O cordão de fita com desenhos de girassóis foi incluído na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, em 2023, como símbolo nacional de identificação de pessoas com deficiências
- A)ocultas.
Correta, porque o cordão de girassóis identifica pessoas com deficiências ocultas, nos termos da Lei 14.624/2023, que alterou a Lei Brasileira de Inclusão.
- B)físicas.
Errada, porque deficiência física é apenas uma das espécies de deficiência e não é a categoria simbolizada pelo cordão de girassóis.
- C)mentais.
Errada, porque deficiência mental não é a expressão usada como símbolo nacional no dispositivo citado e não corresponde à identificação do cordão.
- D)intelectuais.
Errada, porque deficiência intelectual é uma categoria específica, mas não é a que a lei vinculou ao cordão de girassóis.
- E)sensoriais.
Errada, porque deficiência sensorial não é a referência legal do símbolo dos girassóis, que foi criado para as deficiências ocultas.
Gabarito: A
A Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) foi atualizada para ampliar a proteção de pessoas com deficiências que nem sempre são percebidas no dia a dia. Em 2023, o cordão de fita com desenhos de girassóis passou a ser usado como símbolo nacional de identificação das pessoas com deficiências ocultas, aquelas que não são visíveis de imediato, mas que podem gerar necessidades específicas de apoio e de tratamento diferenciado. Esse ponto cai muito em prova porque a banca gosta de trocar o que é "oculto" por nomes parecidos, como físico, mental, intelectual ou sensorial. Mas aqui o foco é exatamente o contrário da deficiência aparente: é a condição que não salta aos olhos. O objetivo do símbolo é facilitar o reconhecimento da pessoa sem expô-la desnecessariamente. Por isso, o gabarito é a letra A. O enunciado menciona o cordão de girassóis, que foi incorporado pela Lei 14.624/2023 como identificação de pessoas com deficiências ocultas, reforçando a lógica de acessibilidade, respeito e atendimento prioritário quando cabível. Em resumo: se aparecer "girassol" na questão, pense em deficiência oculta. É aquele clássico da FGV: a resposta está na palavra-chave, e não no impulso de escolher uma deficiência mais conhecida.