Marina e Paula trabalham o mesmo número de horas diárias em um escritório. Na segunda-feira, Marina usou 3/5 das horas de trabalho para arquivar processos. Nesse mesmo dia, Paula usou, ininterruptamente, 2/3 das horas que Marina usou arquivando processos para conferir o trabalho realizado por Marina. Se Paula começou o trabalho de conferência às 8h40 e terminou às 11h16, então, cada uma dessas funcionárias trabalha diariamente nesse escritório um total de
- A)7 horas e 40 minutos.
Errada, porque 7h40 não corresponde ao tempo total obtido pela relação entre as frações e o intervalo informado.
- B)7 horas e 20 minutos.
Errada, pois 7h20 não resulta da conversão correta de 156 minutos como 2/5 da jornada.
- C)6 horas e 40 minutos.
Errada, já que 6h40 seria um total maior do que o indicado pela equação formada com os dados do enunciado.
- D)6 horas e 30 minutos.
Certa, porque 156 minutos representam 2/5 da jornada diária, o que leva a 390 minutos, ანუ 6h30.
- E)6 horas e 20 minutos.
Errada, porque 6h20 não bate com a fração de tempo calculada a partir da conferência de Paula.
Gabarito: D
Esse tipo de questão mistura fração de tempo com razão entre parcelas do mesmo dia de trabalho. A ideia principal é transformar tudo em uma mesma unidade e montar uma equação simples, sem se perder no relógio. Primeiro, você descobre quanto tempo a Paula gastou na conferência: de 8h40 até 11h16, foram 2 horas e 36 minutos, isto é, 156 minutos. Agora vem a parte importante: Paula usou 2/3 do tempo que Marina gastou arquivando processos. Como Marina dedicou 3/5 da jornada ao arquivamento, então o tempo da Paula foi 2/3 de 3/5 da jornada, o que dá 2/5 do total diário. Em outras palavras, 156 minutos correspondem a 2/5 da jornada de cada uma. Se 2/5 da jornada são 156 minutos, então a jornada inteira é 156 vezes 5/2, isto é, 390 minutos. Convertendo, isso dá 6 horas e 30 minutos. Por isso, o gabarito é D. A estratégia aqui é clássica em provas da FCC: identificar a fração do todo, montar a relação e resolver com calma. Nada de tentar “chutar no relógio”; a conta manda mais do que a intuição.