De acordo com as disposições contidas na Instrução Normativa nº 78/2014 da Polícia Federal, a expedição do laudo psicológico que ateste a aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo e para exercer a profissão de vigilante deve ser baseada em bateria que deverá contar com, no mínimo,
- A)1 teste projetivo, 1 teste expressivo, 1 teste de memória, 1 teste de atenção difusa e concentrada e 1 entrevista semiestruturada.
Correta: reproduz a bateria mínima prevista na IN PF nº 78/2014, com um instrumento de cada tipo exigido e uma entrevista semiestruturada.
- B)2 testes projetivos, 2 testes expressivos, 2 testes de memória, 2 testes de atenção difusa e concentrada e 2 entrevistas semiestruturadas.
Errada: a norma não exige duplicação de todos os instrumentos, e sim apenas a composição mínima indicada.
- C)3 testes projetivos, 3 testes expressivos, 3 testes de memória, 3 testes de atenção difusa e concentrada e 3 entrevistas semiestruturadas.
Errada: triplica indevidamente a quantidade de testes e entrevistas, indo além do que a instrução normativa determina.
- D)4 testes projetivos, 4 testes expressivos, 4 testes de memória, 4 testes de atenção difusa e concentrada e 4 entrevistas semiestruturadas.
Errada: quadruplica a bateria sem base legal, o que transforma requisito mínimo em exigência inventada.
- E)5 testes projetivos, 5 testes expressivos, 5 testes de memória, 5 testes de atenção difusa e concentrada e 5 entrevistas semiestruturadas.
Errada: eleva exageradamente a bateria para cinco de cada item, algo que não consta na IN PF nº 78/2014.
Gabarito: A
A Instrução Normativa PF nº 78/2014 disciplina a avaliação psicológica para quem pretende portar arma de fogo e também para o exercício da profissão de vigilante. A lógica da norma é exigir uma bateria mínima, para evitar um laudo feito no improviso, tipo “olhou, gostou, liberou”. Segundo a IN, a expedição do laudo deve se basear em uma bateria composta, no mínimo, por 1 teste projetivo, 1 teste expressivo, 1 teste de memória, 1 teste de atenção difusa e concentrada e 1 entrevista semiestruturada. Ou seja, a norma pede diversidade de instrumentos, mas não aquela quantidade exagerada que a banca adora inventar para confundir. Por isso, o gabarito é a alternativa A. Ela reproduz exatamente a composição mínima exigida pela Instrução Normativa nº 78/2014 da Polícia Federal. As demais alternativas erram porque aumentam artificialmente o número de testes e entrevistas, como se mais quantidade fosse sinônimo de exigência legal. Em prova, fique atento a esse padrão: quando a norma fala em “no mínimo”, a banca costuma tentar empurrar números maiores para ver se você cai na armadilha. Aqui, o segredo é lembrar a fórmula completa e enxuta da bateria mínima.