Um jogo de tabuleiros possui fichas coloridas para simular valores em dinheiro. Uma ficha cinza vale o mesmo que 6 fichas brancas. Uma ficha branca vale a metade do que vale uma ficha azul. Três fichas pretas valem o mesmo que cinco fichas cinza. Assim, uma ficha azul e uma ficha preta, juntas, valem o mesmo que a seguinte quantidade de fichas brancas:
- A)9.
Errada, porque 1 azul + 1 preta totaliza 12 fichas brancas, não 9.
- B)10.
Errada, porque a soma das equivalências leva a 12, e não a 10.
- C)12.
Certa, pois a ficha azul vale 2 fichas brancas e a preta vale 10, somando 12.
- D)15.
Errada, porque esse total superestima a soma real das duas fichas em relação à branca.
- E)16.
Errada, porque a conversão correta das cores em fichas brancas não chega a 16.
Gabarito: C
A ideia aqui é transformar tudo em uma única unidade de medida, como se voce escolhesse a ficha branca para ser o "real oficial" do jogo. Depois disso, as demais cores viram apenas múltiplos dela, e a conta fica quase automática. Esse tipo de questão é muito comum em Raciocínio Lógico da FGV: ela monta relações entre valores e pede a soma final sem nenhuma fórmula mirabolante, só organização. Vamos chamar o valor de uma ficha branca de 1. Então a ficha cinza vale 6 brancas. Como a ficha branca vale metade da azul, a ficha azul vale 2 brancas. Agora vem a terceira informação: 3 fichas pretas = 5 fichas cinza. Como 5 cinzas valem 5 x 6 = 30 brancas, cada ficha preta vale 30/3 = 10 brancas. Pronto: ficha azul + ficha preta = 2 + 10 = 12 fichas brancas. Por isso o gabarito é a alternativa C. Repare que o segredo foi só padronizar tudo em uma mesma unidade e seguir as equivalências com calma. A FGV adora esse caminho de "traduzir antes de somar". Se voce quiser um macete, pense assim: primeiro descubra o valor da cor mais "simples" em relação à branca, depois vá empilhando as outras relações. Assim voce evita confundir metade, dobro e proporção no meio do caminho.