Em um cinema, há uma fileira de poltronas dispostas lado a lado e numeradas, em sequência crescente, da direita para a esquerda, de 1 a 15. No dia seguinte, as poltronas foram numeradas, em sequência crescente, da esquerda para a direita. Assim, a poltrona que tinha o número 7 passou a ter o número
- A)6.
Errada, porque a troca de sentido não reduz o número em 1, e sim faz a correspondência espelhada na fileira.
- B)7.
Errada, porque a poltrona 7 não permanece com o mesmo número quando a numeração é invertida.
- C)8.
Errada, porque o número novo deve ser calculado pela posição complementar na fileira de 15 lugares.
- D)9.
Certa, pois na inversão da numeração em 15 poltronas vale a regra 16 - 7 = 9.
- E)10.
Errada, porque 10 seria uma posição próxima, mas não é o complemento correto da poltrona 7.
Gabarito: D
Aqui a ideia é simples: quando a fileira é numerada de um jeito e depois recebe numeração no sentido contrário, cada poltrona troca de número como se estivesse olhando no espelho. Em uma fileira com 15 poltronas, a relação entre o número antigo e o novo é: novo número = 16 - número antigo. Isso acontece porque a primeira poltrona de um lado vira a 15 do outro, a segunda vira a 14, e assim por diante. É um caso clássico de orientação espacial: você não muda a poltrona, muda o sentido da contagem. Se a poltrona era a 7 na numeração da direita para a esquerda, então na nova numeração ela passa a ser 16 - 7 = 9. É como contar de trás para frente e perceber que o “meio do caminho” se desloca para o outro lado da escala. Então o gabarito é a letra D. Não há pegadinha matemática difícil aqui, só atenção ao sentido da contagem, que é justamente o que a banca adora testar em raciocínio lógico.