O pronome de tratamento a ser utilizado em documentos dirigidos a reitores universitários é
- A)Vossa Eminência.
Errada: “Vossa Eminência” é tratamento usado para cardeais da Igreja Católica, não para reitores universitários.
- B)Vossa Reverendíssima.
Errada: “Vossa Reverendíssima” é forma ligada ao clero, especialmente a sacerdotes, e não a autoridades acadêmicas.
- C)Vossa Magnificência.
Certa: reitores universitários recebem, por tradição da redação oficial, o tratamento “Vossa Magnificência”.
- D)Vossa Senhoria.
Errada: “Vossa Senhoria” é usada para autoridades e pessoas de tratamento formal comum, mas não para reitores.
- E)Vossa Excelência.
Errada: “Vossa Excelência” é reservada a altas autoridades civis e políticas, não sendo o tratamento próprio de reitores.
Gabarito: C
Em correspondência oficial, o pronome de tratamento precisa combinar com o cargo de quem vai receber o documento. Não é uma escolha por “respeito genérico”: cada autoridade tem a forma tradicional prevista nos manuais de redação oficial. Por isso, em documentos dirigidos a reitores universitários, usa-se “Vossa Magnificência”, que é o tratamento consagrado para esse cargo acadêmico. A lógica é simples e cai muito em prova: cargos religiosos pedem fórmulas próprias, autoridades civis de alto escalão usam “Vossa Excelência”, e algumas autoridades acadêmicas têm tratamento específico. Reitor não entra na turma do “Excelência” nem no “Senhoria”; ele tem tratamento próprio, justamente por sua posição na estrutura universitária. Esse ponto é tratado nos manuais de redação oficial da Administração Pública, especialmente no Manual de Redação da Presidência da República, que organiza os pronomes e vocativos conforme a autoridade destinatária. Em prova, a banca adora testar se você sabe diferenciar cargo acadêmico de cargo administrativo ou político. Então, o gabarito C está correto porque reitores universitários recebem o tratamento “Vossa Magnificência”, e não as fórmulas usadas para autoridades eclesiásticas, judiciais ou administrativas comuns. É uma daquelas questões de memória útil: acertou o tratamento, acertou a etiqueta oficial.