A variável “estrutura em manto” faz parte de qual teste?
- A)Técnica de Rorschach.
Errada: a Técnica de Rorschach usa outra terminologia, ligada a manchas de tinta, determinantes e localização, não “estrutura em manto”.
- B)Pirâmides Coloridas de Pfister.
Certa: “estrutura em manto” é um indicador do Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister.
- C)Teste Palográfico.
Errada: o Palográfico é um teste de personalidade baseado em traços gráficos, sem esse tipo de nomenclatura cromática.
- D)Teste TAT.
Errada: o TAT trabalha com narrativas a partir de pranchas com figuras, e não com estrutura em manto.
- E)Teste TEADI.
Errada: o TEADI é um instrumento diferente, sem relação com esse conceito técnico do Pfister.
Gabarito: B
A expressão “estrutura em manto” é um termo clássico do Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister. Nesse teste, a pessoa monta pirâmides com pequenos quadrículos coloridos, e a forma como organiza as cores pode revelar aspectos emocionais e de dinâmica de personalidade. A “estrutura em manto” descreve um padrão específico de disposição cromática, muito cobrado em provas quando a banca quer ver se você conhece vocabulário técnico do instrumento. O ponto central aqui é lembrar que cada teste projetivo tem seu próprio repertório de indicadores. No Pfister, aparecem termos ligados à organização das cores, à forma de montagem e aos padrões estruturais, enquanto no Rorschach, por exemplo, a linguagem gira em torno de manchas, determinantes e localizações. Ou seja: o nome do indicador já entrega bastante coisa para quem treinou o olho. Por isso, o gabarito é a letra B. A “estrutura em manto” é associada ao Teste de Pfister, não aos demais instrumentos da lista. Em prova, esse tipo de questão costuma misturar nomes técnicos parecidos para testar memória fina e não só conhecimento geral. Resumo de prova: se aparecer um termo como “estrutura em manto”, pense primeiro em Pfister. Se o item falar de manchas, formas e interpretação projetiva clássica, aí você começa a olhar para Rorschach, mas não é o caso aqui.