Uma partícula se desloca, sobre o plano cartesiano, sempre em linha reta. Partindo do ponto A(0,2), ela segue até o ponto B(6,2), onde muda de direção, seguindo daí até o ponto C(9,6). A distância total percorrida nesse trajeto que começa em A e termina em C mede, em unidades de comprimento,
- A)12.
Errada, porque 12 seria resultado de uma soma incorreta das distâncias dos dois trechos.
- B)11.
Certa, pois AB = 6 e BC = 5, totalizando 11.
- C)10.
Errada, porque 10 não corresponde à soma das distâncias calculadas no trajeto.
- D)9.
Errada, pois 9 subestima a distância total percorrida entre A e C.
- E)8.
Errada, porque 8 ignora parte do deslocamento e não soma corretamente os dois segmentos.
Gabarito: B
Quando a questão fala em deslocamento em linha reta por trechos, a ideia é simples: você calcula a distância de cada segmento e depois soma tudo. Aqui, o trajeto tem dois pedaços: de A(0,2) até B(6,2), e de B(6,2) até C(9,6). No primeiro trecho, os pontos têm a mesma coordenada y, então o movimento é horizontal. Basta ver a diferença entre as abscissas: 6 - 0 = 6. Logo, AB mede 6. No segundo trecho, a variação é de 3 unidades na horizontal e 4 na vertical. Isso forma um triângulo retângulo clássico, daqueles que o coração da geometria adora: 3, 4 e 5. Então, BC mede 5. Somando os dois trechos, temos 6 + 5 = 11. Portanto, a distância total percorrida é 11, que corresponde ao gabarito B. A conta é pura geometria analítica básica, sem mistério e sem drama.