lógico, Informática. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.
Remuneração inicial: A partir de ~R$ 9,7 mil (vencimento básico mais GAJ; com os auxílios a remuneração passa de R$ 12 mil)Base: Tabela do Poder Judiciário da União (Lei 15.293/2025), referência 2026. Confira o edital vigente.
No TRT da 15ª Região, o peso 3 nos conhecimentos específicos e as normas próprias da casa decidem quem entra.
Na prova objetiva, Conhecimentos Específicos valem peso 3 contra peso 1 dos gerais, então errar Direito do Trabalho e Processo do Trabalho dói o triplo. Mas o que separa quem passa é dominar o bloco local que poucos estudam: Regimento Interno do TRT15, Código de Ética do tribunal e a Resolução CSJT 386/2024. Conteúdo fechado, decorável e de alto retorno.
O que voce faz no dia a dia
Apesar do nome "Técnico", a área administrativa do TRT da 15ª Região exige diploma de nível superior em qualquer formação. Na prática, voce é o servidor que faz a engrenagem administrativa do tribunal girar fora das salas de audiência: atua em setores de pessoal, licitações e contratos, orçamento, material e patrimônio, protocolo e apoio às varas e unidades de Campinas e do interior paulista. É rotina lidar com documentos, autuação de processos administrativos, atendimento e suporte às unidades judiciárias.
- Tramitação de processos administrativos e expedientes internos
- Apoio a contratações, contratos e gestão de material e patrimônio
- Rotinas de pessoal, protocolo, arquivo e atendimento ao público interno
- Suporte operacional às varas do trabalho da 15ª Região
A banca e o perfil da prova
A banca do certame mais recente foi a FCC (Fundação Carlos Chagas), que tem estilo próprio: enunciados diretos, forte apego à letra da lei e da jurisprudência sumulada, e pegadinhas de literalidade mais do que de raciocínio rebuscado. A prova objetiva teve 60 questões de múltipla escolha (cinco alternativas), divididas em Conhecimentos Gerais (peso 1) e Conhecimentos Específicos (peso 3). Ou seja: errar específico custa três vezes mais. Quem treina muita questão FCC e decora o texto seco da CLT e das súmulas sai na frente.
Materias de maior peso e prioridade
Como o peso 3 está nos específicos e o órgão é da Justiça do Trabalho, sua prioridade é clara. Comece pela base trabalhista e processual trabalhista, que concentram o maior retorno por hora estudada.
- Direito do Trabalho e Processo do Trabalho: o coração da prova, com CLT, reforma de 2017 e súmulas do TST
- Direito Administrativo e Direito Constitucional: peso alto e cobrança bem literal pela FCC
- Língua Portuguesa e Raciocínio Lógico-Matemático: pontos de Conhecimentos Gerais que decidem desempate
- Noções de Administração Pública e de Informática: blocos menores, mas de acerto rápido
As normas locais que separam quem passa
Aqui mora o detalhe que diferencia o TRT15 de outros tribunais e que muito candidato deixa pro fim. Os Conhecimentos Gerais cobram normas próprias da casa: o Regimento Interno do TRT da 15ª Região, o Código de Ética do tribunal e a Resolução CSJT nº 386/2024 sobre direitos das pessoas com deficiência. São questões de alto custo-benefício, porque o conteúdo é fechado, decorável e raramente bem estudado. Quem domina esse bloco garante pontos que os concorrentes deixam na mesa.
Discursiva: estudo de caso eliminatorio
A área administrativa também enfrenta prova discursiva no formato estudo de caso, com duas questões práticas baseadas nos conhecimentos do cargo, de até 15 linhas cada. É etapa eliminatória: sem atingir a média mínima (em regra 6,0), nem a melhor objetiva salva. A FCC valoriza acima de tudo o domínio do conteúdo e a aderência ao que foi perguntado, então treine resposta objetiva, com fundamento legal correto e sem enrolação.
Matérias do edital
| # | Matéria | Questões no acervo |
|---|---|---|
| 1 | Português | 113.268 |
| 2 | Raciocínio Lógico | 19.866 |
| 3 | Informática | 40.187 |
| 4 | Acessibilidade | 469 |
| 5 | Direito Constitucional | 45.442 |
| 6 | Direito Administrativo | 65.476 |
| 7 | Administração Pública | 7.482 |
| 8 | Direito do Trabalho | 8.529 |
| 9 | Direito Processual do Trabalho | 4.761 |
Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.
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Perguntas frequentes
Quanto ganha o Técnico Judiciário?
A partir de ~R$ 9,7 mil, vencimento básico mais GAJ; com os auxílios a remuneração passa de R$ 12 mil. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.
Quais matérias caem no concurso Tribunal Regional do Trabalho - 15ª Região (TRT15) para Técnico Judiciário?
Pelo edital, o cargo de Técnico Judiciário cobra 9 matérias: Português, Raciocínio Lógico, Informática, Acessibilidade, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Administração Pública, Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho.
Por onde começar a estudar para Técnico Judiciário?
Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Raciocínio Lógico, Informática) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.
Onde treinar questões para o concurso Tribunal Regional do Trabalho - 15ª Região (TRT15)?
No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.
Técnico Judiciário do TRT 15 exige curso superior mesmo sendo "técnico"?
Sim. No certame recente, o cargo de nível médio passou a exigir diploma de curso superior em qualquer área de formação, apesar de manter o nome de Técnico. Confira sempre a exigência no edital vigente.
Qual banca organiza o concurso e como é o estilo dela?
A banca do certame mais recente foi a FCC. O estilo é direto e muito apegado à literalidade da lei e das súmulas, com pegadinhas de texto. Treinar questões da própria banca é o caminho mais eficiente.
Tem prova discursiva para a área administrativa?
Sim. É um estudo de caso com duas questões práticas, de até 15 linhas cada, com caráter eliminatório. Não atingir a média mínima exclui o candidato, mesmo com boa nota na objetiva.