Uma empresa de engenharia está realizando as obras X, Y e Z. Foram comprados 360 sacos de cimento que deverão ser repartidos entre as obras X, Y e Z em partes proporcionais aos números 4, 7 e 9, respectivamente. O número de sacos de cimento que a obra Y receberá é
- A)108.
Errada, porque 108 corresponderia a 6 partes de 18, e a obra Y está associada a 7 partes.
- B)112.
Errada, pois 112 não surge da razão 4:7:9 nem da divisão proporcional correta dos 360 sacos.
- C)120.
Errada, já que 120 corresponderia a uma repartição que não respeita a proporção dada no enunciado.
- D)126.
Certa, porque 360 dividido pela soma 4+7+9 dá 18 por parte, e 7 partes resultam em 126.
- E)144.
Errada, pois 144 seria 8 partes de 18, mas a obra Y deve receber 7 partes, não 8.
Gabarito: D
Quando um problema diz que algo deve ser repartido em partes proporcionais a 4, 7 e 9, você não sai dividindo no olho: primeiro soma as partes da razão. Aqui, 4 + 7 + 9 = 20. Isso significa que os 360 sacos representam 20 partes iguais, e cada parte vale 360 ÷ 20 = 18 sacos. Depois é só multiplicar cada número da proporção pela valor de uma parte. A obra X recebe 4 × 18 = 72, a obra Y recebe 7 × 18 = 126 e a obra Z recebe 9 × 18 = 162. A conta fecha bonitinho: 72 + 126 + 162 = 360. Então o gabarito D está correto porque a obra Y corresponde ao fator 7 da razão. Em problemas de divisão proporcional, o número pedido sempre herda a mesma “fatia” da razão, nada de inventar distribuição igualitária ou arredondar por simpatia. Esse tipo de questão é clássico de raciocínio lógico e aritmética básica de proporções, muito cobrado por bancas como a FGV. O segredo é enxergar a razão como um mapa de divisão, não como números soltos.