Ana, Bia e Ciça são amigas. Uma delas é professora universitária, a outra é pesquisadora, e a terceira, executiva. Sabe-se que: • Bia não é a pesquisadora; • Ciça não é a professora universitária; • Ana não é a executiva e nem a professora universitária. Com base nessas informações, conclui-se CORRETAMENTE que:
- A)Ciça é a executiva.
Correta, porque Ana fica como pesquisadora, Bia como professora universitária e, por eliminação, Ciça sobra como executiva.
- B)Ciça é a pesquisadora
Errada, porque Ana já não pode ser professora nem executiva, então ela fica com a pesquisa, não Ciça.
- C)Bia é a pesquisadora.
Errada, porque Bia não é pesquisadora, então essa função não pode ser dela.
- D)Bia é a executiva.
Errada, porque a função de executiva sobra para Ciça, já que Bia fica como professora universitária.
Gabarito: A
Aqui a chave é organizar as informações como se fosse um quebra-cabeça de encaixe único. Temos três pessoas e três funções diferentes: professora universitária, pesquisadora e executiva. Quando uma pessoa já foi excluída de duas funções, sobra automaticamente a terceira. Isso é lógica básica de eliminação, muito comum em questões de prova. Observe: Ana não é executiva e nem professora universitária, então Ana só pode ser pesquisadora. Mas Bia não é pesquisadora, então Bia precisa ficar com uma das duas funções restantes. Só que Ciça não é professora universitária, então ela também não pode ocupar essa função. Como a professora universitária já não pode ser Ana nem Ciça, sobra Bia para ser professora universitária. Agora já temos: Ana é pesquisadora e Bia é professora universitária. Como as funções são todas diferentes, a função que falta para Ciça é executiva. É um raciocínio de exclusão total, sem necessidade de tabela-verdade formal, mas a lógica é a mesma: cada hipótese vai fechando uma única possibilidade. Portanto, o gabarito é a letra A: Ciça é a executiva. Em prova da OBJETIVA, esse tipo de questão costuma ser resolvido mais rápido pelo método do “sobra uma opção”, sem inventar moda.