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Perito Criminal Federal (Área 21 - Antropologia Forense), Polícia Federal (PF)

O edital de Perito Criminal Federal (Área 21 - Antropologia Forense) do Polícia Federal (PF) (banca CESPE/CEBRASPE) cobra 11 matérias. As de maior peso são Antropologia, Criminalistica, Direitos Humanos. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: A partir de ~R$ 26,3 mil (mesma carreira de Delegado da PF; chega a ~R$ 41 mil na classe especial)Base: Lei 14.875/2024 (Anexo XXVI, carreira Policial Federal), referência 2026. Confira o edital vigente.

Você lê o que os ossos contam: identidade, causa e tempo da morte como prova pericial federal.

Matérias
11
Banca
CESPE/CEBRASPE
Banca histórica
Cebraspe (ex-CESPE/UnB)
Nível
Superior, alta remuneração
Formação da área 21
Bio, Biomedicina, Medicina, Odonto
A área 21 é nicho: poucas vagas, exigência de formação específica

Antropologia Forense é uma das áreas técnicas mais restritas do quadro de Perito Criminal Federal. O ingresso costuma exigir diploma em Ciências Biológicas, Biomedicina, Medicina ou Odontologia, e o número de vagas da área médica/biológica é pequeno (poucas unidades por certame). Isso muda a estratégia: o jogo se decide no conhecimento específico de antropologia e medicina legal, não nas matérias gerais que todo mundo acerta. A discursiva e os títulos da área pesam de forma desproporcional para quem disputa essas poucas cadeiras.

O que você faz no dia a dia

O Perito Criminal Federal da área 21 aplica antropologia física e anatomia humana a vestígios biológicos, na maioria das vezes esqueléticos, para produzir prova técnica em investigações da Polícia Federal. Na prática, isso envolve:

  • Examinar ossadas (completas ou fragmentadas) para estimar sexo, idade, estatura, ancestralidade e identidade provável.
  • Estimar causa e tempo de morte a partir de lesões ósseas, marcas e padrões de decomposição.
  • Atuar em campo na recuperação e preservação de restos mortais (arqueologia forense) e em laboratório com exames osteológicos, radiologia e integração com genética.
  • Trabalhar em desastres em massa (acidentes aéreos, naufrágios, catástrofes) e em casos de desaparecidos, confrontando dados com bancos de identificação.

A banca e o perfil da prova

O concurso da PF é tradicionalmente conduzido pela Cebraspe (antiga CESPE/UnB), com estilo próprio: itens de "certo/errado" em que o erro penaliza, exigindo segurança em vez de chute. A prova objetiva mistura conhecimentos básicos (comuns a todos os peritos) e conhecimentos específicos da área 21. Por ser banca que cobra letra de lei, jurisprudência e literatura técnica com precisão, a leitura superficial não passa: você precisa dominar o detalhe da norma e o conteúdo científico da antropologia forense.

Matérias de maior peso e prioridade

Para a área 21, a divisão prática é clara:

  • Específicas (decidem a vaga): antropologia forense, medicina legal, anatomia e osteologia, tanatologia, identificação humana e métodos periciais.
  • Jurídicas de base: Direito Penal, Processo Penal e Constitucional, com foco na prova pericial, cadeia de custódia e atuação do perito no processo.
  • Transversais: legislação institucional da PF, criminalística geral, português e raciocínio lógico.

Comece pelas específicas: é onde a área é nicho e onde a concorrência tem menos repertório.

Nível, remuneração e exigência

É cargo de nível superior, entre os mais bem pagos do funcionalismo federal de segurança. A remuneração inicial fica na faixa alta (dezenas de milhares de reais por mês), com progressão na carreira que eleva esse valor ao longo do tempo. Em contrapartida, exige dedicação integral, disponibilidade para lotação em qualquer unidade do país e prontidão para perícias em campo, muitas vezes em condições adversas.

As etapas do certame

O processo costuma ser longo e eliminatório em várias frentes:

  • Prova objetiva (eliminatória e classificatória).
  • Prova discursiva, geralmente dissertativa sobre tema específico da área, com nota mínima para avançar.
  • Teste de Aptidão Física (TAF), tipicamente com barra, impulsão horizontal, natação (50 metros) e corrida de 12 minutos.
  • Avaliação médica e avaliação psicológica.
  • Avaliação de títulos (relevante para perito) e curso de formação na Academia Nacional de Polícia.

Não trate o TAF como detalhe: ele é eliminatório e reprova candidatos com boa nota intelectual.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Antropologia465
2Criminalistica743
3Direitos Humanos3.160
4Direito Administrativo65.476
5Direito Constitucional45.442
6Direito Penal16.427
7Direito Processual Penal11.310
8Estatística5.521
9Informática40.187
10Português113.268
11Raciocínio Lógico19.866

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Perito Criminal Federal (Área 21 - Antropologia Forense)?

A partir de ~R$ 26,3 mil, mesma carreira de Delegado da PF; chega a ~R$ 41 mil na classe especial. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Polícia Federal (PF) para Perito Criminal Federal (Área 21 - Antropologia Forense)?

Pelo edital, o cargo de Perito Criminal Federal (Área 21 - Antropologia Forense) cobra 11 matérias: Antropologia, Criminalistica, Direitos Humanos, Direito Administrativo, Direito Constitucional, Direito Penal, Direito Processual Penal, Estatística, Informática, Português, Raciocínio Lógico.

Qual a banca do concurso Polícia Federal (PF)?

A banca do cargo de Perito Criminal Federal (Área 21 - Antropologia Forense) é a CESPE/CEBRASPE.

Por onde começar a estudar para Perito Criminal Federal (Área 21 - Antropologia Forense)?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Antropologia, Criminalistica, Direitos Humanos) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Polícia Federal (PF)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Qual formação é exigida para a área 21 (Antropologia Forense)?

O ingresso na área costuma exigir diploma de nível superior em cursos compatíveis com a antropologia forense, como Ciências Biológicas, Biomedicina, Medicina ou Odontologia. Confira sempre a exigência exata no edital vigente, pois é o documento que define os cursos aceitos.

Qual banca organiza o concurso de Perito Criminal Federal?

Historicamente é a Cebraspe (antiga CESPE/UnB), conhecida pelo modelo de itens certo/errado em que respostas erradas anulam acertos. Isso premia quem estuda com profundidade e segurança, e penaliza o chute.

Antropologia Forense tem muitas vagas?

Não. É uma área técnica de nicho, com poucas vagas por certame dentro do grupo de áreas médicas e biológicas. Por isso o conhecimento específico e a prova discursiva da área pesam muito na disputa.

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