Qual é a quantidade mínima de dias por semana em que alimentos fontes de ferro heme devem ser incluídos nos cardápios escolares, de acordo com o PNAE?
- A)1.
Errada, porque 1 dia por semana é muito abaixo do mínimo exigido pelas regras do PNAE para fontes de ferro heme.
- B)2.
Errada, porque 2 dias por semana ainda não atende à frequência mínima prevista na norma.
- C)3.
Errada, porque 3 dias por semana continua abaixo do parâmetro mínimo cobrado para o cardápio escolar.
- D)4.
Certa, porque o PNAE exige alimentos fontes de ferro heme em, no mínimo, 4 dias por semana.
Gabarito: D
No PNAE, a ideia é reforçar uma alimentação escolar que ajude a prevenir carências nutricionais, especialmente em grupos mais vulneráveis, como crianças e adolescentes. Por isso, a norma não deixa o ferro heme aparecer “de vez em quando” no cardápio: ela exige presença mínima regular ao longo da semana. O ferro heme é aquele de melhor absorção, presente em carnes, peixes e vísceras. Como a absorção dele é maior do que a do ferro não heme, o programa cobra sua inclusão com frequência mínima nos cardápios escolares. Isso conversa com as regras de planejamento do cardápio e com a função do nutricionista no PNAE, prevista na legislação do programa. A base normativa cobrada em prova costuma vir da Resolução FNDE nº 6/2020, que organiza as diretrizes do PNAE e traz a exigência de alimentos fontes de ferro heme em, no mínimo, 4 dias por semana. É um número para guardar sem drama: o PNAE gosta de rotina alimentar, não de visitas relâmpago. Então, se a questão pergunta a quantidade mínima de dias por semana, a resposta é 4. É exatamente essa frequência que o enunciado quer medir, e por isso o gabarito D está correto.