Dois números diferentes serão escolhidos ao acaso entre os elementos do conjunto {5,7,9,11,14}. A soma dos números escolhidos
- A)certamente é ímpar.
Errada, porque a soma de dois números do conjunto pode ser par ou ímpar, então não é certamente ímpar.
- B)certamente é par.
Errada, porque nem toda soma será par, já que há combinações de um número par com um ímpar.
- C)pode ser 26.
Errada, porque a maior soma possível é 14 + 11 = 25, então 26 não pode ocorrer.
- D)pode ser 18.
Certa, porque 7 + 11 = 18, e os dois números são diferentes.
- E)pode ser menor que 12.
Errada, porque a menor soma possível com números diferentes é 5 + 7 = 12, que não é menor que 12.
Gabarito: D
Aqui a ideia é bem simples: voce vai escolher dois números diferentes dentro do conjunto {5, 7, 9, 11, 14} e olhar o que acontece com a soma. Em raciocínio lógico, isso costuma virar uma checagem de possibilidades: não basta “achar bonito”, tem que ver se a conta realmente pode acontecer. Repare que o conjunto tem quatro ímpares e um par. Então a soma pode variar: ímpar + ímpar dá par, e ímpar + par dá ímpar. Ou seja, a soma não fica presa a um único padrão. É exatamente por isso que as alternativas sobre “certamente” costumam cair em pegadinha. Agora, por que o gabarito é a letra D? Porque 18 realmente pode aparecer. Basta escolher 7 e 11, por exemplo: 7 + 11 = 18. Como os números são diferentes, essa combinação é válida e resolve a questão sem drama. Fazendo a checagem completa, voce percebe que a banca quer testar se voce confunde "pode acontecer" com "sempre acontece". Aqui, a resposta correta depende de encontrar ao menos um par possível que produza o valor pedido, e 18 aparece de forma direta.