O expediente que é dirigido ao Presidente da República ou ao Vice-Presidente para propor alguma medida denomina-se
- A)memorando.
Errada, porque memorando é usado para comunicação interna entre unidades administrativas, e não para propor medida ao Presidente ou ao Vice-Presidente.
- B)exposição de motivos.
Certa, porque a exposição de motivos é o expediente dirigido ao Presidente da República ou ao Vice-Presidente para propor medida, conforme o Manual de Redação da Presidência da República.
- C)mensagem.
Errada, porque mensagem não é o expediente específico indicado para propor medida ao Chefe do Executivo nesse contexto.
- D)comunicação.
Errada, porque comunicação é termo genérico e não identifica, por si só, o expediente oficial adequado para essa finalidade.
- E)aviso.
Errada, porque aviso não é o instrumento próprio para encaminhar proposta de medida ao Presidente ou ao Vice-Presidente.
Gabarito: B
Na correspondência oficial, cada expediente tem um destino e uma finalidade bem certinhos - e a banca adora trocar esses papéis para ver se voce confunde. Quando a autoridade quer encaminhar ao Presidente da República ou ao Vice-Presidente uma proposta de medida, o nome do expediente é exposição de motivos. Esse ponto aparece no Manual de Redação da Presidência da República, que é a referência clássica para a Administração Federal. A exposição de motivos é usada para justificar e apresentar proposta ao Chefe do Executivo, normalmente com fundamentação técnica e administrativa. Ou seja: não é um simples recado interno, nem um memorando genérico. Por isso o gabarito é a letra B. A palavra-chave da questão é justamente "propor alguma medida" dirigida ao Presidente ou ao Vice-Presidente. Quando aparecer esse cenário, pense em exposição de motivos, que é o expediente típico para levar a proposta formal ao alto escalão do Executivo. Já os outros expedientes têm outras funções: memorando costuma servir à comunicação interna entre órgãos, mensagem é outro tipo de encaminhamento oficial, comunicação é termo genérico, e aviso é usado em contextos específicos de comunicação administrativa, mas não para essa finalidade. Em prova, o segredo é olhar para o destinatário e para o objetivo do texto, porque a banca costuma esconder a resposta em uma palavrinha só.